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Hayate Kennel

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Hayate Kennel

Mensagem por Hayate em Seg 26 Jul 2010, 4:33 pm

Nome: Hayate Kennel
Idade: 23
Sexo: Masculino
Altura: 1,82
Raça: Lobisomem Impuro
Nível: 1 Exp: 0/1000
L$: 225
Profissão: -
Salário: -
Aparência: Hayate costuma usar roupas feitas de pêlos de lobo, especialmente feitas para ele por uma tribo a qual pertence. Trata-se de um sobretudo negro, calças de mesma cor e botas feitas do próprio couro do animal. Possui cabelos da cor vinho, caindo pelo rosto, e também um rabo-de-cavalo longo. Na lateral de sua cabeça fora fixada em seu cabelo uma pena de água, sutilmente misturando-se aos fios, simbolizando seu clã. Seu rosto também possui marcas deste clã, feitas com tintas da tribo. Seus olhos são dourados e geralmente carregam um olhar sério. Seu corpo, devido à necessidade de sobrevivência à qual fora submetido, é forte e ágil, além de resistente para longas corridas e lutas. Em sua forma lupina, transforma-se em um grande lobisomem de pelagem negra e corpo sutilmente humanóide, olhos vermelhos e cerca de dois metros de altura. Move-se tanto sobre as quatro patas quanto sobre duas.

Personalidade: Apesar da aparência robusta e do olhar sério, Hayate é bastante curioso e ingênuo. Uma vez que vivera maior parte de sua vida afastado da sociedade, mal sabe relacionar-se com as pessoas, não possui malícia necessária e geralmente é enganado com facilidade. Também não sabe ler ou escrever, e desconhece o valor do dinheiro, logicamente por não saber contar e desconhecer seu uso exato. Tudo que sabe fazer bem é lutar e usar a natureza ao seu favor. Apesar destes aparentes "defeitos", Hayate ainda é um rapaz com senso de justiça, possui certa gentileza em suas ações e está sempre disposto a ajudar quando pode. Mesmo sentindo-se perdido no mundo civilizado, esforça-se ao máximo para ser reconhecido e aprender o que for necessário.

Terra Natal: Fora de Lodoss

História:

Hayate tinha uma vida equilibrada, morava em uma vila comum do interior onde passava o cotidiado brincando com seus amigos, indo à pequena escola que lá havia e ajudando seus pais a trabalhar no campo. Nada muito parado e nem muito empolgante, apenas uma vida simples a qual ele sempre dava um jeito de mudar. Eventualmente desafiava as outras crianças a estranhas competições, como ver quem conseguia fugir de um texugo enfurecido ou uma corrida de camundongos de horta. Nas brincadeiras normais se destacava, pois considerava-as fáceis, e por isso era admirado por alguns e odiado por outros. Todos da vila conheciam o tal garoto que sempre inventava moda e nunca penteava o cabelo.

Quando tinha 14 anos, certa vez, aventurava-se à noite querendo caçar uma coruja. Sabia que eram animais noturnos e muito belos, mas não queria matá-la: apenas mostrá-la aos garotos que sim, era possível pegar uma. Avistou então um bufo-real, uma grande coruja com penetrantes olhos laranja, o olhando com extrema atenção. Isso arrepiou levemente os pêlos na nuca de Hayate, mas era corajoso o suficiente para ignorar. Preparou seu estilingue reforçado com tiras de borracha, e então sentiu um forte bafejar sob sua cabeça. Ao virar-se, deparou-se com uma criatura horrenda.

Tudo acontecera rápido demais: o garoto tentando fugir, o bufo-real batendo as asas fortes ao levantar vôo e sair dali, garras cortando a carne, presas puxando e jogando o pequeno indefeso, o sangue escorrendo. O que parecia ter sido horas não durou mais que alguns instantes, pois a criatura que o atacou logo uivou alto e correu dali.

A dor deixava o garoto alucinado. Não entendia o que acontecera, nem porquê. Só entendia que sangrava e que precisava de ajuda. Arrastou-se em direção à vila, inexplicavelmente conseguindo apesar da perda de sangue constante e do estado alarmante e assustado. Porém, assim que chegou à vila, seu corpo começou a tremer. Apoiado nos cotovelos, começou a sentir seu sangue queimar nas suas veias, ao mesmo tempo que ouviu um grito de uma mulher que veio ajudá-lo. Ninguém mais poderia ajudá-lo.

