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Entre o Céu e o Inferno - Campanha

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Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Qua 22 Set 2010, 2:24 am

Saudações.

Vamos a algumas orientações.

Jogadores:

Gim
Akkin Cei
Altrouge Brunestud
Hayate Knnel
Nimai Zilemt
Khiëv


Enfim, isso é tudo.

Desejo a todos um bom jogo e espero que gostem da minha narrativa.

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Entre o Céu e o Inferno

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Prólogo - A Expedição

Não faz muito tempo que os quatro cantos da ilha de Lodoss foram agitados pela notícia de uma grande expedição, uma expedição para mapear e explorar a misteriosa floresta Endless. Essa expedição era patrocinada pelo mago Zaran, um mago de pouca fama porém, grande fortuna.

Muitos questionaram os motivos da expedição, uns diziam que o mago buscava poder com os possíveis tesouros escondidos na floresta, outros diziam que a causa dele era nobre e que ele realmente buscava o conhecimento, tinham outros ainda que alegavam acreditar que o mago queria apenas uma coisa, a fama.
Quando confrontado com estes questionamentos, Zaran alegava desejar o conhecimento para si e para toda a Media Lodoss, enfim nunca se soube ao certo o que o mago realmente queria.

De qualquer forma sabia-se que ele era de fato muito rico e não mediu esforços para divulgar sua expedição, anúncios foram espalhados por toda a ilha através de cartazes em tavernas e pelos gritos de mensageiros. O local de encontro para selecionar e recrutar os integrantes dessa expedição era nada mais nada menos do que a praça central de Hylidrus.

Um mês havia se passado desde o início dos anúncios até a data marcada para o grande encontro em Hylidrus, inúmeros viajantes e aventureiros viajaram para a cidade afim de garantirem seu lugar na famosa expedição enquanto a os nativos se preparavam para testemunhar os preparativos da grande empreitada.

Como prometido, no dia marcado lá estava Zaran acompanhado por uma pequena comitiva de ajudantes e guarda-costas, a praça central de Hylidrus parecia um formigueiro, haviam pessoas por todas as partes vindas de todos os lugares até mesmo de Takaras. Exploradores, rangers, magos, guerreiros, ladinos e muitos outros tipos de aventureiros misturavam-se aos curiosos em uma enorme multidão. Logo que os sinos da grande Catedral de Zaltar tocaram anunciando o meio-dia, Zaran e seus ajudantes trataram de organizar os candidatos.
A expedição teria 30 vagas, haviam mais de 300 candidatos, a recompensa era boa, L$ 15000 por pessoa, isso sem contar os méritos da fama de se explorar o lugar mais perigoso de Lodoss.

A primeira etapa de seleção dos candidatos foram as entrevistas, foram feitas 3 filas por toda a praça, todas levavam para uma grande tenda com 3 entradas, dentro desta tenda Zaran e 2 dos seus mais leais ajudantes ficavam sentados em 3 mesas, entrevistando um por um dos candidatos enquanto vários outros ajudantes organizavam a multidão ao mesmo tempo em que o próprio corpo de guardas da cidade se ocupava de evitar grandes tumultos. Cerca de um terço dos candidatos foram eliminados nessa primeira etapa de entrevistas e a segunda etapa ficara marcada para o dia seguinte.

No dia seguinte novamente a praça de Hylidrus se encontrava lotada e barulhenta, um pouco menos do que o dia anterior por consequência dos candidatos rejeitados, mas ainda assim muito mais movimentada que o normal. A segunda etapa dos testes envolvia demonstrações práticas de habilidade, para organizar tudo foram montadas várias tendas enormes em diversos pontos da praça, cada uma dessas tendas era destinada à um grupo específico de aventureiros, na tenda dos arqueiros eram organizadas competições de tiro ao alvo, na tenda dos magos foram feitos exames mágicos e provas, e assim por diante, cada candidato era minuciosamente analisado e testado.
Nessa estapa mais um terço dos candidatos foram eliminados, ainda faltava mais uma etapa de testes que assim como a anterior, ficara marcada para o dia seguinte.

No ultimo dia, apesar das dispensas no número de candidatos, a multidão que outrora ocupava a praça estava muito maior do que no primeiro dia de testes. Como era de se esperar, os ultimos testes eram os mais difíceis e decisivos de todos, para esta etapa Zaran havia preparado algo especial: duelos. Os candidatos teriam que duelar entre si e os vencedores seriam nomeados como integrantes da grande expedição. Era justamente a notícia desses duelos que atraia tantas pessoas, todos queriam se divertir e ver o espetáculo acontecer.

Duelos de magia, competições de arqueiria, lutas de espada e muitas outras atividades fizeram a tarde dos habitantes de Hylidrus bastante recreativa, enquanto toda a ação acontecia vários médicos e curandeiros ficavam atentos para curar os feridos e evitar tragédias, mas infelizmente nem toda essa segurança foi suficiente e duas pessoas morreram durante o evento, dois dos participantes, um guerreiro morto em um duelo de espadas e um mago atingido por uma magia ofensiva.

Essas mortes quase causaram o fim da expedição mas por sorte Zaran já estava preparado e havia feito todos os competidores assinarem contratos isentando os organizadores do evento por quaisquer tragédias que ocorresem com eles, mesmo assim o mago tratou de pagar o transporte dos corpos até suas famílias e garantir seus enterros, em adição a isso ele ainda ofereceu um valor simbólico de L$ 2000 aos parentes. Isso não era nada comparado a dor da perda de um ente querido, mas eles haviam assinado o contrato, e negócios são negócios.

Com as etapas de seleção concluídas, restavam apenas 30 expedicionários dos mais de 300 candidatos que haviam se inscrito, tudo estava pronto para a grande expedição.

No dia seguinte, o sol da manhã surgia no horizonte dissipando a neblina que se formara na noite, e enquanto os corpos dos dois candidatos mortos partiam em carroças para suas respectivas famílias, Zaran e sua expedição rumavam a cavalo para seu objetivo: a Floresta Endless. A expedição possuia ao todo 31 integrantes, Zaran e outros magos, ranges, guerreiros, arqueiros, sacerdotes do deus Zaltar, curandeiros entre outros aventureiros profissionais.

Quando os destemidos integrantes da expedição sumiram no horizonte de Hylidrus a caminho de Endless, levaram consigo as esperanças de todos que testemunhavam o evento, todos esperavam vê-los no futuro, retornando sãos e salvos com suas sacolas lotadas de tesouros e cheios histórias fantásticas na ponta da lingua. Ninguém imaginava o que estava para acontecer, ninguém seria capaz de prever o desastre que estava por vir. Endless mostraria a todos que nem um e nem mil seriam capazes de desvendar seus mistérios.

Fim do prólogo.


Última edição por Goldsilver Ironsteel em Qua 11 Maio 2011, 11:31 pm, editado 9 vez(es) (Razão : Correções gramaticais.)
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Capítulo 1 - O Sobrevivente

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Qua 22 Set 2010, 1:51 pm

Infelizmente o nosso amigo e jogador Hayate parece não ter muito tempo disponível para participar de nossa aventura, por conta disso eu estarei cedendo a vaga do mesmo para outro jogador.

Hayate, assim que você acreditar que está disponível fale comigo e eu te incluirei novamente na campanha.

Um abraço.


A aventura começou! Jogadores se preparem!


Capítulo 1 - O Sobrevivente


Dois meses se passaram depois do início da grande expedição de Zaran à Endless...

@ Akkin

Era uma manhã tranquila em Endless, o Sol se erguia majestoso no firmamento derramando sua luz e o calor que tras a vida. Uma brisa suave soprava constantemente balançando as copas das árvores e fazendo as folhas no chão dançarem em pequenos redemoinhos.
Akkin vagava solitário pelos arredores da floresta enquanto apreciava aquela bela manhã, não fazia mais de uma lua que o viajante havia retornado a região. Mesmo sabendo dos perigos de viajar por esta região, ele não se importava, precisava obter informações sobre como Hylidrus estava atualmente.
Akkin andava furtivamente, mesmo estando uma manhã ensolarada ele se mantinha sempre coberto por um manto verde escuro, procurando camuflar-se com o ambiente, Akkin caminhava esgueirando-se por entre árvores e arbustos, de tempos em tempos ele parava, e observava a região, apenas para se certificar de que ninguém o estava observando. Tempos depois o meio dia se aproximava e junto com ele a fome, era hora de comer.
Akkin escolheu uma clareira discreta, ali ele ascendeu uma pequena fogueira para cozinhar seu almoço. Foi então que ele começou a ouvir ruidos no meio do mato, eram sons de um galopar vagaroso, será que era algum viajante ou um batedor do exército de Hylidrus?
Na dúvida, todo cuidado é pouco, Akkin rapidamente se colocou em alerta indo em direção aos ruídos, depois de andar cerca de 10 passos ele finalmente pode avistar a causa dos ruídos, eram um cavalo e seu cavaleiro.
O animal parecia muito cançado, como se tivesse percorrido uma grande distância sem pausa, seu galopar era lento e vacilante, seu cavaleiro usava um manto longo de cor verde escuro e estava deitado por sobre seu dorso, aparentemente desacordado e sem ação.


