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Entre o Céu e o Inferno - Campanha

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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Qui 09 Dez 2010, 10:14 pm

@ Akkin e Gin.

Gin aproveitou que o nariz do sargento estava na altura de seu joelho e também que sua arma, sua maça, ainda estava sendo preparada para um golpe e atacou. Mas ele se esqueceu de uma coisa, o escudo do sargento.
O homem colocou seu escudo na frente do ataque de Gin bloqueando-o totalmente, este por sua vez acertou a joelhada inteira no escudo, pela força aplicada ele deveria se machucar mas o anel mágico protegeu seu corpo do impacto.
Gin desequilibrou-se com a força do golpe voltando contra si e nesse momento o sargento girou seu braço e atacou.
Por sorte a agilidade de Raigor era maior que a do obeso debilitado e este agiu a tempo de impedir o ataque. Rapidamente ele desferiu um chute lateral na nuca do gordo fazendo-o cair desacordado de bruços no chão diante de Gin desequilibrado.

Enquanto isso o soldado restante e Akkin lutavam mano a mano, mas o soldado ao ver as lâminas flamejantes de seu oponente e seus amigos caidos logo desistiu da idéia, ele deu dois passoas atrás e começou a correr desesperadamente critando pela cidade.


"ASSASSINOS! ASSASSINOS!"

Akkin aproveitou que seu oponente havia baixado a guarda e atacou, com um salto curto ele estendeu sua perna em uma voadora, ele sabia que suas lâminas fatiariam aquela armadura frágil então optou por um ataque contundente.
Um voadora na nuca que obteve o efeito desejado e colocou seu inimigo para dormir.

Os guardas estavam todos derrotados mas um alvoroço percorria as ruas, mendigos se escondiam, portas e janelas eram fechadas, transeuntes desapareciam nas esquinas.
Eles precisavam sumir dali rapidamente ou estariam encrencados.
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Gin em Sex 10 Dez 2010, 3:26 pm

Um erro de Gin talvez tivesse custado o andamento daquela missão. Esqueceu-se completamente do escudo do sargento, achando que este só miraria sua arma. Resultado foi que suas posições foram descobertas. Ainda pior com guardas mortos aos seus pés, culpa do Akkin. Não que Gin se importasse, mas não era hora pra isso.

Temos que sair daqui povo.Disse, observando as pessoas dispersando, desesperadamente. Em pouco tempo outros guardas chegariam.Raigor, vamos correr para onde você estava indo. Pela aparência desse lugar devemos estar chegando perto. Dentro do subterrâneo poderemos nos esconder melhor.

Antes de ir Gin vasculhou os bolsos dos guardas. O dano já estava feito, agora não importava se fossem vistos como assassinos. Pegou todo o dinheiro que podia e se encontrasse algum outro item útil levaria-o também. Não era prudente caminharam pelas ruas abertamente agora. Jogou um manto por cima de si, cobrindo-se com um capuz. Esperava Raigor ir na frente.

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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Kronos Hiily em Sex 10 Dez 2010, 9:48 pm

"Droga" Foi a primeira coisa que pensou. Tinha ultrapassado os limites ali. Teriam de sair dali rápido. Ouviu Gin, e sem demora já estava preparado para correr. Só estavam esperando Raigor.

Olhou Gin revirar o bolso de todos os guardas, experto até, poderiam pensar que tinha sido um assalto, mas isso não importava agora. Estavam perdendo tempo e tinha que sair dali.

- Raigor, estamos muito longe? Por onde devemos seguir?

Akkin estava suando frio. Se pegassem qualquer um dali seria o fim, provavelmente a irmandade saberia e estaria tudo acabado. A vida de Iolavos também dependia de nosso sucesso. Não poderiam falhar agora.
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Sex 10 Dez 2010, 10:10 pm

@ Akkin e Gin.

Em questão de segundos a rua onde ocorrera o combate estava vazia, os únicos visíveis por ali era o trio de guerreiros e um pobre mendigo que tentava esconder-se próximo a uma pilha de lixo.

Gin iniciou um saque contra os guardas derrotados mas fora impedido por Raigor, este segurou seu pulso firmemente impedindo-o de efetuar sua pilhagem e quando o garoto olhou para ele, ele lhe disse.


"Venha rápido, não podemos perder nenhum segundo sequer."

Soltou o braço de Gin e passou a correr pelas ruas sendo rapidamente acompanhado por seus dois amigos. O ranger virou algumas esquinas e quando o trio se deu conta estavam em um labirinto de ruas estreitas e fétidas repletas de lixo e esgoto a céu aberto. Qualquer um vindo de fora se perderia facilmente aqui, mas Raigor parecia conhecer muito bem esse bairro. Depois de andar por mais algumas ruas sempre atentos a movimentação das patrulhas de guardas que passavam nas ruas próximas, o ranger conduziu seu grupo até um beco sem saída com a entrada dupla de uma grande estalagem de dois andares em seu fim, uma grande tabuleta na lateral da entrada com o desenho de uma cama e um caneco de cerveja indicavam aos analfabetos os serviços do lugar da mesma forma que indicava aos mais letrados que tipo de pessoas frequentavam o lugar. Indivíduos de pouca cultura.
Em cima da entrada tinha um desenho de uma grande gata negra de olhos verdes, um nome escrito em letras vermelhas podia ser lido acima da gata: Estalagem da Gata Negra.


"É aqui, chegamos, entrem rápido."

Assim que adentraram o recinto o trio se encontrou em um pequeno salão, o piso do lugar era de terra batida, um balcão de madeira se apresentava ao fundo na parede oposta, apenas 4 mesas redondas espalhavam-se pelo lugar cada uma com 6 cadeiras bem apertadas, ao balcão mais 15 bancos também apertados pelo espaço se apresentavam.
O lugar era modesto e imundo, o cheiro forte de muitas bebidas espalhava-se pelo ar e misturava-se ao cheiro das fezes e do lixo vindo da rua.

Na parede oeste, a esquerda uma escadaria de madeira sem corrimão cedia acesso ao segundo andar, atrás do balcão era possível ver uma prateleira repleta de barris e de garrafas de diferentes tipos e tamanhos ocupando toda a parede. Um pequeno espaço na parede deixava espaço para uma porta pequena o suficiente para ser um incômodo a qualquer guerreiro trajando armaduras mas larga o suficiente para permitir a passagem apertada de um dos barris de bebida dispostos na estante.

O lugar estava vazio e escuro e apenas a luz de algumas velas dispostas em cima do balcão assomadas a luz do Sol que invadia o lugar pela própria entrada iluminavam o ambiente.

O salão possuia mais ou menos 15 metros de diâmetro por 20 de largura e seu teto de madeira era baixo, apenas 2 metros. Duas colunas dispostas no centro do salão sustentavam o teto.
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Gin em Seg 13 Dez 2010, 8:37 pm

O ranger tinha razão. Não poderiam demorar tanto ali. Gin esperava mesmo que pudesse saquear os perdedores, mas talvez a idéia de Raigor fosse melhor. Isso não tirou, porém, a indignação de Gin.

Má é um filho duma descabaçada mesmo!Disse, já se afastando dos corpos estendidos ao chão. Viu o sem teto que continuava olhando-nos. Poderia muito bem desmaiá-lo para não informar aos guardas por onde os aventureiros se dirigiram, mas não era covarde a esse ponto. Saiu correndo atrás de seus companheiros.

Avançavam por nova Hilydrus. Cada vez mais a cidade parecia lar das mais asquerosas pessoas. Sentia frustração pelo governo de Hilydrus, juntamente com o príncipe Kite, por tamanho falta de humanidade que ofereciam aos seus habitantes. Talvez fosse melhor socá-los também, depois. Caminharam mais um pouco até chegarem a uma taberna.

Lindo.Foi a única coisa que disse quando absorveu o impacto de como era o lugar. Não parecia um lugar para se permanecer mais de um minuto, ainda mais beber ali. Por sorte não tinha ninguém na taberna, aparentemente. Olhou para Raigor, sorrindo.

Assim que espera nos conquistar? Devo dizer que não estou lá muito impressionado..Brincava até numa hora dessas.

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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Kronos Hiily em Ter 14 Dez 2010, 12:40 pm

Estava logo atrás de Raigor e Gin. Correram por entre becos fétidos e horriveis e a cada curva só fazia piorar. Aquilo enojava o Hanyou e o deixava enjoado. Pelo menos Akkin estava em boa forma física para se aguentar ali.

Correram mais um pouco e depois chegaram em um local de nome Estalagem da Gata Negra. Até gostou do nome, mas quando adentrou no recinto virou-se para a parede com uma imensa ânsia de vômito. Dali podia ouvir Gin e seus comentários.

— Assim que espera nos conquistar? Devo dizer que não estou lá muito impressionado..

Já recuperado e apenas enojado do local, se virou, ficou mais perto de seus companheiros e deu uma bela olhada no local. Nada lhe agradava e achava que aquilo nem podia ser comparado a uma Estalagem.

- É visível a diferença de posses aqui em Hilydrus não? - Falava ainda observando o local, mas agora a procura de alguém.
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Selenna Walker em Ter 14 Dez 2010, 6:08 pm

Rapidamente invoquei minha foice na mão direita, que já estava machucada pela pressão que exercia com a garra da mesma, mas isso não importava, estava acostumada a lutar machucada.