As outras pessoas foram atraídas pelo grito e avistaram o garoto ensangüentado, a tempo de ver a terrível cena seguinte: Hayate se contorcendo, gemendo de dor enquanto seu corpo começava a crescer e mudar e suas roupas rasgavam. Todos se distanciaram, mas não a tempo. Logo um lobisomem de olhos vermelhos os encarava, louco de dor e confuso. As horas seguintes foram repletas de gritos, dor, sangue e mortes.

Hayate acordou com o primeiro raio de sol.

Não sentia mais dor, seu corpo apenas estava estranhamente pesado de cansaço. Levantou-se, reparando que estava nu e deitado na grama. Foi quando se deu conta do que havia à sua volta: corpos de todas as pessoas da vila, mutilados, ensanguentados, alguns irreconhecíveis. Fogo havia atingido uma das casas, e agora estava negra com alguma fumaça ainda saindo. Vidro quebrado, foices e martelos jogados ao chão ao lado dos corpos. A lembrança de tudo aquilo veio de uma vez na cabeça do garoto.

Havia matado, com suas próprias mãos, todos da vila.

Tremia, quase enlouquecia. Porque aquilo aconteceu? Porque justo com ele? Agora estava sozinho, não tinha ninguém, não havia mais lugar para onde voltar, e tudo por culpa dele. Seus pais... os corpos destes jaziam tão próximos, e Hayate só os reconheceu devido ao cheiro. Seu olfato estava atiçado, sua audição melhorada, inexplicavelmente o mundo à sua volta ficou mais nítido e estranho. Toda aquela cena de horror estava nítida e cravada em sua memória.

Desde então, vivera como um animal selvagem. Passava maior parte do tempo longe de qualquer vila, cidade e até mesmo raras casas em meio à floresta. Desconheciam sua existência, exceto alguns caçadores que descobriram sobre Hayate, que se tratava de um lobisomem, graças à uma segunda transformação involuntária. Agora sobrevivia, mais do que nunca. Também não era difícil notá-lo, era diferente de qualquer pessoa.

De fato, não era muito bem vestido. Mal cortava o cabelo, que uma vez prendera com uma tira de pano e não conseguiu mais tirar. Também não fazia diferença, continuava sendo um lobisomem sem-teto, vestindo-se com eventuais trapos que sempre se rasgavam quando se transformava. Certa vez começou a aventurar-se pelas cidades, surpreso com tanta coisa que desconhecia, e tanta coisa que esquecera. Mesmo assim não havia quem o ensinasse, muita coisa era dedução, mas tinha uma inocência enorme e naquele lugar era necessária malícia para aprender as coisas rapidamente, o que ele não tinha.

Percebera que, apesar de diferente das outras pessoas, tinha um talento nato para lutas: o que adquirira de tanto sobreviver lutando contra grandes animais e caçadores. Além disso seus reflexos eram aprimorados, tinha um corpo ágil e forte, e coragem corria em suas veias. Decidiu dedicar-se a isso, era bom ao menos nesta parte, e queria fazer a diferença. Apesar de seus esforços, era mais difícil do que aparentava, tanto pela sua raça quanto pela sua aparência e ingenuidade. Era isolado e rejeitado com facilidade, raras vezes recebendo cortesias de boas pessoas que encontrava. Quanto a isto, era eternamente grato. Quem o conhecia sabia que o rapaz nunca fazia mal a ninguém, e tinha um grande coração lupino. Mas nunca podia ficar no mesmo lugar por muito tempo, era este seu carma.

Alguns anos se passaram, sem que Hayate encontrasse qualquer lugar ao qual pudesse pertencer. No entanto tudo mudou quando reencontrou uma velha amiga de infância: Talya. Na realidade, ela quem o encontrou. Quando vivia na sua antiga vila, Hayate tinha poucos amigos e muitos o admiravam de longe. Talya era uma delas, e só conversaram poucas vezes graças a isso. A garota mirrada que só andava de vestido com babados hoje era uma belíssima mulher com um estranho ar macabro, porém provocante. Hayate lembrou-se desse cheiro, o qual já havia sentido tempos atrás: o insuportável odor de um vampiro. Nunca teve o porquê de odiá-los, não se sentia na razão disso, apenas o cheiro o incomodava. Mesmo assim sorriu ao reconhecer a velha amiga, mas esta não sorriu devolta, e Hayate se deu conta do porquê.