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Última edição por Goldsilver Ironsteel em Qua 10 Nov 2010, 11:07 pm, editado 12 vez(es) (Razão : Correção gramatical.)
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Kronos Hiily em Sex 24 Set 2010, 1:53 pm

Ah... a floresta. Sim, fazia tempos desde que não vinha ali. Havia sido exilado do reino e por mais que gostasse daquele terra também era procurado pelo exército, uma recompensa e vários mercenários o separavam da terra que ele nascera. Bom, mas um dia ele teria de voltar... E voltou. Ali, andando pela Floresta Endless, a paisagem o recebera como um filho. O vento batia em seu rosto e as folhas dançavam discretamente ao redor do mesmo. Nunca sabia se estava ou não sendo procurando, então procurou camuflar-se com seu manto verde e vez ou outra se certificava olhando ao redor para saber se ninguem o seguia.

Provavelmente era meio dia. A foma estava atacando, os frutos tinham acabado, mas ele ainda tinha um pouco de carne consigo... crua. Sentou em uma pequena clareira, e juntando alguns gravetos finos e secos, se pôs a ascende uma fogueira. O crepitar da mesma lhe chamava atenção... Era como se estivesse hipnotizado. Foi quando algo lhe tirou de seu devaneio. Passos? Pelo menos era algo parecido. Galopar... Isso, seus instintos youkai estavam apurados. Rapidamente se escondeu atrás de uma árvore.

— Só me faltava essa - Praguejou baixinho sentido o suor escorrer pela testa.-

Decidiu sair e ir em diração aos passos. Não muito longe, cerca de dez passos que dera, Akkin percebeu um cavalo, que por si, mostrava um semblando exausto. Em cima do mesmo, um cavaleiro. Seu capuz era verde e estava aparentemente indefeso. Akkin descretamente, e andando com calma deu a volta pelo lado direito, sempre se esgueirando por entre arbustos e arvores. Se cobriu mais ainda jogando o manto por cima da cabeça, mas de uma forma que não impedisse seus movimentos rápidos. Foi então.. que andando calmamente atrás do animal e do conduzinte para não levantar suspeitas, com movimentos veloz ele atacou. Segurou o rapaz pelo pescoço e o puxou para trás com violência, fazendo-o cair sentado. Sem tempo a perder, se agachou atrás do mesmo e colocou sua espada no pescoço do cavaleiro, sussurando em seu ouvido:

— Shhhh. Quieto - Disse baixinho olhando aos redores para ver se não existiam outros por perto -

Arrastou o rapaz para trás de uma árvore. O que mais poderia inquietar o cavaleiro seria a forma fria, calma, calculista e séria do jovem que outrora ria bem humarado diante da paisagem. Ainda com a espada em punho, fitou o homem a sua frente. Então perguntou.

— Ora, ora, ora.. O que temos aqui?
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Sex 24 Set 2010, 2:17 pm

@ Akkin

Logo após pronunciar sua pergunta Akkin então notou surpreso algo que era impossível de se notar na visão passada, o homem, o cavaleiro e seu prisioneiro, estava com uma expressão abatida em seu rosto, como se não houvesse descansado por dias, mas o pior não era isso, o pior eram as manchas de sangue que estavam espalhadas por toda a sua vestimenta. Um pequeno ferimento, aparentemente feito pelas garras de um animal se exibia em seu toráx, mas para a sorte do ferido, ele não parecia ser profundo. Foi então que o homem falou com uma voz pesada e arrastada, quase como que murmurando.


"Me... ajude. Me ajuuudee... todos eles, todos! Estão todos perdidos!!!"

Leve-me para a cidade, eu preciso de ajuda, estou cansado, ferido, fiquei dias sem dormir ou comer. Por favor, eu imploro, ajude-me!


O olhar do homem era assustador, eram olhos de alguém que vira algo horripilante e sobreviveu para contar a história, esses olhos penetravam Akkin assustadoramente de uma forma que ele podia sentir parte do pavor que haviam testemunhado.

Aquele homem parecia não ver ameaça alguma na lâmina de Akkin, era como se o que ele havia visto antes ainda o estivesse perseguindo fazendo com que todas as outras ameaças se tornasem irrelevantes.


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Última edição por Goldsilver Ironsteel em Sex 24 Set 2010, 3:14 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Kronos Hiily em Sex 24 Set 2010, 2:38 pm

Movimentos rápidos e precisos. Agora o rapaz era seu prisioneiro. Mas algo estava...muito errado naquilo tudo. O rapaz, tinha uma expressão cansada, parecendo que fora pertubado e não tivesse paz por no minimo dois dias, ou seja, não dormiu um minuto sequer. Além disso, ao olhar por todo o corpo do rapaz, percebeu um líquido um pouco pegajoso que por sinal manchou seu manto: Sangue. Agora Akkin estava confuso. Aquele cara não estava atrás dele, se duvidasse queria era fugir de sua presença. Seu torax, ferido, mais sangue. Algum animal? Akkin não soube responder, mas aquilo estava começando a deixar o meio-youkai.... feliz. Aventura... Aquele adrenalina, voltou a tona.

"Me... ajude. Me ajuuudee... todos eles, todos! Estão todos perdidos!!!"

Leve-me para a cidade, eu preciso de ajuda, estou cansado, ferido, fiquei dias sem dormir ou comer. Por favor, eu imploro, ajude-me!

Sua expressão serena voltou ao rosto. Olhou o rapaz com pena e sentiu um calafrio percorrer a espinha. Seus olhos demonstravam o medo, o puro terror de algo que Akkin poderia sequer imaginar. Afinal o que seria? Era isso que Akkin agora estava disposto a descobrir.

— Preste atenção. Não posso lhe levar a cidade - Ficou de costas pro rapaz - Eu sou um... "assassino" - Pronunciou com pesar aquelas palavras, um erro cometido no passado - Retirou de sua bolsa algumas frutas e guardou sua espada, da qual o homem nem sequer tremeu na presença. Corajoso. — Siga esse caminho, foi por onde eu entrei. - Falou indicando por onde veio - Você dará direto nas estradas pra Hilydrus. Mas antes de ir, diga-me. De que direção você veio? Onde está o suposto resto do grupo. Quero as coordenadas.

Akkin, o fitava animado, deixando ainda mais confuso o cavaleiro. Aquilo poderia ser perigoso, porque aquele garoto queria tanto seguir contra a morte? Simples: Diversão. Aquilo motiva o youkai. Era assim que ele vivia. Sua adrenalina gritava por aventura e ele acabara de achar uma bem interessante.
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Sex 24 Set 2010, 3:06 pm

@ Akkin

Ao ouvir as palavras de Akkin, o homem mudou sua expressão por um momento, ele ficou sério e encarou o rapaz, sim, ele conhecia esse rosto... ele o tinha visto em um cartaz fixado na entrada de uma estalagem qualquer.

Mas ele não se importava, aquele homem não era uma ameaça para ele, pelo contrário, ele havia acabado de se tornar a sua única esperança.

O homem se levantou com dificuldade, dava para ver que por baixo de seu manto verde escuro, ele usava um corselete de couro batido, em suas costas ele possuia uma aljava de flechas, porém vazia, uma espada curta encontrava-se guardada em sua bainha.

Ele aparentava ter por volta de 25 anos, possuia cabelos e olhos castanhos e uma barba rala da mesma cor. Pela maneira como se vestia e pela sua armadura era evidente a profissão daquele homem, ele era um ranger, um guerreiro da natureza.



Após se recompor o homem começou a falar.


"Eu já ouvi falar de você, tem uma recompensa pela sua cabeça não é? Mas isso não me interessa. Você quer saber da onde eu vim? Olhe para o fundo da foresta e se assuste, pois é de lá que eu venho, sim, é de lá mesmo, das profundezas de Endless.