Enquanto os homens avançavam eu recuava andando de costas, me afastando da parede, andando na diagonal com essa, a fim de deixar meus perseguidores um pouco distantes um dos outros. Pareciam ser fortes e rápidos, mas já tinha enfrentado coisas piores, já tinha lutado contra um comandante do quartel e quase vencerá, enquanto isso aguardava um golpe que pudesse defender com minha foice para depois contra atacar.
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Qua 13 Abr 2011, 2:43 pm

@ Altrouge

Prólogo de Introdução ao Jogador

Fazia muito tempo que Altrouge havia conseguido se esconder nas trevas fugindo de seus perseguidores ao mesmo tempo que procurava satisfazer seus desejos sombrios, ela sabia que estava escondida mas não esquecida. Mas não importava o tempo que levase ela nunca seria esquecida assim como também não esqueceria seu passado apesar de no fundo não estar tentando esconder-se apenas de quem queria o seu mal mas também de sua dor. A vampira procurava com um desespero velado uma forma de aplacar seu sofrimento afogando-se nos prazeres carnais até um ponto que sua personalidade havia mudado completamente tornando-a uma predadora fria e sanguinária.

As vezes Altrouge viajava para outras cidades fora de Takaras em busca de diversão, diversão esta que resumia-se a matar e torturar pessoas para em seguida consumir seu sangue transformando seus cadáveres em um amontoado de pele, ossos e orgãos secos. Ela não se importava com quem caia em suas garras, todos eram apenas alimento. Porém certa vez ela foi surpriendida em uma de suas noites de caça. O cenário parecia calmo, tratava-se de uma casa de dois andares pertencente a uma rica família de fazendeiros em uma região próxima a Hilydrus, Altrouge havia escolhido esta família como sua futura vítima justamente pelo fato de serem ricos.

O fato de dar fim a uma família que poderia perdurar por séculos prosperando em seus negócios era prazeroso para ela, ainda mais pelo fato de saber que todo o trabalho que tiveram para conquistar o que tinham hoje, todo o esforço da familia para chegar a onde chegaram seria em vão, todos terminariam como simples e meros alimentos para um ser superior, um ser que viveria pela eternidade. Altrouge foi especialmente cruel em seu ataque, matou rapidamente os 10 seguranças que faziam a proteção da fazenda sem consumi-los, não queria ocupar seu estômago com o sangue de pessoas inferiores.

Adentrou na casa da família sem ser percebida tendo sua presença notada apenas quando desejou revelar-se, e ela o fez de forma maestral rendendo toda a família usando as crianças para ameaçar os pais e forçar a todos que a obedecesem, depois a vampira levou a família, 6 pessoas para o porão da casa e ali amarrou a todos. O que se sucedeu em seguida foram 6 dias terríveis de dor, desespero e morte, Altrouge torturou, sugou e matou cada membro da família de forma vagarosa e dolorosa começando pelas crianças afim de provocar ódio e desespero nos pais e terminando no homem da casa, que ao final não era mais um homem mas apenas uma alma cheia de dor, ódio e tristeza de ver sua família sendo consumida lentamente.

Mas na sexta noite, noite em que Altrouge terminava de consumir o ultimo membro da família para enfim partir dali, a vampira foi surpriendida por Heleno e seus seguidores, os Zalmoranos, um grupo secreto de guerreiros de cuidava da proteção das famílias ricas que viviam em Hilydrus. O sumiço da família Abgner, família que havia sido atacada por Altrouge, havia levantado suspeitas e os Zalmoranos foram acionados para protegê-los.

Era noite quando eles chegaram, assim que entraram na propriedade dos Abgner notaram o silêncio e desaparecimento dos seguranças, não demoraram até encontrarem todos os 10 corpos jogados no celeiro da família. Não demoraram até iniciarem sua invasão a casa principal localizada no meio das terras da família. Pegaram então Altrouge no exato momento em que a vampira saia da casa. Ao contrário de suas vítimas anteriores na fazenda, os Zalmoranos eram guerreiros dedicados e habilidosos, depois de 2 horas de combate contra Altrouge eles haviam conseguido deixar a vampira em um estado crítico, seria o fim permanente dela se nada fosse feito. Mas para a sua sorte ela foi salva.

No momento em que Altrouge agonizava no chão e os Zalmoranos preparavam-se para dar um fim a vampira, diversas adagas voaram em direção a seus pescoços fulminando a todos. Era Shadira a Feiticeira Púrpura. Shadira ha muito tempo pretendia ver os Abgner mortos pois os mesmos atrapalhavam seus negócios, ao saber que os Zalmoranos haviam sido acionados Shadira os seguiu investigando o desaparecimento da odiada família. Assim que chegou no local os viu lutar contra Altrouge e supondo que a vampira fosse a responsável pela morte da família a salvou.

Altrouge viu em Shadira a possibilidade de uma boa aliada, de qualquer forma gostando ou não devia um favor a feiticeira e pretendia pagá-lo, não por honra ou lealdade mas sim por orgulho. Os anos se passaram até que Shadira enviou uma carta a Altrouge pedindo que a mesma viesse novamente até Hilydrus pois algumas coisas sinistras estavam acontecendo. A feiticeira não mencionou o que exatamente estava ocorrendo na cidade mas Altrouge pode supor que certamente tudo poderia ter uma ligação com a expedição do estranho mago Zaran que havia desaparecido a dois meses aventurando-se no interior de Endless.

Assim que chegou em Hilydrus, tratou de encontrar Shadira no local em que haviam combinado, um dos inúmeros pontos de comércio e negócios que a feiticeira possuia, uma estalagem localizada na parte pobre e menos estruturada de Hilydrus, uma espelunca disga-se de passagem. Quando chegou no local não encontrou a mulher, porém Barrel, o mais fiel servo da feiticeira tratou de conseguir acomodações para a vampira sob ordens de sua mestra e não apenas acomodações, mas também alimento e por incrível que pareça apesar da localização do lugar e da repugnância do salão, o quarto que lhe fora ofertado para o descanso era excepcionalmente luxuoso. Mas o que mais agradou a vampira fora a oferenda que lhe haviam oferecido, um rapaz virgem com não mais do que 16 invernos de idade, Altrouge marvilhou-se, fazia tempo que não recebia um presente tão agradável. A vampira abusou do garoto e o consumiu na mesma noite deliciando-se. Para a sua felicidade, Barrel era um servo muito eficiente e tão logo ela havia terminado sua refeição ele tratou de sumir com o cadáver de sua vitima que agora não era mais um rapaz virgem e saudável, mas sim um amontoado de ossos, pele e orgãos ressequidos.

Altrouge supos que Shadira não a encontraria nesta noite dada a demora da mesma em aparecer, sem ter o que fazer tratou logo de repousar. Incovenientemente Altrouge fora acordada ao amanhecer por Barrel que por muito pouco não teve a cabeça arrancada pela vampira, ela odiava ser despertada de seu descanso. Certamente se ele fosse servo dela já estaria morto. Altrouge foi guiada até o encontro de Shadira, ao contrário do que a vampira esperava elas não se encontraram em um lugar reservada, não, a feiticeira encontrou-se com Altrouge no salão da pequena estalagem onde fora hospedada e apesar de seu quarto ser limpo, cheiroso e arrumado o salão era completamente diferente, o oposto. Ele era um lugar repugnante, seu chão era de terra batida, a iluminação era escaça, mas o que mais incomodava Altrouge era o odor do lugar, um cheiro repugnante de bebidas e vômito velho que misturava-se ao odor de fezes vindo da rua.

Shadira e Altrouge se comprimentaram, a feiticeira desculpou-se por se encontrarem ali, mas quando preparou-se para explicar toda a situação ouviu passos vindos da rua, então pediu para Barrel e a vampira que se escondesem. Altrouge subiu as escadas sendo seguida pela própria Shadira, dali elas começaram a espiar o salão através de uma fresta no asoalho de cima enquanto Barrel escondia-se atrás do balcão. Elas puderam ver um trio de aventureiros aproximarem-se da entrada e invadirem o salão. Era um rapaz muito jovem, um homem ruivo aparentando ter 40 anos e um terceiro homem que parecia aproximar-se dos 30 anos de idade, Altrouge pode ver um largo sorriso surgir na face de Shadira que depois de um tempo desceu as escadas para conversar com o trio.




@ Khiëv

Prólogo de Introdução ao Jogador

Hilydrus! Uma grande e magnífica cidade. No passado Khiëv e seu clã haviam lutado muitas batalhas ao lado do exército desta cidade mas era fato que ironicamente a maioria dos youkais incluindo a própria kitsune não haviam nunca posto seus pés na grande capital. Khiëv entrou em Hilydrus maravilhando-se com a majestosidade da cidade, suas enormes muralhas fortificadas, suas ruas limpas e organizadas ladeadas por edificações altas e cuidadosamente decoradas encantavam e assustavam a jovem youkai. Khiëv caminhava por entre as ruas largas e as vezes estreitas aproveitando o sol da manhã enquanto saboerava um misto de surpresa, vislumbre e medo, um medo que a fazia esconder-se embaixo de seu manto.

Como será que os humanos reagiriam a sua aparência? A sua raça? Ela não sabia, infelizmente não conseguiu esconder-se por muito tempo, uma patrulha de seis guardas rapidamente abordaram a garota com perguntas e olhares desconfiados. Khiëv não teve escolha a não ser retirar seu manto, mas assim que o fez seu medo se foi com a reação dos guardas, eles simplesmente mostraram-se maravilhados com a beleza da jovem e desculparam-se por incomodá-la passando a dar-lhe boas vindas em lugar das perguntas sobre da onde vinha e o que queria ali.

Sem os guardas para incomodá-la mais, Khiëv passou a caminhar novamente pela cidade desta vez sem nenhum sentimento de medo, viu ali muita gente estranha e até mais exótica que ela mesma como por exemplo um golem de ferro inteligente que desculpou-se ao esbarrar com ela na rua quase derrubando-a. Mas apesar do extase que a cidade grande lhe trazia acompanhada de todas essas experiências novas, Khiëv sentia um leve clima de tensão no ar, um clima que ela conhecia muito bem e que trazia a tona medos antigos. Muitos guardas patrulhavam pelas ruas em grupos grandes e muitas pessoas eram abordadas por eles e as vezes nem mesmo Khiëv escapava dos olhares desconfiados de alguns guardas que as vezes pareciam esquecer que ela era uma moça jovem e bela passando a encará-la com suspeitas.