Em sua primeira transformação em lobisomem havia matado todos da vila, usando suas próprias garras e dentes, tinha quase certeza de que ninguém sobrevivera. Então porque Talya estava ali em pé à sua frente? O diálogo entre os dois não era algo fluente, constantemente o silêncio se assolava, pois Hayate não tinha o que dizer e Talya possuía toda a razão: O garoto-lobo havia matado a todos da vila enquanto a menina, num desespero dos pais, fora jogada em um porão velho e fedorento que esconderia seu cheiro. Ela ouvia gritos e berros, o nome do garoto sendo proferido como se fosse uma maldição. E horas depois, o silêncio.

"Você é um demônio, Hayate", dissera ela, os olhos em chamas. "Seu erro custou a vida de toda vila, e me tornou neste monstro que sou hoje". Dominada pelo enorme desejo de vingança, Talya havia buscado por fontes de poder fortes o suficiente para acabar com Hayate. Havia treinado seu corpo e alma, passado por insuportáveis torturas, tudo para pôr um fim na vida daquele que acabara com a sua própria. Se ele não tivesse se distanciado tanto da vila aquela noite, na procura de uma coruja estúpida, nada disso teria acontecido.

Hayate não respondia. Durante toda sua vida carregara o fardo desta verdade, tão pesado que deveria tê-lo matado, não fosse sua incrível vontade de viver e reparar o seu erro. Se ao menos fosse possível. Mesmo assim nunca desistia, esta palavra não existia em sua cabeça, mas jamais deixava de se culpar. Sentia a todo momento que pagava pelo que fez, e agora aquela mulher lhe faria pagar ainda mais.

Talya era tão forte quanto o lobo, e possuía em seu sangue uma ira incontrolável. Lutaram durante horas, ambos de mãos limpas, na qual a maior parte do tempo Hayate apenas defendia e se esquivava. Se em qualquer momento vacilasse, perderia a vida ali mesmo, e não queria isso. Ainda não havia compensado pelo seu grande erro, todos os dias lembrava dos gritos de desespero e o som da carne sendo cortada.

Foi pensando nisso que, próximo a um penhasco, teve seu primeiro vacilo.

Em uma fração de segundo, Talya o atingiu com suas garras num fortíssimo golpe debaixo pra cima, rasgando Hayate desde seu abdômem até por sobre o ombro. Foi um corte profundo, sangue escuro escorria rapidamente enquanto o rapaz dava passos para trás, inutilmente com a mão no peito tentando conter o sangue. Ofegava forte, sua visão começando a se turvar enquanto olhava a vampira que sorria pela primeira vez em anos. Mas era um sorriso frio, vazio, pois nenhum dos dois havia realmente ganhado naquela luta: ela ainda carregaria uma maldição, e Hayate perderia a vida.

"Me pergunto", Talya começou, "se nós monstros vamos para o mesmo céu". E deu o golpe final, uma forte investida contra o lobisomem, que o jogara penhasco abaixo.

Hayate caía, e sentia como se tudo passasse tão lentamente que via as gotas de sangue sendo deixadas para trás uma após a outra, enquanto mergulhava em queda livre. Por fim atingira a fria e cortante água do rio, que o golpeava como a centenas de touros, jogando-o por pedras e pedras enquanto era arrastado rio abaixo. Queria perder os sentidos, queria não ter de sentir o frio cortante e as pedras afiadas lhe machucarem, queria morrer enfim. Por um instante, naquele turbilhão de água e rochas, ouvira os gritos das pessoas que havia matado, aquelas com quem vivera toda sua infância.

Por fim, tudo escurecera.

Naquele momento Hayate ainda tinha dez anos de idade. Estava conversando com outros garotos, desafiando-os a caçar a maior lebre e dando a idéia de montar em porcos selvagens. De fato, nunca fora muito comum, sempre ansiava por desafiar a si mesmo, e gostava de tentar coisas novas. Enquanto ria, sua mãe o chamava para cortar o cabelo. "Você poderia pelo menos passar uma escova nessa coisa de vez em quando!" Dizia ela com uma tesoura, aparando aquele cabelo curto e liso que o garoto insistia em deixar desarrumado. "Ah, mãe!" dizia ele rindo, um dente de leite faltando pelo tombo que levara quando caíra de um porco selvagem, "Ser igual aos outros não tem graça!".