Meu grupo... a maioria deles estão mortos, e os que ainda estão vivos neste momento são cativos, prisioneiros de criaturas estranhas, assustadoras que mais parecem ter saido de um pesadelo.
Homens estranhos que no lugar de suas bocas possuem tentáculos de polvo! Pelos deuses! Eu ainda me lembro de ver um deles agarrando a cabeça de um de meus amigos com aqueles tentáculos asquerosos e..."


A expressão de pavor voltou a tomar conta do rosto do homem, mas ele não se deteve e tornou a falar.

"Temos que ir para a cidade, preciso me recuperar, eu sei que você é procurado, mas se a gente partir agora podemos chegar lá ao anoitecer, com sorte ninguém nos notará, eu conheço um lugar onde podemos passar a noite escondidos. Você me parece corajoso, se tem tutano para entrar em Endless da forma como pareceu, com certeza não terá medo de se aventurar em Hylidrus. Assim que eu estiver curado irei partir para resgatar meu irmão e meus amigos e talvez você me ajude. Além disso, com um pouco de sorte podemos encontrar mais ajuda na cidade.

Por Zaltar, não importa o quão assustadoras sejam aquelas criaturas, eu vou salvar meus companheiros, custe o que custar, nem que eu tenha que enfrentar os perigos de Endless sozinho!

Venha comigo amigo, meu cavalo está cansado mas ainda aguenta mais um dia de viagem. Venha e no caminho te contarei tudo.

E antes que me esqueça, eu me chamo Raigor Woodgreen, sou um ranger."


O homem virou-se de costas para Akkin e começou a caminhar devolta para sua montaria.

"Venha se quiser, não temos tempo a perder, e não se preocupe, não seguiremos pela estrada, conheço uma trilha na floresta que pode nos ser util, além de discreta ela não é movimentada e ninguém nos verá viajando."

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Última edição por Goldsilver Ironsteel em Sex 24 Set 2010, 3:21 pm, editado 1 vez(es) (Razão : Adição de detalhes.)
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Kronos Hiily em Sex 24 Set 2010, 10:39 pm

Akkin viu a expressão no rosto do homem ao lhe reconheçer.

"Eu já ouvi falar de você, tem uma recompensa pela sua cabeça não é? Mas isso não me interessa. Você quer saber da onde eu vim? Olhe para o fundo da foresta e se assuste, pois é de lá que eu venho, sim, é de lá mesmo, das profundezas de Endless.

Inicialmente ficou com um pé atrás. Poderia ser muito bem algum cavaleiro enviado as florestas, ou até um mercenários procurando criminosos por recompensa, nesse caso Akkin voltou a tomar cuidado, pricipalmente com o que dizia. Mas algo na sua história, convencia Akkin do contrário. Aquele homem tremia, suava sentia medo. E indicou as pronfundezas de Endless. Bom,o meio-youkai nunca andou por toda a floresta, a mesma abrigava muitos mistérios que Akkin desconhecia... Não por muito tempo. Voltou a prestar atenção no que o homem dizia.

Meu grupo... a maioria deles estão mortos, e os que ainda estão vivos neste momento são cativos, prisioneiros de criaturas estranhas, assustadoras que mais parecem ter saido de um pesadelo.
Homens estranhos que no lugar de suas bocas possuem tentáculos de polvo! Pelos deuses! Eu ainda me lembro de ver um deles agarrando a cabeça de um de meus amigos com aqueles tentáculos asquerosos e..."

Expressão calma. Era incrivel como depois de tudo o que o homem falou , Akkin ainda estivesse calmo e sorrindo. Só algo muito, mais muito fora do comum para deixar o garoto perplexo.. Bom, tentáculos em lugar de bocas não era uma delas. O garoto ficou imaginando com uma cara comica como seriam essas pessoas e não deixou se soltar um riso. Aquilo sinceramente deixava qualquer um atordoado. O fato é que Akkin levava tudo na brincadeira, não medindo consequências. Não tinha medo...

"Temos que ir para a cidade, preciso me recuperar, eu sei que você é procurado, mas se a gente partir agora podemos chegar lá ao anoitecer, com sorte ninguém nos notará, eu conheço um lugar onde podemos passar a noite escondidos. Você me parece corajoso, se tem tutano para entrar em Endless da forma como pareceu, com certeza não terá medo de se aventurar em Hylidrus. Assim que eu estiver curado irei partir para resgatar meu irmão e meus amigos e talvez você me ajude. Além disso, com um pouco de sorte podemos encontrar mais ajuda na cidade.

Akkin sorriu e disse mas diretamente

— Não vou. Salve sua vida. Ou melhor corra. Se você não foi capaz de salvar seus amigos eu o tentarei. Veja, não é questão de corajem... pelo menos para mim não. Estou apenas me divertindo. Mas não quero sangue em minhas mãos. Raciocine amigo. Enquanto andamos para descançar, seus amigos são torturados e mortos, e você não faz nada. Vai apenas chegar na hora de ver seus corpos mutilados no chão. - Akkin brincava com a mente do rapaz.... Um pouco sádico sim, mas não a ponto de machucar -

Por Zaltar, não importa o quão assustadoras sejam aquelas criaturas, eu vou salvar meus companheiros, custe o que custar, nem que eu tenha que enfrentar os perigos de Endless sozinho!

Venha comigo amigo, meu cavalo está cansado mas ainda aguenta mais um dia de viagem. Venha e no caminho te contarei tudo.

E antes que me esqueça, eu me chamo Raigor Woodgreen, sou um ranger."

— Não... você não irá salva-los. Sabe porque? Enquando você fica de lero-lero comigo eles morrendo. Vá, descançe e volte para me ajudar... Eu acho que vou precisar. - Sorriu. — Bom... para as profudezas certo?

"Venha se quiser, não temos tempo a perder, e não se preocupe, não seguiremos pela estrada, conheço uma trilha na floresta que pode nos ser util, além de discreta ela não é movimentada e ninguém nos verá viajando."

— Vá com Zaltar e reze pela sua proteção. - Akkin falou se virando.— Acautela-te quando lutares com monstros, para que não te tornes um. - Falou alto, andando em direção as profundezas da floresta. Depois de alguns minutos... ele desapareçeu.

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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Sex 24 Set 2010, 10:49 pm

@ Akkin

Vendo a atitude de Akkin o ranger se assustou e pensou.

Esse homem, ele não é um sujeito comum, ele é um LOUCO!

"SEU TOLO! Você acha mesmo que pode entrar nas profundezas de Endless sozinho e sair com vida? Você sabe o que aconteceu? Por acaso ouviu falar da grande expedição promovida pelo mago Zaran? Eu sou um dos membros da expedição, nos eramos 31, está ouvindo? 31 guerreiros!

Magos, guerreiros, curandeiros, rangers, ladinos e sacerdotes, nenhum amador, todos profissionais.

O que você disse faz sentido, mas eu sei o que eu vi, mas não podemos nos arriscar, se você for lá sozinho morrerá, servirá de comida para os monstros antes mesmo de chegar ao cativeiro de meus amigos. Temos que ir para Hylidrus, nos equipar adequadamente e conseguir ajuda.

Por favor me escute, existem monstros em quantidade assustadora nessa floresta maldita, aqui na orla ela é calma e serena, mas mais ao fundo se torna densa e obscura. Segure seu excesso de confiança, venha comigo rápido."


O homem parou de falar e ficou aguardando a atitude de Akkin, ele sabia que se ele continuase com essa idéia maluca de entrar em Endless sozinho provavelmente seria morto, e se por algum milagre ele não morrese provavelmente se tornaria mais um prisioneiro daquelas criaturas estranhas.

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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Kronos Hiily em Sex 24 Set 2010, 11:46 pm

Aquilo estava deixando Akkin sem paciência e isso raramente acontecia.

"SEU TOLO! Você acha mesmo que pode entrar nas profundezas de Endless sozinho e sair com vida? Você sabe o que aconteceu? Por acaso ouviu falar da grande expedição promovida pelo mago Zaran? Eu sou um dos membros da expedição, nos eramos 31, está ouvindo? 31 guerreiros!

— Inúteis. - Falou friamente -

Magos, guerreiros, curandeiros, rangers, ladinos e sacerdotes, nenhum amador, todos profissionais
.

— Tá bom vou retificar: Profissionais inúteis.

O que você disse faz sentido, mas eu sei o que eu vi, mas não podemos nos arriscar, se você for lá sozinho morrerá, servirá de comida para os monstros antes mesmo de chegar ao cativeiro de meus amigos. Temos que ir para Hilydrus, nos equipar adequadamente e conseguir ajuda.

— Cara, você é um pé no saco sabia? Alguém já te disse isso?