A youkai andava distraida em suas perguntas e vislumbres que quando se deu por conta estava perdida, Hilydrus por ser uma cidade fortificada era apertada e repleta de ruas e becos intricados. Khiëv caminhava insegura até que notou que conforme andava a cidade ia mudando de aparência, as construções deixavam de serem tão belas dando lugar a uma arquitetura simples e antiga, os pisos das ruas já não eram tão perfeitos e buracos começavam a se apresentar por toda parte. Os habitantes da cidade por sua vez também ajudavam na decoração das ruas, mendigos começavam a surgir por toda parte e sujeitos duvidosos caminhavam pelas ruas cada vez mais estreitas escondendo suas faces embaixo de mantos como que se quisesem fugir da luz do sol da manhã.
Quanto mais Khiëv caminhava para sair daquela nova e desagradável Hilydrus, mais ela se perdia nas ruas.

Quando se deu por conta estava em um lugar completamente repugnante, mendigos e moradores de rua eram vistos por toda parte, não existiam mais paralelepípedos asfaltando as ruas, agora Khiëv pisava em terra batida, terra esta que era infectada por uma vala repugnante de fezes e lixo presente no centro das ruas. Um odor nauseabundo de miséria e doença invadia suas narinas enojando a youkai.

Enquanto pensava no que fazer Khiëv foi surpriendida por sons de uma briga vindos de uma rua próxima, apesar de assustar-se foi para lá afim de ver o que acontecia. Assim que chegou, viu trausentes correndo na direção oposta afastando-se do tumulto, em seguida escutou gritos "ASSASSINOS! ASSASSINOS!" que rapidamente cessaram como se quem os grita-se houvese sido calado.

Khiëv chegou de forma furtiva e viu um trio de homens composto por um jovem, um ruivo de meia idade e um homem que parecia possuir quase 30 anos, o trio tinha a seus pés 4 guardas caidos e aparentemente desacordados exceto por um que estava visivelmente morto com suas tripas abertas e espalhadas pela rua misturando-se com a terra imunda e com a valeta fétida de fezes. Apesar de assustada ela não horrorizou-se pois infelizmente havia acostumado-se a ver cenas tristes e até mais cruéis que estas devido as grandes guerras que presenciara no passado.

A youkai prestou atenção ao grupo e no que eles falavam e foi capaz de ouvir o que diziam.

Temos que sair daqui povo. — Disse o rapaz mais jovem. — Raigor, vamos correr para onde você estava indo. Pela aparência desse lugar devemos estar chegando perto. Dentro do subterrâneo poderemos nos esconder melhor. — Terminou dirigindo-se ao homem que aparentava ter quase 30 anos.

Raigor, estamos muito longe? Por onde devemos seguir? — Disse o ruivo dirigindo-se ao mesmo homem.

Em seguida observou o rapaz tentar pilhar os bolsos dos guardas mas vira este ser interrompido pelo homem.

Venha rápido, não podemos perder nenhum segundo sequer. — Disse ele pondo-se a correr sendo rapidamente seguido pelos outros dois.

Khiëv sem demora fez o mesmo mas de forma furtiva e mantendo distância do trio, seguiu-os até um beco onde no fim existia uma estalagem, uma espelunca diga-se de passagem e os viu entrarem no estabelecimento. Ali ela pode ver toda a cena que se seguiria a seguir espiando através de uma janela.




@ Akkin, Gin, Khiëv e Altrouge

Depois de se acostumarem ao desconforto do lugar eles pararam ali por um momento, Gin questionou Raigor, este não respondeu, ficou ali parado como que tentando ouvir os sons do lugar.

Ora ora ora, o que temos aqui?

Uma voz bela e sedutora se fez ouvir seguida de ruidos de passos leves nos degrais de madeira da escada lateral. Eram passos lentos e despreocupados, depois de alguns segundos era possível ver um par de belas pernas brancas descendo as escadas até que por fim uma belíssima mulher de aparência encantadora apareceu diante de todos.

Spoiler:

Ela parou ali por alguns instantes ao final da escada, colocou sua mão na cintura fazendo uma pose sexy e observou a todos com atenção, ela fitou Akkin e Gin como que analisando-os, até que finalmente deslizou vagarosamente seu olhar pelo corpo de Raigor, no final travou seus olhos verdes como esmeraldas no rosto do ranger enquanto sua expressão maliciosa se abria em um largo sorriso de dentes brancos e perfeitos.

Eu sabia que um dia você voltaria para mim.

Falou cheia de si enquanto se aproximava do trio, quando finalmente estava próxima deles em especial do ranger, seu perfume doce que muito lembra o perfume de rosas simplesmente fez com que toda aquela sensação nauseabunda daquele lugar desagradável desaparecese por alguns momentos da mente daqueles três afortunados guerreiros.

Shadira eu não vim aqui pelo que você está pensando... na verdade, vim aqui porque preciso de sua ajuda.

Falou Raigor, dava para notar a senssação de incômodo presente em sua voz no exato momento em que ele pronunciou a palavra "ajuda".

Eu já deveria imaginar, aliás, o que mais eu poderia esperar de você não é mesmo? Estavamos indo tão bem juntos naquele tempo e você simplesmente me abandonou. Agora veja, olhe para mim meu querido, eu tenho poder! Tenho dinheiro e exércitos de servos e se ainda quer saber mais, muitos dos estabelecimentos comerciais e lojas de Hilydrus trabalham para mim.

Eu poderia ter dividido isso tudo com você... mas... você como sempre exitou, se acovardou e fugiu. Uma vez ladrão, sempre ladrão, não adianta tentar negar isso, está em seu sangue Raigor meu amor.


A bela mulher falava e enquanto o fazia seu sorriso de outrora desaparecia, quando mencionou suas riquezas abriu os braços mostrando diversas jóias de ouro espalhadas por seu exuberante corpo, ao final de tudo ela se jogou suavemente no peito do ranger e terminou sua conversa com o rosto muito próximo ao dele, quase que como tentando beijá-lo.

Quando a garota mencionou a palavra "ladrão" Raigor olhou de canto com vergonha para seus dois amigos mas voltou a fitar a garota no momento em que esta jogou-se sobre ele

Finalmente ela voltou a sorrir maliciosamente e se recompos, era evidente o jogo de sedução que ela fazia em cima de Raigor.

Shadira, eu não vim aqui para remoear as mágoas do passado, hoje sou um homem diferente, o que nós faziamos era errado, aliás, o que você faz ainda é errado, mas não vamos começar denovo essa discussão, não temos tempo para isso.

Tesc! Desde que você começou a andar com aquele velho babão cheio de segredos você mudou completamente, ah! Como eu queria ter você devolta para mim meu amado, mas sei que ainda terei que esperar muito por isso.
Enfim, o que você quer de mim e quem são esses dois? Fique sabendo meu lindo que se veio aqui a negócios eu o tratarei como um cliente, assim como todos os outros, portanto não espere favores gratuitos.


Não esperava menos de você, mas não quero conversar aqui, ainda mais com seus capangas nos observando.

Ha! Raigor, sempre me surpriendendo, vejo que ainda anda com os olhos bem aguçados não é mesmo? Barrel, Altrouge, podem sair de seus esconderijos.

Quando chamou pelos nomes, o trio de guerreiros conseguiu ver saindo por detras do comprido balcão um anão um pouco mais baixo que a média para a sua raça mas muito mais gorducho, tão gorducho quanto um pequeno barril o que lhe rendera o apelido, Barrel, ele possuia uma grande barba negra trançada em uma só trança e se estendendo até o umbigo, ali ela terminava segurando uma argola de ouro. Ele usava 4 brincos de prata na orelha esquerda e era careca, se vestia com um avental esverdeado e sujo típico de estalajadeiros de espeluncas. Um de seus olhos era normal e castanho o outro era opaco, um olho de vidro muito sinistro, o topo de sua cabeça possuia uma cicatriz que lembrava o corte de uma espada, ele carregava em seu ombro um machado de combate de uma só lâmina.

O anão surgiu e rapidamente correu para o lado de sua mestra encarando corajosamente os três visitantes.

Da escada, da mesma onde Shadira havia surgido desceu mais uma figura feminina, uma mulher usando um vestido negro, de cabelos combridos igualmente negros e de olhar penetrante e inquietantemente perigoso, esta era Altrouge.

Muito bem senhores vamos tratar de negócios, mas antes quero que se apresentem."

Falou por final, garota desta vez olhando atentamente os acompanhantes do ranger aguardando visivelmente uma atitude de ambos.




ATENÇÃO: Postagens liberadas. Gin e Akkin peço que postem baseando-se no que acabei de narrar aqui, Altrouge e Khiëv vocês podem pegar uma melhor descrição do local onde a conversa está acontecendo lendo este tópico aqui: Descrição do Local.
Todos vocês podem pegar uma descrição detalhada de Barrel e Shadira lendo este mesmo post, desculpem por isso mas não vou ficar descrevendo a mesma coisa 10x sendo que ja foi muito trabalhoso escrever TUDO isso.
Todos vocês podem também pegar a descrição de Raigor neste tópico:
Raigor Woodgreen e as descrições dos outros jogadores Gin, Akkin, Khiëv e Altrouge lendo as fichas dos mesmos. Lembrem-se que Akkin está sob efeito de uma magia ilusória e aparenta ser alto, forte, robusto, ter 40 anos e possuir cabelos ruivos e longos.
Carllos e Kieran, peço que tenham paciência, os colocarei na aventura assim que puder.

Enfim, Gin, Akkin, Khiëv e Altrgouge estão liberados para postarem sem a necessidade de seguirem uma ordem de postagem. Aqui vão alguns lembretes.