Acordou.

Os olhos ainda ardiam. Levou um tempo para abri-los, e aos poucos foi olhando em volta. Achava que estaria na beira do rio, encharcado e em meio à lama, terminando de morrer. No entanto sentia um calor reconfortante, estava seco, e não mais sentia o forte cheiro de seu próprio sangue. Quando se deu conta, estava deitado no chão de madeira de uma tenda, feita com ossos e pele de animais, uma estrutura forte e que passava a Hayate a estranha sensação de proteção. Um cobertor o mantinha aquecido. Sentou-se, só então percebendo que estava nu, e todas as suas feridas estavam tratadas. Passou a mão pelo grande corte no peito, que fora costurado habilmente, e que agora era apenas uma marca. Quanto tempo havia ficado desacordado?

"Finalmente acordou, meu rapaz" uma voz soou forte e ao mesmo tempo tranquila, do outro lado da tenda. Hayate fitou um homem com no mínimo o dobro de sua idade, vestindo pesadas roupas e mantos, o rosto e braços pintados com estranhas figuras e um olhar bastante sereno. "A três luas que você não acorda. Mas eu tinha certeza de que você voltaria". Hayate não entendia muito do que o homem falava, não fez muito sentido no início. Apenas tinha a estranha sensação de tranquilidade, o que não sentia em muito tempo.

Lhe foi oferecido roupas típicas: calças feitas com pêlo e couro de rena e uma camisa cuidadosamente tecida com um tipo de planta que Hayate desconhecia. As botas eram de couro e pêlos de lebre, bastante confortáveis, e aqueciam bem. Seu cabelo fora cortado, estava curto mas tão desarrumado quanto costumava ser quando criança. Apenas um curto rabo-de-cavalo fora deixado, que cresceria com o tempo.

Hayate foi então apresentado àquelas curiosas pessoas, que nomeavam sua "vila" como Clã da Águia. Para ele era estranho: ninguém vivia em casas, apenas em tendas feitas com peles, ossos e chifres de animais. Além disso estavam densamente dentro de uma floresta, distante apenas cem ou duzendos passos do rio. Não haviam carroças, vendas, nem nenhuma parnafenalha que havia conhecido no tempo que vivera nas cidades. Aquilo tudo era tão natural que dava a impressão de fazer parte da natureza. Hayate aos poucos entendia o porquê de sentir-se em casa.

Com o passar do tempo, foi ensinado a Hayate tudo sobre as crenças da tribo: O Espírito Mundo, o qual rege todos os seres vivos, que faz tudo funcionar e que nos protege contra os demônios. Os outros clãs, cada um com um animal guardião, espalhados pelo mundo. O uso completo de toda a caça abatida, desde os dentes do animal até o último pêlo, para que desta forma nada seja desperdiçado. Também aprendeu que todo ser vivo possui três almas, as quais nos completam e a falta de uma delas nos torna perversos e destruidores. Isso e muitos outros aprendizados. Hayate jamais ficara tão feliz em aprender, sentia-se como se todo esse tempo vagasse para chegar até ali e aprender tudo aquilo. Talvez fosse ali, de fato, o lugar aonde pertencia.

Aprendeu a contar o tempo no modo deles, e consequentemente aprendeu sobre fases da lua, estações do ano, a atitude dos animais que migram ou hibernam, entre outros. Uma lua equivalia a um mês, desde a lua nova até passar pela lua cheia e voltar, outra vez, à negra lua nova. Um verão equivalia a um ano, e todos referiam-se à sua idade desta forma, pois não possuíam calendário e tudo era sentido diretamente com a natureza. A sede de aprender de Hayate ficara satisfeita ao mesmo tempo que sempre queria aprender mais. Todos da tribo eram amistosos, seus olhos penetrantes e bastante atentos, como os de seu animal de clã. Muitas luas se passaram, Hayate foi aos poucos se tornando um deles, aprendendo tudo que podia, até que certo dia aceitaram-no como membro do clã.