Por favor me escute, existem monstros em quantidade assustadora nessa floresta maldita, aqui na orla ela é calma e serena, mas mais ao fundo se torna densa e obscura. Segure seu excesso de confiança, venha comigo rápido."

Akkin levou aquilo como uma afronta. Desde que se separou do seu amigo de jornadas, Daichi, Akkin nunca mais trabalho em dupla ou grupo. Simplesmente deixou como estava. Cada um seguiu para o seu lado em busca do seu objetivo, e Akkin escolheu o caminho que quis: A Solidão. Andou e correu por esse caminho por meses e de volta a Hilydrus aparece alguém querendo atrapalha-lo.Os Deuses nunca viram Akkin com bons olhos, acho que esse era o fato. Estava começando a duvidar se fora mesmo bem recebido pela natureza.E antes de tuo... Louco? Sim Akkin era muito.

— Tudo bem, vamos logo. Porque eu juro, que se eu continuar te ouvindo, eu vou te bater, te levar lá pra dentro, e te oferecer como sacrifício pra aquelas aberrações. – Akkin pasou pelo rapaz e ficou perto do cavalo esperado o mesmo .

Por um instante fitou o céu... Ah, as nuvens. Ele adorava ficar deitado as vendo passar... Lhe dava uma paz, uma traquilidade. – “Natalia... Onde você está? Faz muito tempo não? “ – Pensou. Fazia tempo mesmo, aquela angustia tinha voltado. Ele se encontrava só dinovo, precisava aprender a conviver daquela maneira. Por isso rejeitava todas aquelas ajudas

— Olha só. Se você corre o risco de morrer em duas ocasiões. Primeira – levantou o dedo indicador - Se me reconhecerem em Hilydrus eu juro que você vem junto e os guardas terão em poucos minutos um corpo morto na cela. Segudo – levantou o dedo do meio - Se voltarmos aqui e essas criaturas não passarem de vermes. Eu vou arranjar criaturas de verdade pra te devorarem. Escutou?

Não dando a mínima pro que o rapaz falaria, começou a puxar o cavalo que não era seu, por sinal acariciando o focinho do bicho. Estava rumando de volta para Hilydrus.

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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Sab 25 Set 2010, 12:00 am

@ Akkin

Raigor ignorou as ameaças de Akkin, ele não tinha nenhuma intenção de prejudicá-lo, ele podia ser louco, mas talvez seria o único louco disposto a ajudá-lo, se bem que ele não sabia os motivos que se passavam dentro da mente do "assassino".
O homem pareceu satisfeito com a atitude de Akkin, no entando seu cavalo estava cansado e ele não aguentaria mais um dia de viagem ainda mais carregando dois homens, mas ele tinha um trunfo.
Remexendo seus bolsos ele tirou um fruto muito estranho, o fruto era avermelhado, do tamanho de uma noz e com a ponta amarelada, porém ao contrário de uma noz ele era macio.

Raigor se aproximou de seu cavalo levando sua mão com o fruto para o animal que prontamente o devorou.


"Essa foi uma das poucas coisas boas que encontrei no interior da floresta, esses frutos possuem propriedades mágicas poderosas, graças a eles eu consegui voltar para cá. Esse é o ultimo que restou."

Após dizer isso ele subiu no cavalo que parecia estranhamente revigorado, estendeu a mão para Akkin e esperou para que este subise. Akkin por sua vez obviamente esitou, ficou olhando o braço de Raigor estendido para ele e então finalmente aceitou a carona.

Ele ja havia aceito ajudar o homem, não poderia recusar a carona, além disso, se ele o fizesse estaria se contradizendo, afinal, era ele quem disse que era bom ser rápido.

E assim ele foi, relutante mais foi.


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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Kronos Hiily em Sab 25 Set 2010, 12:07 am

Subiu no cavalo e então seguiu viagem. No caminho observou belas árvores, e frutas que nunca tinha visto. Outrora o cavalo cansado e exausto estava andando firme e revigorado. Akkin não sabia muito bem no que consistia aquela fruta, mas era óbvio que revitalizava o vigor físico. No resto da viagem, Akkin permaneceu calado pensando no que fazer quando chegasse a Hilydrus. Pelo visto a viagem tediante não ajudava muito.

---------------------------------------------------------------------------------------------------------

Hilydrus. Grande cidade. Já se podia ver ao longe. Castelos, casas, e os muros que davam a volta na cidade. Uma imensa fortaleza que abrigava muito honra e lealdade. Pena, que Akkin não mais poderia desfrutas de sua terra natal. Certos erros que são cometidos, jamais devem ser perdoados.

— Finalmente em casa... - Sua voz era mansa e baixa. Parecia desanimado -
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Sab 25 Set 2010, 12:25 am

@ Akkin

A estrada que Raigor usou era muito mais discreta e rápida do que as estradas normais, Akkin ficou impressionado com a astúcia de seu novo companheiro. Graças ao caminho secreto de Raigor os dois viajantes completaram em poucas horas o que normalmente se levaria um dia inteiro e ao cair da noite eles já se encontravam nos arredores de Hylidrus.

Raigor sabia que agora eles teriam que ser furtivos se quisesem entrar na cidade sem chamar a atenção, porém, por mais segura e vigiada que Hylidrus fosse, Raigor conhecia bem suas falhas, não que ele fosse um criminoso, mas ele era um cara bem discreto e odiava chamar a atenção.

Guiando o cavalo Raigor adentrou a cidade pelo portão oeste, o portão menos vigiado, talvez por ser aquele que dava acesso a área pobre da cidade habitada pela maioria da peble. Apesar da insegurança de Akkin, ele confiou em seu guia, afinal, esse homem havia saido vivo das profundezas de Endless e parecia conhecer a região melhor que ele.

Os dois passaram sem problemas pelo portão, dois guardas preguiçosos e sonolentos montavam guarda e não reconheceram o rosto de Akkin, graças ao conjunto de elementos que encobriam sua entrada na cidade, seu manto, a noite, o sono dos guardas e o portão escolhido para se entrar na cidade.

Uma vez dentro, eles desceram do cavalo e passaram a caminhar pelas ruas estreitas da cidade medieval. Aquilo tudo despertou doces e tristes lembranças na mente de Akkin e um sentimento de nostalgia o abateu.

Enquanto vagavam pelas ruas sombrias e estreitas, a noite avançava cobrindo a região com suas trevas. Tudo o que agora iluminavam as ruas da zona pobre de Hylidrus eram a tocha de Raigor e alguns praseiros esparços pelas ruas. Enquanto a noite chegava para reinar mais uma vez, um estranho e misterioso nevoeiro encobria toda a região, algo estava errado, nevoeiros não são normais nesta região, pelo menos não tão densos desse jeito.


Ruas da área pobre Hylidrus


Fim do capítulo 1.

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Última edição por Goldsilver Ironsteel em Sab 25 Set 2010, 11:53 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Sab 25 Set 2010, 1:11 am

@ Samira

Capítulo 2 - Expedição de Resgate

As noites de Lodoss costumam ser mais sombrias e perigosas que as de outros mundos, e é um hábito para a maioria de seus habitantes se recolherem para a segurança de seus lares ao por do Sol. Mas essa não era uma regra geral, na verdade, assim como existem aqueles que vivem o dia e dormem à noite, existem aqueles que vivem a noite e dormem o dia, em especial os vampiros, os maiores predadores da noite.

Samira vagava sozinha pelas vielas e becos escuros de Hylidrus, ela estava faminta, o estranho e denso nevoeiro que invadira a cidade impedia que qualquer coisa fosse vista além de um raio de 7 passos, mas para Samira isso não era problema, na verdade ela até estava apreciando esse acontecimento incomum.
Sua intuição sobrenatural substituiria seus olhos e ela acharia suas vítimas com ou sem nevoeiro, com ou sem luz, e de fato ela não estava carregando luz alguma consigo, andava na escuridão total sendo guiada apenas por seus outros instintos, ocasionalmente ela encontrava um ou outro braseiro iluminando as ruas, mas com a neblina eles não serviam de nada.
Em sua caminhada sombria e furtiva, ela encontrou algumas possíveis vítimas, mendigos, não, ela não provaria do sangue deles, além de serem fedidos costumavam estar cheios de doenças e apesar do organismo de Samira garantir imunidade a grande maioria delas, ela preferia não beber daquele sangue.
Talvez ela conseguise alguma presa melhor, poderia ser qualquer um, um viajante noturno chegando na cidade, uma prostituta, um bêbado perdido...