Lembrem-se dos anéis mágicos que receberam neste post aqui: Itens Mágicos
Gin está com 100 de HP e 100 de MP
Akkin está com 95% de HP e 50% de MP

Enfim é isso.

Bom jogo a todos!
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Kronos Hiily em Sab 16 Abr 2011, 11:30 am

É... O local não era um dos mais agradáveis, contudo, o Hanyou não podia reclamar. Tinha se metido nisso e agora deveria ir até o final, não era de seu feitio começar e não terminar as coisas.

Novamente percorreu o local com os olhos a procura de algo interessante que pudesse lhe entreter por alguns míseros segundos, mas nem isso ele achou. Voltou então sua atenção para as escadas, e neste exato instante, ouviu uma voz feminina, bastante sedutora por sinal.

— Ora ora ora, o que temos aqui?

Akkin não mais retirou seu olhar daquela escada. No momento seguinte, um aroma poderoso, com odor de rosas invadiu o local tirando todo aquele cheiro fétido por um momento. Essa era a distração de que Akkin precisava.

A figura que descia as escadas, e já de cara colocava os olhos em Gin e Akkin era mui formosa. Pernas grossas, pele branca, cabelos até o ombro, de um preto claro. Seios fartos e um físico de invejar. Seus trajes não eram incomuns, apenas botinas e proteções simples, contudo, deixavam a mostra grande parte do seu corpo, que Akkin não se importava em apreciar por alguns instantes.

Porém, nem tudo é perfeito. O momento mágico só durou alguns minutos. A mulher logo se direcionou para Raigor. Pelo visto pareciam se conhecer bem demais. Na conversa, foi fácil de entender que Shadira - como dizia Raigor - a abandonou, depois que tivera se juntado com Iolavos. Um clichê autônomo de novelas.

Raigor em certos momentos ficou em apuros e até cheio de vergonha, contudo não cedeu. Não bastava ser forte físicamente, o psicologico também contava. Akkin as vezes pensava se esse ultimo não estava danificado depois de tanto sufoco que havia passado na Floresta Endless.

E para a surpresa de todos, mais gente chegava. Assim como Ragior, Shadira tinha seus serventes ou ajudantes, o que quer que fosse. O anão era extremamente interessante. Sua barba longa lhe dava um aspecto de sábio, que era rapidamente desmentido pelas argolas e brincos que carregava pelo corpo. Atrás do anão Barrel, uma garota de vestidos negros, pele era branca, aliás, era demasiada branca, muito pálida. Seus cabelos eram muito longos e se esticavam até o joelho praticamente. Os olhos, eram as coisas que mais lhe chamavam a atenção: Vermelhos vivos.

Bastante incomuns. Akkin também não era comum, a forma atual, não era sua forma física verdadeira, aquilo ia causar problemas futuramente... Ele tinha esse pressentimento. Mas não tinha escolha, estavam sendo procurados depois do último acontecido com os guardas e não poderiam dar mole. Shadira, para iniciar então a "reunião" pediu que todos se apresentassem. Akkin olhou pra Gin e esperou... Sem uma resposta, olhou novamente para Shadira e disse:

- Akkin Cei, 19 ano..Quer dizer.. 40... Eu acho.
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Khiëv em Sab 16 Abr 2011, 11:10 pm

O odor fétido exalado pelo local penetrava-lhe o olfato sensível, desassossegando a curiosa youkai, que às vezes sentia seus efeitos subindo-lhe pelo estômago até a goela, que teimava em desaparecer com a mesma rapidez com que a surpreendia. Khiëv cogitou retroceder de sua decisão, mas há muito havia saído da atmosfera tranquila e hospitaleira de Hilydrus para dar lugar a parte mais sombria e hostil da mesma. Cada passo adiante, eram dois para trás, e assim ela adentrou cada vez mais nas vielas e becos intricados daquele local tão desagradável. E agora estava perdida e não havia mais como voltar atrás, restou apenas continuar olhando pela janela da estalagem, visando descobrir a razão de toda a confusão que se antecedeu, e quem sabe após saciar sua curiosidade, usá-los como escape dali. Claro, da maneira mais discreta e furtiva possível, se cobrou a youkai.

Ouviu toda a conversa que se estendia, entretanto, tudo parecia demasiadamente calmo, estranhou a mesma. Por um momento contentou-se com tal tranquilidade, mas foi pêga novamente pelo cheiro impertinente que parecia ser a marca registrada daquele local e suas extensões. Novos personagens agora chegavam no recinto, estes capangas da mulher denominada Shadira, e todo o clima calmo de antes desaparecerá, para a infelicidade de Khiëv. Eles que também a distraíam o bastante para esquecer de seu mal-estar. — Isso está ficando sério. — Sussurrou para si, enquanto remexia-se para olhar a jovem de cabelos negros que surgia no lance de escadas, juntamente da figura cômica que se tratava daquele anão.

Até o presente momento ela não havia entendido muito em quê a conversa se baseava, mas as revelações pareciam estar prestes a surgir, e ela precisava apenas aguentar firme e deixar sua curiosidade tomar-lhe o controle. Pois enquanto ela não fosse saciada, trabalharia como a pior inimiga da youkai. E este era um fardo que ela não estava pronta pra carregar. ~
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Ivy-chan em Seg 18 Abr 2011, 2:06 pm

[OFF: Mals a demora... Época de provas @_@]

=============================

【Do seu esconderijo improvisado, Altrouge ficou a observar cada movimento de Shadira, agora entendera o porque do sorriso da mesma. Aquele assunto, aparentemente, não lhe fazia respeito, e a vampira não estava mesmo interessada em ouvir. Mas quando ouviu a palavra servos, e fora chama logo em seguida, não gostou nada daquilo. Ela não era serva de ninguém, o máximo que faria ali, era retribuir o favor que devia à feiticeira, por puro orgulho. Orgulho este, que fora ferido com tais palavras.

Saiu do local, mostrando-se sem problemas. Caminhou até os mesmo e os encarou de forma minuciosa. Olhou para Shadira e ergueu a sobrancelha e, em tom completamente insatisfeito, dirigiu a palavra a mesma. 】


-- Quem aqui seu ex-namoradinho está chamando de serva.. Shadira?

【Olhou para o ranger com um olhar cortante, e ficou apenas a esperar que a mesma se pronunciasse. Altrouge não era do tipo que fazia barracos, e não faria um por isso. Mas certamente, daria as costas na hora, se aquele...mal entendido..não for resolvido.

Altrouge sentiu um cheiro diferente vindo dos jovens. Olhou para eles e ficou analisando-os. Sem pedir licença , aproximou-se dos rapazes e ficou encarando-o um por um, até que parou no homem de aparentes 40 anos. Ela olhou para ele, com um olhar desconfiado.】


-- Quem é você?

【Ainda próximo do rapaz, ela puxou o ar, como se estivesse sentindo o perfume do rapaz.】

-- Hn...Você não é o que parece..não é..? Hanyou...
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Gin em Ter 19 Abr 2011, 9:56 pm

Off: provas

A resposta de Gin foi a reunião de, aparentemente, velhos amantes. Realmente, a mulher que se chamava Shadira era realmente estonteante, fazendo Gin perder-se em pensamentos sórdidos e impróprios que logo esvaiaram-se de sua mente. Virou de lado, ainda mirando as pernas de sua anfitriã.

Não importava-se com a conversa de ambos e muito menos que Raigor era considerado um ladrão. Simplesmente deu de ombros com esse comentário como se informasse que todos, algum dia, já haviam cometido tal ato de indescência. Preferiu sentar-se e relaxar enquanto ainda tinha tempo para tal. Se pudesse, ainda, pegar uma cerveja seu dia estaria perfeito. Inclusive achou graça na vergonha de seu companheiro, Akkin. Pensou em um comentário que preferiu guardar para si. Sentia que aquele não era o momento.

Depois disso as coisas ficaram interessantes. Aliados de Shadira começavam a surgir pelas escadas. Gin levantou-se, preferencialmente com um grande copo de cerveja em mãos, e fez questão de comprimentar cada um deles. Demorou-se com Altrouge, que veio enacará-lo como se fosse perfeitamente normal.


Da onde eu venho, ô brancura, encarar assim significa briga.Disse, sorrindo. Não estava falando sério e logo sentou-se para que as histórias se desenrolassem. Não gostava de perder tempo mas até que aquela espelunca era de seu agrado, considerando que cresceu na roça.

Fez questão de ficar cutucando Akkin, mesmo quando a história era contada. Apesar da brincadeira, estaria atento à todas as palavras que lhe importassem.

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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Ter 19 Abr 2011, 11:42 pm

@ Akkin, Gin, Altrouge e Khiëv

O salão agora possuia 6 pessoas, Akkin, Gin, Raigor, Altrouge, Shadira e Barrel, os dois trios se entreolhavam, não de forma ameaçadora mas sim curiosa. Altrouge prestou bastante atenção na apresentação de cada um dos membros do trio e assim que Akkin terminou de se apresentar, a vampira tomou a cena revelando não ter gostado de ser chamada de serva. Depois disso encarou com seus olhos vermelhos e penetrantes cada um daqueles três visitantes e em especial Akkin, aproximou-se dele farejando-o o que o deixou em alerta, não esse não era o comportamento de uma mulher normal.

Quem é você? — Questionou farejando-o melhor. — Hn...Você não é o que parece..não é..? Hanyou... — Disse encarando o rapaz nos olhos, Akkin estranhou a atitude da mulher que descobrira quem ele era apenas pelo olfato, afinal quem ou o que seria ela.

Hahaha! Vejo que você é realmente surpriendente minha querida. — Disse Shadira rindo. — Também foi capaz de perceber o disfarce do rapaz, e não apenas isso, tenho a certeza que você já notou algo mais, mas vamos ver no que vai dar.