Ser aceito, ser reconhecido, ser alguém. O que Hayate mais desejava aconteceu, quando houve o ritual necessário onde toda a tribo se reunia para presenciar o nascimento de mais um membro do Clã da Águia. O rapaz recebeu as tatuagens de clã que o definiam como um Águia: uma asa em cada bochecha, e garras sob o queixo. Junto disso, uma pena de águia na cor vinho com detalhes brancos foi cuidadosamente fixada no seu cabelo, entre os fios agora longos pouco acima da lateral direita da cabeça. Agora era do Clã da Águia, e não apenas conhecido pelo seu nome, mas também pelo título Irmão Lobo. Tal nome foi lhe dado pelo seu melhor amigo da aldeia, Torak, um rapaz com a mesma idade que a sua, e que conhecia a fala dos lobos e sentia sem alarme que Hayate era um lobisomem. De fato, ninguém da tribo se importava com esta característica dele, pois fazia parte de seu ser. Era seu lugar perfeito.

"Sabe, Hayate", uma vez Torak lhe dissera, "um espírito livre não aguenta ficar muito tempo num mesmo lugar." Ele então lhe deu um olhar firme, com um sorriso. "Tenho certeza de que este é o seu caso." De fato, desde criança Hayate nunca ficava muito bem no mesmo lugar. Por este motivo sempre tentava fazer algo novo, se desafiar, ir mais além do que fazia, escapando de uma rotina que certamente seria mortal para ele. Apesar de sentir que a tribo era seu lugar, já havia aprendido tudo que podia após quase três verões vivendo ali, e precisava continuar em frente.

"Voltarei para vê-los todo verão, irmão" Hayate lhe respondeu, o punho fechado sobre o peito em sinal de amizade. "Mesmo que mudem o acampamento de lugar como fazemos a cada seis luas, seguirei o cheiro de vocês." E ambos bateram o punho um contra o outro, cumprimento este que Hayate trouxera da cidade, e que usava apenas com seu amigo.

Assim como Torak, toda a tribo tinha ciência do espírito livre e errante de Hayate. Todos lhe deram recomendações extras sobre como agir em certas áreas como gelo e neve, ou modos mais fáceis de encontrar os acampamentos novos. Além disso as mulheres da aldeia teceram para ele roupas ao estilo da cidade, que se encaixaram perfeitamente no rapaz: Um sobretudo negro, da mesma cor das calças meio largas e botas escuras. Tudo fora feito com couro e pêlo de lobos, trazidos pelo Clã do Lobo, certamente de animais que já haviam morrido, uma vez que era lei dos clãs jamais matar um caçador. Além disso, uma magia fora fixada às vestes: se Hayate se transformasse em lobo, estas sumiriam anexando-se à sua pele, não se rasgando, e voltariam uma vez que ele estivesse novamente em sua forma humana. Este fora o melhor presente que recebera em muito anos.

Despediu-se da tribo, agradecendo-os intensamente de todas as formas possíveis. Nunca havia sido tão bem inserido em uma sociedade, nem tão bem instruído. Sentia-se muito mais confiante de si mesmo, pois possuía conhecimento sobre muita coisa, e agora tinha um lugar para o qual voltar. Por fim partira, em busca de novas idéias, aventuras e fortalecimento mental e físico.


Atributos:
Força Física: 3 +1**
Força Mágica: 1 +1*
Velocidade de Ataque: 3
Velocidade de Movimento: 3
Precisão: 1 +1
Vitalidade: 3 +1

* Considerar apenas em forma humana
** Considerar apenas em forma lupina

Habilidades:

Licantropia lvl 1- Transforma-se em um lobisomem negro expontaneamente, ou quando extremamente irritado e até mesmo em situações críticas. Fica maior e consequentemente sua força e resistência aumentam. Não possui muito raciocínio, mas o suficiente para diferenciar amigos de inimigos, sem capacidade de fala, como qualquer animal. Em lua cheia, se transformar-se ataca qualquer um. FF+1 Vit+1
Se transformar-se expontaneamente, 50% PM. Por estar nervoso ou em situação crítica, 80%PM. Em lua cheia, 100%PM e não possui raciocínio lógico. A transformação se mantém, nos dois primeiros casos, até o HP de Hayate chegar a 20%. No último caso, apenas quando seu HP chegar a -20%. Ou seja, ele continua lutando mesmo com o HP zerado.
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Re: Hayate Kennel

Mensagem por Buiu ! em Seg 26 Jul 2010, 4:59 pm

Ficha aprovada.

Muito boa história. Você já sabe tudo isso, mas temos que seguir as formalidades.

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