Foi então que sua audição captou algo, eram sons, susurros, parecia ser uma conversa, Samira caminhou com cuidado em direção aos sussurros até chegar perto de uma sacada térrea, era dali que vinham os sons, de uma janela aberta.

Sua intuição sobrenatural revelava a ela que dois seres estavam dentro do aposento, uma pequena luz vinda de uma vela refletia lá de dentro, Samira com cuidado se posicionou fora do ângulo da janela, de forma que os homens ali dentro não a vissem.
Uma coisa a deixava inquieta, sua intuição lhe dizia que um dos homens era humano, mas o outro, o outro parecia ser de uma raça desconhecida, não era humano, vampiro, meio dragão, elfo... era completamente desconhecido para ela.


Voz 1: "...quero que você o ache e acabe com ele, ele não pode revelar a localização do nosso templo secreto a ninguém. A expedição daquele mago tolo nos trouxe ótimos escravos, mas vamos precisar de mais, não podemos ter nossos planos ameaçados por um maldito rangerzinho."
Voz 2: "Sim mestre eu entendo, faremos o possível para encontrá-lo, eu e meus companheiros."
Voz 1: "Excelente, ficaremos no aguardo, da próxima vez que eu vier até a superfície espero receber boas notícias de você, não falhe."
Voz 2: "Não falharei mestre."
Voz 1: "Ótimo, para o seu bem é melhor não falhar, pois se o fizer seu cérebro me servirá de refeição."
Voz 2: "Si-si-sim mestre."
Voz 1: "E mais uma coisa, espalhe o boato de que existe um grande tesouro nas profundezas de Endless, precisamos de mais escravos e os boatos de um tesouro deverão atrair muitos viajantes tolos para lá. Hehehehehe
Tome, pegue estes diamantes, diga que você os achou em Endless, use sua imaginação e invente sua história.
Se me servir bem, te garantirei proteção quando nossa raça reinar sobre a superfície.
Estou partindo agora. Lembre-se, não falhe em sua missão."


A uma das vozes, a do humano, era uma voz comum, apesar de transparecer o medo em suas palavras tremulas, já a outra voz, era estranha, inumana, era como um sussurru gutural. Aquilo arrepiou a pequena vampira com calafrios que percorreram todo o seu corpo.

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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Kronos Hiily em Dom 26 Set 2010, 11:02 am

Noite. Já estavam em Hilydrus. Agora a mente de Akkin estava pensativa. Não poderia ser visto, muito menos reconhecido. Seu manto ajudava e o tempo colaborava mais ainda, só restava saber o que Raigor iria fazer. Bom, ele se mostrou muito eficiente até agora. Só restava esperar.

Ala Oeste, uma das poucas alas com fraca segurança, afinal, ali eram onde vivia a parte pobre de Hilydrus, um subúrbio por assim dizer. O estado não dava muita atenção para aquelas bandas, eram só pessoas sem dinheiro, ou até mesmo sem nenhuma utilidade, porque se preocupar? . Raigor entrou e sem muitas dificuldades. Os guardas que vigiavam o portão estavam adormecidos, a noite caia sobre todos e calmamente entramos no que se convinha chamar de “área humilde”.

Desceram do cavalo calmamente se dispuseram a andar. De certa forma, aquela cidade como um todo dava uma certa nostalgia a Akkin. Muito tempo se passara desde que saiu da cidade. Não tinha a mínima idéia de como as coisas estavam... Pra dizer a verdade, não começaram muito bem, quer dizer, mal chegou e ficou sabendo que 31 guerreiros pereceram na mão de inimigos, ou melhor monstros . O único sobrevivente lhe pede ajuda e volta à cidade sendo que já o conhece pelos cartazes com seu rosto, os quais estão espalhados pelas tabernas. No mínimo tem que de se desconfiar, mas agora que já estava ali, recuar ou se negar a algo só lhe trariam mais problemas.

— Onde vamos ficar e quem chamaremos para reforço? – Indagou o meio-youkai no caminho -

Raigor só sabia que Akkin era um assassino, mas muito se escondia naquele rapaz. Raigor não sabia por exemplo que talvez , o meio-youkai pudesse conhecer a cidade até melhor que ele já que o mesmo tinha servido por anos no exercito de Hilydrus. Mas isso não importava agora. Akkin olhava para o beco diversas vezes, para se certificar de que tudo estava certo. Pelo menos até um certo momento esteve, foi então que a neblina invadiu aquele cenário, dando um outro ar para aquele ambiente. Akkin parou repentinamente.

— Tem algo errado – Falou baixo, como era de costume. — O nevoeiro está muito denso, não costuma ficar assim nessa região. Vamos nos apressar, em poucos segundos não poderemos ver nada a um palmo do nosso nariz, e isso vai ser tornar no mínimo, muito preocupante.

Se cobriu com o manto um pouco mais e tentando visualizar algo a sua frete, tentou seguir junto a Raigor pela cidade.
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Dom 26 Set 2010, 11:50 am

@ Akkin

Akkin e Raigor andavam pelas ruas estreitas e agora dominadas pelo nevoeiro sobrenatural, essa definitivamente não era uma noite comum.
Em um certo momento ele sentiu uma brisa rápida, quando se deu por conta Raigor havia parado de andar, ele também havia sentido a brisa...

Por alguns segundos eles ficaram ali, apenas prestando atenção no ambiente ao seu redor, até que subitamente...


"Venha comigo rápido! Estamos sendo seguidos!"

Após dizer isso Raigor apressou seus passos que por pouco não disparam em uma corrida, não fosse o fato de ter que puchar seu cavalo e de estar ferido, Akkin o acompanhava logo em seguida e podia ouvir sons de passos leves logo atrás deles.

Sim, algo realmente os estava seguindo e parecia que o nevoeiro não era obstáculo nenhum para seus perseguidores.



--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


@ Shiki

Shiki caminhava tranquilo pela noite escura apreciando o nevoeiro incomum, essa era uma ótima noite para matar...
Ele caminhava esperando ter a sorte de poder satisfazer seus desejos nefastos até que a oportunidade finalmente pareceu ter vindo, em meio ao sons de seus próprios passos ele pode ouvir por um breve momento sons vindos de uma rua próxima, eram sons de passos rápidos.



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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Shiki em Dom 26 Set 2010, 12:09 pm

Caminhava calmo e com um suave sorriso cínico no esquerdo do lábio. Alí estava ele mais uma vez, caminhando, sozinho. Fitava uma luz no céu, encoberta por um denso nevoeiro. De fato, era a lua.

Como você ficaria linda..toda pintada de vermelho...

Como uma benção, algo o correspondeu. Passos rápidos, e algo familiar a uma ferradura, porém os passos eram estranhos.

- Você realmente...me ama...haha

Shiki levou a mão em um de seus bolsos, tirando seu canivete, e seguindo rumo aos passos. Eram dois...ou melhor, cinco, além de um animal.

Aquela noite prometia uma boa diversão, e Shiki já estava pronto, caminhando rumo aos seus futuros inimigos.

Bem a frente, notou dois homens e o cavalo, apesar do nevoeiro dificultar a vista, era fácil ver as formas. Parou em meio a encruzilhada logo a frente destes, fitando o chão, com os olhos semi-cerrados.


- Com certeza, essa é uma ótima noite para se caminhar.......rumo a morte.

Um barulho de metal correndo pôde ser escutado pelos dois mais a frente, junto de um leve brilho. Shiki havia sacado sua arma.

- Porém..creio que já temos outra festa a decidir, não é, rapazes?

Num movimento simples, Shiki jogou algo, não foi possível visualizar o que, mas de fato era uma pequena pedra. Ao contrário do que pensavam, ela passou reto pelos três da linha de frente, indo rumo aos três, seres, que se localizavam mais atrás.
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Kronos Hiily em Dom 26 Set 2010, 1:00 pm

Depois daquele momento, o perigo tomou conta da situação.

"Venha comigo rápido! Estamos sendo seguidos!"

Raigor apressou os passos e Akkin não perdia tempo indo logo atrás. Os passos atrás deles logo se tornaram audíveis, mas como Akkin estava correndo de costa para os mesmos, nada pode ver de suas aparências. Era isso que o incomodava. No entanto quando as coisas pareciam não poder piorar, eis que surge mais um obstáculo.

Akkin decide enfrentar os homens que lhe seguiam. Empurrando Raigor que já estava casado e ferido para o lado, Akkin gira seu corpo, se virando para os homens atrás de si. Mas nesse momento, no momento do giro, uma silhueta em meio a neblina densa lhe chamou atenção. Foi como ver tudo em câmera lenta, alguém estava atrás de si, mas por azar não sou identificar quem era. Logo depois a voz fria e sádica foi direcionada ao meio-youkai.