Enquanto a conversa se desenrolava Gin procurava despesperado por uma caneca de cerveja, Barrel iria pará-lo mas desistiu quando viu que Shadira acentiu com a cabeça. Então o anão foi para trás do balcão e retirou dali uma garrafa de cerveja e um copo servindo Gin que já não se importava mais com o cheiro do lugar, havia até se acostumado. Com a caneca em mãos o rapaz sentou-se para observar melhor aquele grupo de pessoas estranhas e interessantes.

Rapazes, o único servo que tenho aqui é meu leal segurança Barrel, a dama de olhos vermelhos não é minha serva, é minha amiga, na verdade se a condição de servo tivesse que ser atribuida a uma de nós, certamente seria eu a serva de Altrouge e nunca o contrário. — Disse Shadira fazendo uma pose colocando uma das mãos na cintura e gesticulando com a outra ao notar que alguns dos rapazes olhavam-na com olhares desejosos, ela parecia gostar de ser desejada.

A afirmação de Shadira sobre o fato de Altrouge não ser sua serva surpriendeu a todos ali principalmente a própria Altrouge, mas não foi o fato dela se colocar como uma possível serva da vampira, afinal, Altrouge se considerava mesmo superior a todos ali, o que a surpriendeu foi o fato de Shadira chamá-la de amiga. Será que ela apenas fora cortez ou será que realmente possuia algum afeto pela vampira.

Chega de apresentações Shadira, temos que conversar sobre negócios, precisamos de seus serviços e não temos tempo. — Apressou Raigor sempre sério e tenso.

Tudo bem meu querido mas antes deixe-me fazer um convite para mais uma pessoa. — Dito isso Shadira virou-se para uma das duas janelas do salão caminhando até ela, era a janela onde Khiëv se escondia. A garota ao ver isso se assutou abaixando-se imediatamente. Nesse momento, Shadira já estava na janela abrindo-a e olhando apra baixo focando Khiëv. — Vamos minha querida, pode entrar, não vai querer ficar ai fora quando a noite cair, Altrouge é uma mulher má e gosta de comer criancinhas como você. — Falou sorrindo, ela visivelmente havia notado que Altrouge já sabia sobre a youkai.

Khiëv exitou por um momento, aceitava o convite da estranha e bela mulher ou corria dali? — Nana nina não. — Disse a feiticeira balançando um de seus dedos negativamente para a youkai assim que percebeu a exitação da garota em aceitar seu convite. — Nem pense em fugir minha criança ou eu realmente vou deixar você ser o jantar de minha amiga esta noite. Sabe, eu não gosto que escutem minhas conversas e saiam por ai contando para todo mundo o que viram, normalmente costumo fazer com que essas pessoas sumam como farei com aquele rato ali, em cima do cesto de lixo. — Terminou de falar apontando para um rato em cima de um cesto entupido de lixo que estava no canto do beco, no instante seguinte um raio de energia púpura saiu da ponta de seu dedo indicador atingindo o rato em cheio, desintegrando-o completamente. Em seguida a feiticeira olhou para Khiëv que estava boquiaberta e estendeu-lhe a mão para que a garota se levantase.

A youkai achou prudente aceitar o convite da feiticeira e adentrou ao recinto sendo visualizada por todos ali dentro. Altrouge sentia-se um pouco incomodada com as brincadeiras de Shadira, ela não gostava quando tinha sua identidade revelada tão facilmente e sabia que a feiticeira fazia isso de propósito, só não sabia o motivo disso, normalmente Shadira era uma mulher muito reservada e tão cruel quanto a própria vampira a tal ponto de que usualmente, ela teria desintegrado Khiëv sem nenhuma pergunta e com a mesma naturalidade com que se mata um inseto que está tentando chegar no seu prato de comida. O que Shadira estava planejando?

Bom, agora que estão todos aqui vamos para o andar de cima conversar melhor. Barrel, fique aqui e não deixe ninguém subir, diga que eu estou com visitas, se tentarem subir, mate, se for a guarda da cidade pague a propina que está separada embaixo do balcão. — O anão não questionou sua mestra, apenas atravessou o salão e fechou a porta do salão sem nada dizer e em seguida posicionou-se atrás do balcão de forma a vigiar a porta.

Senhoras e senhores, por favor queiram ter a bondade de me acompanhar. — Falou a feiticeira fazendo um gesto com a mão para que a seguisem, em seguida Shadira caminhou até a escadaria e a subiu sendo seguida por Raigor, Altrouge foi a ultima a subir as escadas, resolveu fazer isso para observar melhor todos ali, ainda estava na dúvida sobre os planos de Shadira para aquelas pessoas e pensou que talvez em algum momento pudese ter um ou dois deles como jantar caso a negociação com a feiticeira não desse certo. O fato de Altrouge ser a ultima a subir as escadas deixou Khiëv um pouco assustada, esta por sua vez encarou a vampira por alguns momentos mas assim que notou que os olhos vermelhos a fitavam desviou o olhar. Gin por sua vez parecia muito descontraido e não se importava com nada do que estava acontecendo ali, queria apenas achar seu amigo, Lucian. Já Akkin estava em alerta também, não confiava na mulher de olhos vermelhos.

Assim que subiram a escada chegaram em um corredor pequeno com 5 portas, duas na parede da direita, duas na parede da esquerda e uma no fim, o corredor possuia por volta de 15 metros de comprimento por 3 de diâmetro e era todo de madeira, assim como o salão as táboas do assoalho estavam sujas e o lugar também fedia.

Shadira guiou o grupo até a ultima porta onde entraram, a porta dava em uma aconchegante sala de visitas com duas estantes de livros, uma pequena mesa baixa de madeira e 3 grandes e confortáveis sofás prúpuras, aqui o lugar era limpo e cheirava a insenso. O aposento não possuia nenhuma janela e em uma de suas paredes tinha um grande e assustador quadro de um demônio devorando uma mulher nua. O chão do aposento era forrado por um grande e límpido carpete carmesim, Altrouge sabia o motivo exato deste carpete ser vermelho, era para esconder o sangue daqueles que eram assassinados aqui, as vezes a feiticeira praticava vampirismo e orgias cruéis com algumas vítimas aqui. Apesar de Shadira não ser uma vampira ela era uma mulher de gostos excêntricos.

Um dos cantos da sala possuia uma estátua de um velho mago segurando um bastão e no outro canto existia um pequeno criado-mudo onde era possível ver um conjunto de copos de prata e duas garrafas de vidro cheias de vinho. Assim que o grupo de pessoas entrou Shadira fechou a porta e estalou seus dedos, imediatamente as garrafas de vinho se mexeram enchendo os copos, estes por sua vez voaram cada um para as mãos de um dos visitantes. Aqueles que provarem do vinho notarão que ele é na verdade um excelente vinho élfico de qualidade inestimável. Gin como bom conhecedor de bebidas juntamente com Altrouge notaram que o vinho é caro e deve custar no mínimo 500 moedas de ouro por cada garrafa.

Senhoras e senhores por favor sentem-se, fiquem a vontade. — Disse a feiticeira sentando-se no meio do sofá central. Raigor foi o primeiro a aceitar o convite da mulher sentando-se no sofá da esquerda. Em seguida ela ficou ali observando a todos esperando que se acomodasem.
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Khiëv em Qua 20 Abr 2011, 12:54 am

A frustração da youkai por ter seu disfarce revelado era sobrepujado pelo medo da mesma em imaginar uma utilidade pior do que servir de alimento para um desconhecido. — Khiëv não quer ser lanchinho de ninguém. E-Eu não tenho um gosto muito bom. — Dizia em tom manhoso, como o de uma criança após levar uma advertência. Ela agora já estava ali, subindo as escadas, temendo Shadira e Altrouge. Não podia imaginar qual fim seria pior: Tornar-se o lanche de alguém, ou ser desintegrada como um rato. Então enquanto pudesse permanecer viva, se agarraria a isso.
A youkai não podia deixar de trocar olhares com Altrouge, era inevitável. Disfarçava erroneamente quando a mesma encontrava seu olhar, fingindo estar concentrada em algo qualquer. Entretanto, novamente o fétido cheiro daquele ambiente lhe trazia tormentos, mas desta vez Khiëv levou uma das mãos ao nariz, bloqueando-o para minimizar tal impecilho. — Eeew. Até quando eu vou ter que suportar? — pensou a youkai, que logo foi surpreendida pelo delicioso cheiro de incenso que vinha de dentro da sala a qual foram todos acompanhados. Estava aliviada e a cada respiração deliciava-se com tal aroma, enfim o mal-estar a deixaria em paz. Mas as surpresas não paravam de vir. Shadira usando de magia serviu-lhes uma magnífica bebida, deixando Khiëv impressionada e extasiada pelo sabor da mesma. Enquanto deglutia da bebida, ela observava todo o cômodo no qual se encontrava. Cada objeto, livro, vinhos e o que mais seus olhos curiosos pudessem alcançar. Ela ainda não sabia o que aconteceria ali, e o por quê de Shadira não tê-la matado no momento em que a descobrira, afinal, a bela mulher deu a entender que já tinha consciência de sua presença desde o início.
Aliás, o que Khiëv sabia até aquele presente momento, além do que havia escutado? Tudo ainda era muito confuso, e as perguntas que enchiam sua mente a deixavam cada vez mais nervosa e incomodada. Ela olhava as pessoas presentes naquela sala, medindo-os discretamente como se não quisesse ganhar mais ameaças. Estava desolada e sem recursos. O jeito era esperar pra ver o que aconteceria na sequência.