- Com certeza, essa é uma ótima noite para se caminhar...rumo a morte.

A voz foi acompanhada de um barulho leve e conhecido de metal.Ele estava armado. O garoto estava encurralado naquele corredor. Três homens a sua frente provavelmente armados e com vestes pesadas, que dificultavam ver seus semblantes caminhavam na direção de Akkin. Logo atrás de si, outro homem, provavelmente um deles, Akkin não poderia ter absoluta certeza. O que ele realmente sabia ali naquele momento, era que ele estava com sérios problemas.

O meio-youkai estava em um dilema. Se atacasse pela frente, iria ser atacado por trás. Se ele virasse e atacasse quem estava atrás de si além de perder tempo, poderia ser atacado pelos três homens misteriosos. A situação estava critica. Foi quando o homem atrás de si novamente falou, mas dessa vez, Akkin sentiu um choque em toda sua espinha vertebral.

- Porém..creio que já temos outra festa a decidir, não é, rapazes?

Não era um deles. Definitivamente. Mas naquele momento não podia se dar ao luxo de confiar em alguém. Tentou se virar e então um rápido risco se fez em seu rosto. O rapaz atrás de si arremessou o que seria uma pedra, pelo menos para Akkin. O fato é que o arremesso não foi direcionado a Akkin mais sim aos três homens a sua frente. Com um pequeno filete de sangue escorrendo pelo rosto o meio-youkai sorriu. No mesmo instante seu corpo começou a emitir um leve brilho... Principalmente em suas mãos e braços. Rapidamente o brilho se transformou em fogo e então foi possível ver... Duas correntes feitas pelo puro elemento de Fogo e Ar. Se entrelaçavam pelo braço do mesmo, seu comprimento era grande e pelo visto, o meio-youkai sabia muito bem como manusear cada uma delas. Sua habilidade havia entrado em jogo. Agora era morrer... ou morrer.

- Vamos nos divertir meninas... – Sorriu sádicamente -
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Dom 26 Set 2010, 2:27 pm

@ Akkin, Shiki

A pequena pedra cruzou o ar tão rápido quanto uma pequena flecha arrancando algumas gotas de sangue do rosto de Akkin em sua trajetória.
Se a figura do meio fosse um pouco mais lenta com certeza teria perdido um olho, este conseguiu se esquivar habilmente da pedra.
Conforme se aproximavam rapidamente os 3 indivíduos puderam ser vistos, estavam usando mantos negros e pesados, por baixo destes, usavam armaduras leves de couro, em suas mãos possuiam espadas curtas. Aquele que parecia ser o líder do trio, usava duas lâminas, uma em cada mão.
Devido ao capuz que usavam, não dava para saber de que raça eram.

Espadas dos assassinos.


Rapidamente eles fizeram uma formação de ataque triangular de forma que o sujeito do meio enfrentase Akkin e os outros dois flanqueasem pela direita e esquerda para atacar Raigor e Shiki. Raigor, mas mesmo assim não se intimidou e sacou rapidamente sua espada.

Enquanto os assassinos se movimentavam Akkin atacava, em um golpe circular tentou atingir o líder do trio, este por sua vez se esquivou com um habilidoso jogo de corpo, porém para o azar dele Akkin possuia um segundo ataque, seu chicote de fogo estava retornando a trajetória e no caminho cercou abraçou momentaneamente seu alvo causando-lhe dor e sérios ferimentos. Mas nem isso o fez recuar.

Enquanto isso na retaguarda Shiki se preparava para se deliciar com sua vítima, o assassino se aproximou dele e atacou, este esquivou-se habilmente para em seguida, desferir um pequeno corte em sua perna. Ele queria se divertir, se quisese poderia ter matado sua vitima ali mesmo, mas não teria graça, então primeiro ele resolveu retirar a agilidade de sua presa ferindo-lhe em uma das pernas.
O som da carne sendo cortada por sua arma era delicioso aos seus ouvidos.

Simultâneamente Raigor esquivava-se de um ataque letal ao mesmo tempo em que tentava um contra-golpe, mas seu adversário também se esquivou.

A luta estava equilibrada, 3 contra 3.


Akkin acaba de perder 50% de sua MP devido ao fato de ter ativado sua habilidade.

Esta é a primeira rodada de uso da mesma.



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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Samira em Dom 26 Set 2010, 6:23 pm

"O que será ele?" foi o que ela pensou ao prosseguir pelas ruas. Invisivel no nevoeiro, ficara inquieta com o que ouvira. Aquele ser disse algo sobre dominação... Aquilo a atraiu. Ela gostava de estar no poder, e no momento, não estava muito feliz com sua condição.
Ouviu passos rápidos - um cavalo, um humano e um meio-youkai. Sua habilidade era conveniente nessas horas. Pulou sobre o muro que os separava, e seguiu rapidamente sem ser notada até que parassem. O cavalo estava ferido: ela sentia cheiro de sangue. Sentiu algo se aproximando, na verdade, tres vultos, nos quais ela não prestou atenção. Não estava nem interessada em saber suas raças. Caminhou mais alguns passos, até estar lado a lado à sua pretendida presa. Outro vulto estava no caminho deles.
Não prestou atenção no que ele falou, só entendeu que tinha a ver com morte. Ouviu som de metal, como uma espada sendo desembainhada. No canto do olho viu um leve reflexo prateado - tinha quase certeza de que os outros não conseguiram enxergam pela névoa. Estava concentrada no meio-youkai, já que este não continuou fugindo. O vulto mais a frente lançou algo - uma pedra, talvez? - que riscou o rosto da presa, e ela sentiu o cheiro do sangue. Sua garganta ardeu seca. Agachou observando.
Um dos tres vultos encapuzados quase fora atingido pela pedra, mas fora muito ágil. Ela repassou uma lista das criaturas que seriam rápidas assim e que ela nunca tinha visto cara-a-cara. Duas, talvez?
Sentou-se no muro, deixando uma perna pender - o muro era alto suficiente para que não a vissem. Olhava interessada. Estavam equilibrados na luta, e ela estava feliz. Ganhara entretenimento e pelo menos um corpo quente esta noite. Bastava um pouco de paciencia para esperar.
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Dom 26 Set 2010, 8:31 pm

@ Samira

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ERRATAS:

1=> Samira não sentiu cheiro de sangue no cavalo, pois ele não está ferido, ela sentiu cheiro de sangue em Raigor, pois ele sim está ferido.

2=> Samira adiantou um pouco suas ações no jogo se colocando próxima a ação de forma muito rápida, mas não faz mal, eu irei narrar com base na narrativa dela.

3=> Samira conhece sim as raças dos 3 assassinos pois eu irei revelá-las agora a ela.


---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Logo depois de terminar sua conversa, o ser de raça desconhecida simplesmente desapareceu como que por mágica. A vampira pode sentir o humano apagar a vela e sair por uma porta lateral que dava em um beco. Samira ficara curiosa com aquela conversa e resolveu seguir o homem, então ela o acompanhou habilmente em meio ao nevoeiro, havia algo de estranho aqui, esse nevoeiro não parecia bloquear apenas a visão, mas parecia abafar os sons também, mesmo assim ela pode vê-lo por um momento.

O assassino misterioso.


De fato mal sabia ela que esse raciocínio era verdade pois o homem que ela seguia era nada mais nada menos que um assassino profissional e mesmo sendo humano possuia sentidos muito aguçados e seria capaz de notar Samira sem dificuldade. A própria vampira estava dependendo de sua intuição para seguir o homem pois além das trevas da noite e do nevoeiro místico, o homem se movia como um vulto sem produzir nenhum som de uma forma tão habilidosa que invejava até mesmo a ela, uma predadora da noite.

Um certo tempo passou até que ela viu o sujeito entrar em um beco fétido repleto de lixo nas laterais e com um fileto de fezes e shorume escorrendo no meio da sarjeta. Samira ouviu o homem sacar uma lâmina de sua bainha para logo depois roçá-la levemente na fechadura da porta.

*Shrink*
*Shik*
*Shrink*
*Shik*
*Toc*

No instante seguinte a porta se abriu silenciosamente e Samira pode ouvir uma voz masculina sussurar:


"Seja bem vindo irmão."

Estava na cara que aqueles sons que o homem produziu eram uma espécie de código que servia para avisar quem estivesse do outro lado que a porta poderia ser aberta. O homem então adentrou e logo em seguida a porta se fechou atrás dele. Frustrada a vampira não desistiu, ficou ali nas sombras esperando, talvez algo acontecese, ou não.
Para a felicidade dela realmente algo aconteceu, duas horas depois a porta se abriu e 6 homens sairam, eram 4 humanos, 1 elfo e 1 vampiro, nenhum deles era o homem que a vampira seguira.


Assassino Vampiro: "Vocês ouviram o que o nosso irmão disse lá dentro, os mestres das profundezas querem o ranger morto. Segundo nossos informantes esta noite foram vistos dois homens entrando pelo portão oeste, eles traziam um cavalo consigo e um deles parecia estar ferido, algo me diz que é o nosso alvo."

Assassino Humano: "E enquanto o outro homem?"

Assassino Vampiro: "O outro homem não pode ser reconhecido, mas de qualquer forma está na cara que o alvo arrumou compania, mas não importa, vamos acabar com os dois. Você e você venham comigo, vamos por aqui, vocês três devem ir por aquela direção. Nos encontraremos na Guilda das Sombras ao amanhecer."

A Guilda das Sombras! Samira havia ouvido falar neles, era um grupo de assassinos profissionais muito temido, segundo as lendas, alguns deles conseguem transformar seus corpos em sombras puras de forma que eles consigam entrar e sair de qualquer local ou seguir qualquer um sem serem notados. A Guilda das Sombras era o grupo de assassinos mais temido de toda a Lodoss, se eles estavam envolvidos nisso é porque a coisa era realmente séria.

Os dois trios de assassinos se separaram andando em direções opostas, um grupo era formado por 2 humanos e 1 vampiro e o outro por 2 humanos e 1 elfo. Samira tomou o dobro de cuidado para não ser notada pois desta vez um deles era um vampiro, assim como ela. Conhecendo sua própria espécie a garota não exitou e escolheu seguir o trio liderado pelo vampiro, ela sabia muito bem que ele tinha chances maiores de encontrar sua presa, vampiros costumam ser implacáveis em suas caçadas noturnas.

O grupo andou por cerca de 15 minutos sendo guiado pelo vampiro, por um momento eles pararam e o vampiro olhou bem em direção da onde Samira estava. A vampira ficou imóvel, será que ele havia percebido sua presença?
Para a sua sorte não, ele resmungou algo inaudível e logo se pos a caçar seu alvo.
Por uma questão de prudência a vampira decidiu seguir o trio de longe porém para não perdê-los de vista ela decidiu se concentrar em ampliar a sua percepção para o dobro do normal (10 metros).

Foi então que 5 minutos depois ela pôde sentir a presença de 3 criaturas, um meio-youkai, um humano e um cavalo. O humano por sua vez exalava um cheiro delicioso, cheiro de sangue. Mas Samira não fora a única a sentir esse cheiro, o assassino também sentira e estava rumando rapidamente para lá.

Ela estava anciosa para ver o que aconteceria porém temia ser detectada, para a sua sorte, próximo dali havia um muro de uma casa, a vampira habilmente o escalou com a ajuda de sua agilidade e força sobrenaturais ganhando o privilégio de ter uma vista privilegiada.

Segundos depois uma pequena perseguição iniciou-se, mas esta não durou mais do que alguns segundos culminando em um combate, no mesmo instante a vampira pode sentir a aproximação de mais um indivíduo, um humano. Este entrara rapidamente em cena arremessando o que parecia ser uma pequena pedra. Samira nada via apenas sentia tudo com sua intuição, até mesmo o leve arranhão feito no rosto do meio-youkai pelo projétiu improvisado.

Ela estava ansiosa, seu estômago vazio ansiava por um banho de sangue e tudo indicava que isso aconteceria, e a melhor parte, tudo ocorreria de forma divertida e sem que ela tivesse que mover um músculo para isso.


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A partir de agora Samira estará na mesma cena que Akkin e Shiki.
A vampira consumiu nesta narrativa 20% de sua MP sendo 15% para ampliar a área de sua percepção e +5% para sustentar o efeito. Ainda restam 4 roadas (4 minutos) para que o efeito ampliado termine.


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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Shiki em Dom 26 Set 2010, 9:58 pm

O garoto logo a frente, havia desviado por pouco da pedra que tinha atirado, era bem rápido. As criaturas mais atrás, desviaram com uma agilidade incomum. Logo, o contra-ataque começou. O sorriso crescia cada vez mais no rosto de Shiki. Cada oponente se direcionou para um deles.

Um deles parecia ferido, apesar de ter desviado da investida, não conseguiu contra-atacar. Já o outro, o fez de modo deveras interessante, magia de fogo. Fora um movimento sagaz, porém com algumas pequenas falhas, não descobertas pelo adversário no momento.

Pouco depois, o terceiro ser veio em direção a Shiki, atacando-o frontalmente. Com um movimento simples, tirando seu corpo para baixo, levemente a esquerda, Shiki cortou a perna do mesmo. Não era um corte qualquer, fez questão de acertar diretamente, a parte interna, na altura do joelho, bem próximo ao tendão que dava movimento a toda a perna. Com certeza, ele iria sangrar bastante.

Logo em seguida, Shiki simplesmente deu uma forte investida no adversário, para que este caisse, já partindo sobre este, levando a mão livre, no braço que segurava a arma do oponente.


[Off: Pequena declaração e correção, eu não porto uma espada e sim um canivete. Bem curto se for pensar.]
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Kronos Hiily em Seg 27 Set 2010, 9:42 pm

A luta se iniciara e Akkin não perdeu tempo, partiu pra cima de seu adversário. O líder. Correu pra cima do mesmo, entre socos e chutes, empurrões e principalmente esquivas, Akkin atacou com sua corrente. Movimentou-se para o lado e arremessou a mesma. Com um ligeiro comando, a corrente fez uma curva. Parecia estar viva. O garoto definitivamente era habilidoso, mas o Líder também o era. Com um lindo e veloz movimento de corpo, se abaixou, deixando uma perna flexionada e a outra esticada. Esticou os braços para os lados na horizontal, deixando que a corrente passasse por cima de sua cabeça. Foi uma bela esquiva, mas ele se descuidou. Aproveitando esse descuido, com outro comando na corrente, dessa vez um puxão violento, Akkin faz a corrente retornar e envolver por algum tempo seu alvo lhe causando danos sério, mas por azar do mesmo isso não o impediu de continuar se movendo.

A Batalha estava difícil, seu oponente era habilidoso. Sabia se esquivar bem e estava sempre atento. O que o meio-youkai tinha que fazer, era tirar a sua concentração e rapidamente atacá-lo com uma seqüência, não dando oportunidade de esquiva. Para isso, lutava agora com a corrente solta somente na mão esquerda. A mão direita tinha a corrente completamente enrolada em seu ombro, braço, antebraço e mão. De fato, seu braço direito tinha uma superpotência de ataque e era ele que Akkin pretendia usar. Também diminuiu a distância de combate entre seu oponente, para uma investida mais rápida e sem muito gasto de energia. Foi então que repetiu seu ataque. Mexeu a corrente com a mão esquerda que obedientemente, seguiu em uma curva. Logo em seguida, fez o mesmo contorno tentando atingir o Líder. O óbvio, é que ele sendo habilidoso, iria saber desviar pois o ataque era repetido, e era exatamente isso que Akkin queria. Forçá-lo a desviar e se desconcentrar, e posteriormente, forçá-lo ao erro.

Percebendo então seu adversário, preocupado com a esquiva da corrente, o meio-youkai partiu pra cima do Líder em um rápido movimento. Com um pulo, saiu do chão e levou sua mão direita, com a corrente em punho, cheia da porção vermelho-alaranjado que era o fogo, ao queixo do adversário. Naquele momento Akkin parecia um boxeador, acertou o queixo de seu adversário com um gancho, de tamanha força que o fez sair do solo junto com ele. O impacto foi grande e pode-se ouvir o barulho do maxilar junto ao crepitar do fogo. Sem se demorar, segurou com as duas mãos a corrente da mão esquerda e ainda no ar, desceu a mesma contra a clavícula de seu adversário, outra vez com um forte impacto. O barulho de ossos quebrando pode ser ouvido pelos demais, assim como o grito de dor do seu oponente.