Spoiler:
Me desculpem pelo texto fulera e sem sal. Estou morrendo de sono e não sei se nos próximos dias eu consegueria tempo pra responder no prazo. Então preferi não deixar pendente.
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Gin em Sab 23 Abr 2011, 10:53 am

Gin observou quando Khiev foi pega bisbilhotando a sala. Parecia uma criança, mas o rapaz sabia melhor: essa menina era detentora de uma enorme força e seus instintos diziam isso com a mais pura certeza. Obsevou o medo de Khiev com um sorriso no rosto. Sabia que nada aconteceria, mas era interessante saber algumas características da personalidade de seus futuros companheiros. Todos ali, tirando Akkin, poderiam trair uns aos outros em algum momento da jornada. Torcia para que isso não acontecesse.

Subiu as escadas, deixando sua cerveja horrível no balcão enquanto passava por este. Parecia relaxado. Seus braços estavam atrás de sua cabeça, como se tivesse sustentando-na, e respirava calmamente aquele cheiro fétido do local.

Entraram na única sala que parecia realmente limpa do estabalecimento. Logo encontrou uma poltrona que pudesse sentar e tomou, com gosto, a bebida que lhe foi oferecida. Era algo deliciosa e, certamente, caro. Isso não abalou o garoto que tratou logo de encher seu copo para a história que estava por vir.


Anda logo com isso, feiticeira.... mas não tão rápido, deixa eu matar esse negócio aqui e tá tudo certo.Disse, tomando mais um gole da bebida.

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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Kronos Hiily em Seg 25 Abr 2011, 8:51 pm

Quando a Altrouge se aproximou o Hanyou não fez nenhum movimento brusco. Foi impressionante o modo como a mesma descobriu a verdadeira raça do rapaz. Era evidente que estava em um nível inferior as pessoas naquela sala. Aquilo deixava Akkin frustado por dentro. Não admitia.

Logo Shadira gargalhava e elogiava Altrouge. Raigor apressava para que pudessem logo tomar o rumo de uma conversa, mas antes, a bela Shadira se direcionou a janela e Akkin se surpreendeu. Não tinha notado a presença daquela Youkai naquele lugar. Apesar de estar demonstrando medo pela presença intimidante de Shadira, parecia que ela não era muito frágil ou dependente.

Resolvido o passatempo, todos subiram as escadas para iniciar a discussão. O Hanyou ainda se matinha meio desconfiado com a situação atual, porém, nada podia fazer. Gin demonstrava calma, assim como Raigor. Crendo ele, não necessitava se preocupar. Procurou relaxar, entretando, se tornava difícil com o cheiro piorando cada vez mais. Principalmente quando chegou no corredor do andar de cima.

O alvo do grupo era a porta ao final do corredor. Akkin imaginava mais uma sala fétida e horrivel, mas não foi o que se sucedeu. A sala era bonita, tinha um aroma agradavel e era extremamente confortável. Rapidamente se jogou em uma das poltronas e procurou relaxar o quanto pudesse. Não sabia quando teria outro descanço assim quando saisse dali.

Com o estalar dos dedos de Shadira, os copos se moveram e Akkin trarou logo de pegar o seu. Tomou os goles do delicioso vinho lentamente e olhando firmemente demonstrando gosto e certo interesse no quadro da parede, disse:

- E que começe a reunião...
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Ivy-chan em Qua 27 Abr 2011, 10:06 am

Altrouge mostrou um sorriso de satisfação assim que Shadira corrijou o "mal entendido". Bufou para o Hanyou, como um animal que estava prestes a dilacerar a presa mas perdeu o interesse no último momento.

Como Shadira já previa, a vampira não se surpreendeu ao saber da youkai na janela, ela já havia notado a garota ali.

Resolvido os contra-tempos, o grupo foi convidado a ir para o quarto. Altrouge já estava mesmo incomodada com aquele odor fétido, ao menos o quarto era melhor. Não conseguiu esconder o sorriso sarcástico e divertido do rosto, ao ver a surpresa dos outros ao adentrarem no quarto.

Obviamente, a vampira ainda estava saciada, não bebeu do vinho. Ficou parada, próxima à porta; cruzou os braços como um modo de relaxar e ficou a observar cada um deles ali.
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Qua 27 Abr 2011, 2:37 pm

@ Akkin, Gin, Altrouge e Khiëv

O grupo seguiu Shadira até a sala onde seria feita a reunião, Shadira ia logo a frente sendo seguida por Raigor e este pelo restante de seus amigos, ao final estava Altrouge que se posicionara no fim da fila justamente para vijiar suas possíveis futuras presas. Quando o grupo entrou na sala a anfitriã serviu a todos e tomou seu lugar no sofá central de três lugares. Todos os outros acomodaram-se exceto Altrouge que se mantinha em pé perto da porta fitando cada um dos visitantes enquanto mantinha um sorriso sarcástico no rosto. Akkin sentiu-se particularmente incomodado com o comportamento da vampira pois notou que ela o olhava mais do que aos outros.

Pois bem senhores, comecemos a reunião. Raigor, diga-me meu amor, o que vocês querem aqui? E o que querem de mim? E por favor responda de forma clara sim, você sabe que aqui é um lugar perigoso onde até mesmo minha atenção tem seu preço cobrado. — Falou Shadira enquanto degustava seu vinho.

Shadira você deve saber o que está acontecendo na cidade não é? Sei que você tem muitos contatos e vastos poderes arcanos, então vou pular as explicações e ir direto ao ponto. Meu amigo e o amigo de Gim foi raptado pela Irmandade das Sombras e agora eles estão fazendo-o de refém para manter Iolavos preso em sua própria torre. Queremos saber se você sabe onde a Irmandade das Sombras se esconde. — Raigor falava de forma rápida e era visível o nervosismo e preocupação que mantinha consigo.

Hummmmmmm. Então o velho babão está impotente. Que pena, preferia que estivesse morto, eu não gosto dele mas gosto menos ainda da Irmandade das Sombras. Raigor, ajudarei você mas mediante a um preço, direi a vocês onde encontrar seu amigo e em troca irei pedir um favor.

Assim que a feiticeira parou de falar um silêncio se fez na sala por alguns minutos, todos se entreolhavam. Akkin sentia-se cada vez mais incomodado com os olhares de Altrouge enquanto que a doce Khiëv sentia-se incomodada com Shadira que também a encarava em alguns momentos.

Pois bem Shadira, diga seu preço. — Falou Raigor quebrando o silêncio.

Darei a vocês a localização do esconderijo da Irmandade das Sombras, mas em troca quero um artefato que está em poder de um dos maiores assassinos que eles possuem. O artefato chama-se Rubi Coração, trata-se de um pingente feito de metal negro e adornado com um grande rubi em forma de coração, o rubi emite constantemente um brilho vermelho. Esse pingente é um artefato poderoso, se você for um vampiro ele torna você mais forte ainda permitindo até que você caminhe sob o Sol sem se incomodar. Caso você não seja um vampiro, ele te dará os poderes de um.

Mas o detalhe mais interessante do pingente é que você tem a opção de ingerir o artefato, caso você faça isso, o objeto será destruído mas seu portador ganhará uma ultima grande dádiva. Se você for um humano virará um vampiro impuro ligeiramente mais poderoso que um vampiro normal, caso você seja um vampiro impuro se tornará um vampiro puro sangue e por fim, se você for um vampiro puro virará um ancião.
— Terminou de falar encarando Raigor com um olhar sarcástico.

E por que você quer esse artefato Shadira? Quer aumentar ainda mais seu poder?

É claro que desejo aumentar meus poderes! Mas meus propósitos não são de seu interesse. E então Raigor meu querido, o que vai ser? — Shadira já havia terminado seu vinho e agora encarava Raigor nos olhos.

Está bem Shadira está bem, eu aceito. — Respondeu Raigor em tom de desgosto.

Ha! Que ótimo! — Exclamou Shadira exeibindo um sorriso de boca aberta. E encarando por um momento os olhos de Altrouge que neste instante encontraram os seus e a feiticeira pode notar um brilho vermelho surgir entre eles. Shadira respondeu o olhar de Altrouge com um singelo piscar de olhos.

Afinal, o que a feiticeira queria com tal artefato? E quanto a youkai que ela capturara? Não havia tempo para mais conversa, Shadira estalou seus dedos e rapidamente livros saltaram das estantes e abriram-se sobre a pequena e redonda no meio da sala, um dos livros continha um desenho do pingente que Shadira desejava, o outro possuia desenhos de mapas, mapas estranhos e desconhecidos.

Senhores, este é o pingente que eu quero. E aqui está o mapa dos subterrâneos de Hilydrus, é ali que a Irmandade das Sombras se esconde. — Disse arrancando uma das folhas do livro, a folha correspodente ao mapa. — Hilydrus é uma cidade muito antiga, o que pouca gente sabe é que por baixo dessa grande metrópole existe uma intrincada rede de tuneis e galerias que formam o sistema de esgoto da cidade. O lugar é muito antigo, possui partes novas construídas a pouco tempo e partes muito, mas muito antigas que foram edificadas nos primeiros dias de fundação da cidade.

A irmandade esconde-se aqui, infelizmente não sei ao certo onde mas suspeito que seja em algum lugar por aqui.
— Disse apontando um lugar no mapa. — Existem muitas entradas que dão acesso a galeria de esgotos, por sorte temos uma bem aqui perto no beco que ladeia esta estalagem, vocês podem descer por ela mesma, mas tomem cuidado, os tuneis estão infestados de monstros que juntos formaram um ecosistema a parte e totalmente alheio a vida na cidade.

Shadira, e quanto ao dono do artefato? Quem é? — Perguntou Raigor preocupado.

Ah eu quase ia me esquecendo. O dono do pingente chama-se Garra Vermelha, ele é um dos maiores assassinos da Irmandade das Sombras, seus poderes são vastos e até hoje ele conseguiu matar todos que desejou. Tomem cuidado com ele, vocês o reconhecerão quando o virem pois ele usa um par de luvas com braçadeiras vermelhas.

Assim que respondeu a Raigor, Shadira virou-se para Khiëv e falou.