Spoiler:

Os ataques não foram aleatórios, mas sim precisos. O primeiro soco no queixo, serviu para deixar seu adversário desnorteado. Já o segundo ataque, foi possível graças a não reação depois do primeiro golpe, sem contar que estavam no ar. O estrago foi grande e Akkin sentiu uma ligeira satisfação na perfeita seqüência. Caiu no chão, já pisando violentamente sobre as mãos do mesmo, sem dar chance de utilizar suas espadas. Akkin não sentia pena, e daqui a alguns minutos o rapaz a sua frente estaria totalmente desfigurado. Akkin levantou o braço direito novamente, dessa vez o alvo era o rosto do oponente.
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Seg 27 Set 2010, 10:35 pm

@ Akkin, Shiki, Samira.

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Como Samira declarou na narrativa anterior que ficaria observando a luta, eu continuarei narrando o combate aos outros dois jogadores. Caso deseje, Samira pode a qualquer momento interferir.

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O combate mostrava ser de alto nível, os assassinos da Guilda das Sombras eram talentosos mas foram pegos de surpresa por seus adversários, eles não esperavam oponentes deste nível de habilidade, estava na hora de mostrar do que eram capazes.

Shiki x Assassino 2

Shiki avançou pra cima de seu oponente com a pretenção de eliminar seu ponto de equilíbrio fazendo-o cair ao mesmo tempo em que pretendia segurar seu braço da arma, mas seu oponente mostrou ser habil mesmo com uma perna inutilizada, ele se apoiou na outra perna, girou seu corpo esquivando-se de Shiki e deixando-o passar em direção à parede fria da rua. Ao mesmo tempo em que girava seu corpo com uma só perna esquivando-se o assassino passava suavemente sua lâmina pela lateral do braço de Shiki causando-lhe um leve porém notável ferimento.

Agora Shiki estava na parede de costas para seu agressor, ele precisava ser rápido ou receberia um segundo ataque pelas costas.


Akkin x Líder dos Assassinos

A estratégia de Akkin era perfeita, ele cercaria seu oponente obrigando-o a se esquivar em uma só direção, e aparentemente pareceu funcionar, ele conseguiu o que queria, mas espere, algo está errado. O corpo do oponente de Akkin simplesmente parecia se dissolver no ar transformando-se em uma espécie de gosma negra. Era uma ilusão? O que seria? Akkin tinha certeza que tinha atingido o rosto dele em cheio, pôde até ouvir os sons de seus ossos quebrando.
De fato ele havia atingido o seu oponente, mas ele tinha um truque, antes de Akkin finalizar sua combinação de ataques ele ativou sua habilidade Corpo de Sombras transformando-se em trevas puras reduzindo os danos sofridos nos ataques de Akkin.
Imediatamente ele escorreu pelo chão e deslizou rapidamente por baixo de Akkin materializando-se novamente em suas costas, enquanto materializava-se brotando do chão atacava, o assassino saltava atacando e girando com suas duas lâminas em uma espiral de trevas e morte cortando Akkin de baixo pra cima. Este por sua vez cambaleou sentindo suas pernas e costas serem rasgadas.
Ele estava com sérios problemas, além de ferido seu oponente agora estava em suas costas, ele precisava de um movimento rápido ou seria finalizado em poucos instantes.


Raigor x Assassino 1

Raigor estava em uma situação desconfortável, seus ferimentos tolhavam seus movimentos deixando-o lento, uma presa fácil para seu oponente que em um movimento horizontal rápido atacou.
Raigor rapidamente girou seu corpo e aparou o ataque de seu agressor com sua espada, ele estava em mals apuros e a menos que ninguem fizesse nada provavelmente ele morreria.


Samira

Samira observava tudo deliciando-se com cada movimento feito pelos combatentes ao mesmo tempo que sua alegria aumentava, com sorte ela não teria apenas um corpo quente na noite,mas talvez mais de um.
Ela estava curiosa de como seria o desfecho da batalha, até que derrepente notou, o homem ferido, próximo ao cavalo, ele é o alvo dos assassinos, era ele que eles queriam matar. Sua intuição lhe alertava que tanto o líder dos assassinos quanto o oponente daquele que havia arremessado a pedra, estavam apenas ganhando tempo para que seu comparsa desse um fim naquele homem.
E agora? O que fazer? Ficar apenas observando e esperar pelo desfecho natural do combate ou intervir para ajudar o grupo em apuros?


Faltam 4 rodadas (3 minutos e 50 segundos) para que o efeito de expansão na habilidade de Samira termine.
Akkin sofreu a perda de 35% de HP devido ao ataque da Espiral Negra. Esta foi a segunda rodada de uso da sua habilidade.
Shiki sofreu a perda de 10% de HP devido ao corte feito por seu oponente.



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Última edição por Goldsilver Ironsteel em Ter 28 Set 2010, 9:17 am, editado 1 vez(es)
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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Kronos Hiily em Ter 28 Set 2010, 12:47 am

Akkin tinha caído no chão de joelhos. Humilhado. Ferido. Talvez fosse morrer agora. Tudo dependeria talvez da piedade do seu oponente. Errado. Tudo dependia somente de Akkin, ele teria acima de tudo que cumprir sua promessa. Natália... Sim, ela foi o fruto de suas forças até agora e não fosse ela, talvez Akkin nem estivesse vivo.

Rapidamente ao cair de joelhos, fez um rolamento e se virou velozmente de frente para o seu oponente. O encarou por um tempo. Ele era forte e não podia subestimá-lo. Se levantou ainda o encarando. Akkin era forte. Não era por causa de “simples arranhões” que iria fraquejar, isso jamais foi de seu feitio. O meio-youkai lutava até as últimas conseqüências.

- Bem... Técnica interessante. Mas existem pequenas falhas, não é verdade? Que tal explora-las?

O garoto sorriu como se estivesse feliz. Literalmente ele era estranho. Adorava lutar. E era o que estava fazendo agora. “Atacá-lo, sem mencionar seu ponto fraco. Por em dúvida o inimigo se você realmente sabe seu ponto fraco, e pega-lo desprevenido” – Pensou. Ainda sorrindo, adquiriu base para a luta. Colocou uma perna semi-flexionada a frente e a outra ligeiramente esticada. Com um novo comando, a corrente da mão esquerda subiu e ficou do mesmo modo que a mão direita. Superpotência dupla nos golpes. Estava tudo planejado. Akkin correu pra cima do seu adversário, atacando-lhe frontalmente com diversos golpes consecutivos. Não lhe dava tempo para pensar. Queria forçá-lo a utilizar sua técnica novamente, mas para isso estava sempre atendo para onde o mesmo poderia se materializar.

Direita. Mudaria rapidamente o curso dos seus golpes caso o mesmo, tenta-se esse lado. Se tenta-se a esquerda, Akkin iria lhe desferir uma veloz cotovelada e seguir com os golpes consecutivos . Agora... caso quisesse se materializar atrás de Akkin novamente, seria surpreendido por um chute. As correntes se eriçavam. Queriam lutar. Mal sabiam que já o estavam fazendo.

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Re: Entre o Céu e o Inferno - Campanha

Mensagem por Shiki em Ter 28 Set 2010, 7:34 am

O primeiro ataque de Shiki foi bem efetivo, aquela perna, não era mais útil. Porém seu adversário não era tão amador assim, usando sua perna ainda útil como eixo, girou, atacando e cortando uma longa extensão do braço de Shiki.

Enquanto sentia a lamina passar pelo seu braço, uma sensação e calor corria o corpo de Shiki, o sangue escorrendo, com certeza iria atiçar Samira. Aquele gosto de sangue, em meio a um leve aroma de metal, este era o cheiro do sangue de Shiki.


Girando... boa estratégia mas...falha. Ele está girando em uma perna..com a força que usou..e o peso da espada...

Shiki estava agaixado, por conta do seu segundo ataque falho. Simplesmente rolou para trás, apoiando no braço cortado mesmo, apesar de longo, este não foi profundo, não impedindo de usar o braço. Ao rolar, deixou uma perna esticada, pretendia acertar o corpo do adversário. Ele já não tinha uma perna, caso pulasse, iria desequilibrar-se mais, caso o acertasse este cairia, e Shiki teria finalmente sua vantagem.

Ao terminar o rolamento, com uma perna dobrada e a outra esticada para trás, Shiki jogou o peso para a perna esticada, dobrando-a equilibrando-se numa base mais firme.

Ao visualizar seu adversário, focou um novo ponto. Avançou, jogando sua segunda adaga na direção do peito do inimigo, enquanto corria logo em seguida saltando por cima deste, girando, levando as mãos no pescoço do mesmo, para torce-lo.


[off: Nota, este golpe chamase "Kyokushi.. Nanaya" casoqueira ve-lo, procura "Nanaya Shiki Last Arc no youtube. =) ]
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