Minha pequena, não diga nada, apenas escute, quero que você acompanhe Altrouge aonde ela for e por favor não me contrarie ou tente fugir. Eu pretendia matá-la assim que essa reunião termina-se mas mudei de ideia pois tive um presentimento, no entanto quero deixar claro que você não é mais livre, agora é minha escrava. — Dito isso a feiticeira estalou os dedos e um colar púrpura surgiu no pescoço da pequena youkai. — Com isso sempre saberei onde você estiver e o que anda fazendo, posso ainda te ajudar ou dar fim a sua existência caso tente algo contra mim. E não se preocupe, eu cuido muito bem do que é meu.

Isso não é justo Shadira. — Falou Raigor protestando.

Não se meta nisso meu amor, ou nossos negócios terminarão aqui, você sabe que tenho pode para acabar com todos aqui dentro e sabe ainda mais que não dou a mínima para os problemas de Iolavos. Fique quetinho ou apenas três pessoas sairão desta sala. — Falou em tom bastante ameaçador o que fez com que Gim lançase olhares de curiosidade e surpresa para Shadira.

É por essas e outras que não estamos juntos. — Respondeu Raigor em tom áspero o que fez com que a feiticeira fechase o rosto em uma expressão de desgosto.

Enfim senhores, estamos acertados, aqui está o mapa dos subterrâneos, e aqui está um desenho do que eu quero que tragam. Se seu amigo estiver em poder da Irmandade das Sombras então certamente vocês o encontrarão aqui. — Finalizou virando-se para Altrouge. — Minha querida, por favor cuide deles, certo? Dê a eles tudo o que pedirem, tenho assuntos pendentes a tratar neste momento.

Até a vista meus queridos.


Depois de falar Shadira simplesmente desapareceu em uma nuvem púpura brilhante que desapareceu em questão de segundos, agora estavam ali sozinhos com um mapa em mãos.
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Ivy-chan em Sex 29 Abr 2011, 12:33 am

Altrouge permaneceu de pé, prestando atenção na conversa.
Preferiu não falar nada, não tinha muito o que comentar, aquela "briga", não era dela.

Pensou em se oferecer para ir junto, parecia bastante divertido afinal. Mas Shadira já havia denunciado a decisão da vampira, quando ordenou que Khiev ficasse próxima da mesma. Altrouge olhou feio para Khiev, e logo depois para Shadira.


-- Sabe que não cuido de crianças, não é?

Ela mostrou um sorriso sinico e olhou novamente para Khiev. Numa tentativa de assustar a youkai, apenas por diversão, olhou de forma ameaçadora para a mesma, lambeu os lábios e mostrou suas presas. Sorriu de canto e, assim que tudo se resolveu, foi a primeira a sair. No entanto, ficou a esperar do lado de fora, apenas.
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Khiëv em Sex 29 Abr 2011, 5:39 am

Sua personalidade sempre fora tímida e muito pacifista, era alguém de poucas palavras, logo não tinha muita afinidade com elas. Ainda mais nas circunstâncias que se encontrava naquele momento. Mas foi com um simples estalar de dedos que Khiëv se viu afastar da maioria dos traços de sua personalidade tão amável. Refém de pessoas que não conhecia, incumbida de uma missão que não era sua e exaurida de sua própria liberdade. Como havia chegado a este ponto? Ah sim, culpemos a curiosidade, e quem sabe haja espaço para incriminar também, sua teimosia. Mas agora já era tarde demais para lutar, o contrato sem aviso prévio já havia sido estabelecido, e a única garantia de que um dia ele havia ocorrido, era agora sua infortuna coleira púrpura. — Eu não posso! Eu... — Suas palavras trêmulas e fracas lutavam para serem mais audíveis que a discussão que se seguia. Era viver ou morrer, repensou a youkai. De nada adiantaria protestar, morta não sirvo a propósito algum. E assim, em seus pensamentos, Khiëv decidiu por viver, mas não optou pela conformação. Sua liberdade havia sido roubada, e isso, era inaceitável. Ali a youkai tomou uma nova dimensão, a aparência delicada inicial dava lugar a um semblante sério e rígido, que não combinava nada com a mesma.

Não podia negar que estava assustada, mas sua raiva era ainda maior. Notou o olhar gélido de Altrouge, que seguiu logo com uma frase a transbordar ironia. A Youkai ficou visivelmente irritadiça com tamanha ousadia da vampira, mas agora tinha problemas muito maiores. Shadira deixava o cômodo enfim, e parecia ter levado com ela, o bom humor de Khiëv, que agora dedilhava seu colar púrpura. Após receber um imponente olhar novamente por parte da vampira, a youkai retrucou com outro de maior frieza e potência. Entretanto, a mesma já havia deixado a sala e não pode notar que o desafio fora aceito. Assim Khiëv olhou detalhadamente para todos que permaneciam presentes naquele cômodo, e com uma voz livre de medo, disse prontamente: — Temos um pingente pra roubar. E com ele espero conquistar minha liberdade de volta, não tenho a menor intenção em servir de posse a ninguém... Nem mesmo a bonitona da Shadira... Ela eu deixo toda pra você, Raigor, esse é seu nome, não é? — Disse em fronte. — E aí, vamos? —. Mesmo Khiëv não sustentaria aquela pose de mandona e insolente, pois não era de seu feitio. Cedo ou tarde, a doce e amável youkai voltaria ao seu devido lugar. Entretanto, não passaria por cima da obstinada e decidida, que teria a qualquer custo sua liberdade de volta. (Mesmo que por hora isso significasse seguir as ordens de Shadira!)
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Gin em Sab 30 Abr 2011, 11:46 am

Agora a coisa estava ficando boa. Finalmente as explicações foram dadas e os preços devidamete cobrados. Gin não interessou-se pelos motivos de Shadira ou desejos de Altrouge. Tampouco importava-se com Khiev, apesar de que se pudesse ajudá-la, faria. Sabia que podia meter uns socos em todos ali com certa facilidade. A única coisa que importava-se era seu amigo recludido e sendo mantido refém na torre.

Logo após Shadira ter se anuviado em um gás mal cheiroso, Gin pos-se de pé e esticou as mãos na direção do mapa. Pegou-no e começou sua análise. Sentou-se com Raigor e Akkin, ignorando as outras duas que se envolviam em brigas internas. Para Gin, essas duas ainda não haviam provado seu valor em batalhas e ignorava-nas como tal.


O que acham? Parece-me muito fácil agora com isso.Deu uma porrada no mapa, quase rasgando-no.Opa, hehe.. Bom Raigor, vai na frente meu filho, que eu mato os bichinho que forem aparecendo.

Ficou de pé, esticando-se. Olhou para as garoas e chamou-nas com o dedo indicador, dando um sorriso sarcástico.

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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Kronos Hiily em Dom 01 Maio 2011, 7:20 pm

Sempre que possivel, mais um gole e atenção total ao que Shadira dizia. Não sabia os motivos dela em busca de tal artefato, mas realmente não era da conta de ninguém. Desde que nenhuma pessoa daquele grupo saísse prejudicado daquela missão - o que seria difícil - estava tudo bem para Akkin, que ainda continuva recebendo os olhares frios e curiosos de Altrouge.

Ao término de toda a explicação, viu o desenrolar dos fatos relacionados a Khïev e Shadira. Não havia necessidade de tudo aquilo, contudo, não queria se meter com a bela feitiçeira. Tinha muito amor a própria vida. Só sentia pena de Khïev, que fora envolvida em tudo aquilo contra sua vontade, se tornara escrava e ainda ganhara uma inimiga: Altrouge.

Foi então que Khïev começou a falar. Estava decidida, queria ter sua liberdade de volta e não mediria esforços pra isso... Pelo menos não naquele momento. Quando Gin pegou o mapa, Akkin se levantou e disse algo sem olhar para KhÏev, já sentando junto aos companheiros para decidir o que fazer.

- Você acha que não sabemos? Tsc, fico me perguntando se você será um fardo. - Dito isso, concentrou-se no mapa a sua frente.

A rede de esgotos era algo imenso e complexo. Não sabiamos o verdadeiro esconderijo, muito menos os tipos de monstros que se abrigavam ali. Com certeza seria um ambiente novo. Não que Akkin duvidasse da capacidade do grupo, pelo contrário, saberia que iriam vencer, só queria ter algo planejado.

- Vejam, não podemos perder tempo, então, creio que se pergarmos o caminho de túneis mais curtos que levam ao suposto local, poderemos ter algumas vantagens. O que me preocupa são os monstros. Ah, e nem preciso dizer que não podemos nos separar em nenhum momento correto? Dificilmente iremos nos encontrar se nos perdermos. O único problema em andar em grupo, é a área que vamos cobrir. Vai ser muito pouca...

A medida que falava, apontava para o mapa mostrando supostos caminhos no qual poderiam seguir. O semblante de um garoto brincalhão havia desaparecio. O momento não era para brincadeiras. Akkin se mostrava útil e inteligente, tentando considerar todas as possibilidades.
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Qua 04 Maio 2011, 11:52 am

@ Khiëv, Altrouge, Gin e Akkin.

O clima aprecia esquentar entre Khiëv e Altrouge, mas mesmo essa pequena desavença era deixada de lado pelos 3 rapazes que ali estavam pois todos queriam resgatar Lucian o mais rápido possível.
Analisaram o mapa com cuidado e notaram que próximo dali existia uma decida que levava a um grande canal da rede de esgoto da cidade. Para o desagrado de todos, a rede de esgotos era enorme. Enquanto parte do grupo analisava o mapa Altrouge ordenou a Barrel que provesse todos com alguns equipamentos e mantimentos para 3 dias de viagem .

Khiëv não sabia exatamente o que fazer, então manteve-se calada apenas observando os rapazes decidirem o caminho que seguirião. Por fim se decidiram, optaram por entrar na rede de esgotos através de uma passagem em um beco próximo dali. Sem demora pegaram as provisões fornecidas por Barrel e partiram. Em um certo momento enquanto todos estavam se aprontando, Raigor aproximou-se de Khiëv de forma discreta e disse.

É Khiëv seu nome não é? — Questionou o homem. — Prazer me chamo Raigor, aquele ali de cabelos curtos é Gin e aquele outro, o ruivo chama-se Akkin. — Falou apontando para a dupla de rapazes que conferiam seus equipamentos. — Estamos indo salvar nosso amigo, Lucian. Eu lamento muito o que aconteceu com você mas prometo que vou te ajudar a escapar das garras de Shadira. — Sem mais palavras Raigor simplesmente virou-se, pegou suas coisas e falou ao grupo. — Vamos.

O grupo andou por algum tempo pelas ruas pobres de Hilydrus até chegarem a uma casa abandonada com um beco lateral bem discreto, foram ate lá e encontraram um grande tampão circular de ferro com 1,5m de raio. Raigor, Gin e Akkin por meio de certo esforço conseguiram remover o tampão enquanto Khiëv com seu jeito delicado fora dispensada da tarefa, já Altrouge nem mesmo chegou a oferecer-se ficando de lado observando a todos com seu olhar penetrante e sua expressão cínica.

Finalmente após um pouco de esforço o trio de rapazes conseguil remover a pesada tampa de ferro. O que viam agora era uma fria e escura escadaria coberta por paredes e teto de alvenaria antiga, os degrais da escada eram tortuosos e estavam corroidos pelo tempo. Aquilo não parecia um esgoto, muito pelo contrário, parecia ser uma espécie de fortaleza subterrânea. Sem demora Gin e Raigor foram os primeiros a entrarem sendo seguidos por Akkin que por sua vez era seguido por Khiëv enquanto Altrouge mantinha-se como a ultima do grupo. Todos ali ascenderam suas tochas pois era impossível seguir em frente sem nenhuma fonte de iluminação.

O mapa nos diz para seguir por esta passagem até alcançar-mos um cruzamento, dali teremos que seguir ao norte virando a direita. Vamos. — Falava Raigor enquanto analizava o mapa com Gin ao seu lado iluminando.

O grupo seguil por alguns minutos o tunel escuro e fétido, apesar de ser um tunel de esgoto antigo, ele estava seco mas ainda assim fedia. Diversos entulhos estavam espalhados por toda parte e as vezes os aventureiros encontravam ratos dançando por entre eles. Finalmente depois de andarem um pouco encontraram a encruzilhada, mas havia um problema, um desabamento havia fechado o caminho da direita, aquele que o grupo deveria pegar.

Maldição! O que faremos agora? — Perguntou Raigor já analizando o mapa. — Agora temos três opções alternativas, podemos seguir a frente onde encontraremos uma câmara circular, podemos seguir para a esquerda onde iremos encontrar outro cruzamento e por fim podemos voltar para a superfície e procurar outra descida. Enfim, me ajudem aqui. — Falou Raigor exibindo o mapa.



OFF1:
Spoiler:
Segue a lista de equipamentos que vocês receberam de Barrel.

Todos vocês receberam.

3 dias de comida (menos Altrouge por motivos óbvios)
3 trochas
1 saco de dormir
1 cantil
Pederneira e isqueiro

Agora seguem os equipamentos restritos.

Raigor recebeu o mapa dos esgotos.
Gin recebeu 15 metros de corda e 1 arpéu.
Akkin recebeu 1 erva de folhas macias e cor púrpura que serve para neutralizar venenos, são duas doses. Para usar basta mastigar.
Khiëv recebeu duas poções de Cura Ferimentos Leves que recupera entre 5% a 10% de HP.
Altrouge recebeu uma Poção do Sangue que a mantém alimentada como se tivesse consumido 5 litros de sangue além de recuperar 20% de HP.

OFF 2:
Spoiler:
Atenção meus queridos, este é o mapa que vocês têm do esgoto de Hilydrus, esse mapa mostra só uma parte do subsolo da cidade, a única parte que interessa a vocês. Os quadrados pretos representam as entradas e saídas, o caminho vermelho é o que vocês já percorreram, O ponto azul representa a lozalização atual de vocês e o caminho laranja representa o caminho onde ocorreu o desabamento. A parte pintada em verde é onde vocês devem chegar. Por favor não reparem no desenho, eu mesmo que o fiz.

Abaixo eu coloquei uma imagem dos tuneis que vocês estão percorrendo. Coloquei na forma de link porque a imagem é grande e não cabe no fórum, eu poderia editá-la mas não farei isso pois a consegui em um site que trabalha com isso e não acho certo usufluir do trabalho deles sem pelo menos colocar uma pequena divulgação do site.

Imagens dos tuneis de esgoto de Hilydrus:
Tuneis do Esgoto
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Khiëv em Qui 05 Maio 2011, 1:44 am

Um fardo? Se questionava a youkai, que logo respondia com um simples olhar de desprezo para a fonte de tal comentário. Não se aprofundaria mais em discussões, muito menos se manifestaria para iniciar uma. Então, apenas deixou a situação se desenrolar. Pensamentos de todos os tipos lhe invadiam a mente, e a ocuparam o bastante até que todos os preparativos para a jornada já tivessem sido concluídos. E foi quando ela estava prestes a deixar o cômodo, que uma voz firme a retirou do transe que seus devaneios haviam lhe causado. Esta, que vinha de Raigor. A jovem youkai o encarou de forma inusitada, era visível que estava surpresa em tê-lo ali, se lamentando pelas proporções que tal situação ocasionaram a ela. Não esperava por tal reação, ainda mais de um dos homens presentes no local - Embora também achasse isso por parte de Altrouge -. Ao término de seus dizeres, Khiëv o olhou de uma forma um tanto quanto, misteriosa. Mas logo esbanjou um brando sorriso, e se pôs a apresentar-se formalmente a ele. — Sim, meu nome é Khiëv. Me desculpe por não lhe dizer que é um prazer conhecê-lo também. Sabe... As circunstâncias não estão muito favoráveis! — Pausou, enquanto olhava aos outros homens presentes ali, assimilando rosto aos nomes. — Obrigada por isso. Mas sei que este não é seu objetivo inicial, então não pretendo portar tanta dependência de sua ajuda. Vamos a Lucian primeiro, até lá... — Assim deixou de forma misteriosa suas pretensões e encerrou sua apresentação.

Não demorou até que o grupo se encontrasse diante da entrada que daria acesso a área subterrânea de Hilydrus, e assim Khiëv os acompanhava quieta e visivelmente pensativa. Após entrar nos esgotos, o cheiro que ela há muito havia esquecido parecia voltar a incomodar. Esquivava-se de todos os entulhos que ali se decompunham, isso quando não enchia-se com os ratos que ousavam saltar na sua frente. Estava logo atrás do grupo, e a frente de Altrouge. Mas uma parada brusca dos que estavam na dianteira, fez com que Khiëv colidisse desavisadamente com o homem a sua frente, que ela logo constatou se tratar de Gin. — Auch... De-Desculpe!... — Ao se afastar pôde ver as razões da parada repentina, que logo foram confirmadas pelo anúncio Raigor. Ela então caminhou e se pôs ao lado dele, enquanto olhava os caminhos a seguir e dava uma rápida bisbilhotada no mapa, que se encontrava nas mãos do mesmo. Ficou apreensiva a dar uma opinião, pois nada entendia de túneis, e aquele mapa a primeira olhada a confundia demasiadamente. Então, apenas ficou aguardando pela manifestação dos demais.
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Kronos Hiily em Sex 06 Maio 2011, 9:11 pm

Finalmente estavam prontos. Ainda naquela estalagem, Akkin recebeu seus suprimentos assim como todos os outros. Guardou os mesmos com cuidado em sua mochila ou em algum compartimento separado que levasse consigo e então, finalmente partiram.

Quando estavam prestes a sair, Raigor se aproximou da “novata” naquela aventura e lhe disse algo. A mesmo respondeu com um jeito doce e tímido, talvez o seu original. Não ligou muito naquele momento e tratou de descer logo para o primeiro andar. Ficou esperando o grupo na porta da estalagem.

Depois de alguns minutos, já se encontravam andando para o local por onde iriam entrar. Não era muito longe. O buraco ficava do lado de uma casa, era um local que poderia passar despercebido facilmente. Com a ajuda de Gin e Raigor, Akkin retirou a pesada tampa, abrindo passagem para que os integrantes do grupo passassem.

Já dentro, o cheiro não incomodou tanto o Hanyou. Graças a experiência fornecida pelo ambiente de trabalho de Shadira, estar com o olfato presente sobre coisas fétidas, já estava se tornando comum. Tratou foi de andar para acompanhar os demais que já de distanciavam. Ascendeu rapidamente sua tocha e se impressionou com o lugar onde estava. Era imenso, mais parecia um conjunto de fortes antigos do que um esgoto.

Andava olhando para todos os lados, atendo a qualquer coisa fora de comum. Ouvia Raigor atentamente e o seguia, até chegarem a um local sem saída. Devido a um aparente desabamento, a passagem estava inutilizada, forçando o grupo a tomar outra rota. Uma rota alternativa. Raigor então pediu ajuda para poder analisar o mapa e lhe dar uma solução viável. Akkin prontamente se qualificou. Iluminou o mapa e dando uma breve olhada começou a falar:

- Bem, voltar a superfície está fora de cogitação, As entradas restantes que dão acesso ao esgoto apenas no deixam mais distantes do nosso objetivo. Essa câmara circular também não se mostra uma boa opção... Teríamos que dar uma longa volta, o que nos faria cansar mais rápido, sem considerar o que pode aparecer no caminho. Creio que seguir até o cruzamento é o meio mais rápido... O que você acha?
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

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