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O jogo

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O jogo

Mensagem por Shaorin em Seg 15 Fev 2010, 12:15 am

Bom, não preciso dizer muita coisa agora, o mais importante disse no tópico de inscrição. Sou um pouco rígida quanto à posts, por isso, procurem não fazer os posts preocupados com algo que eu possa ou não dizer e criticar, pois a única coisa que eu quero é se divirtam.

Então, divirtam-se e que o jogo comece!


Os jogadores escolhidos


As noites em Lodoss costumam ter um quê a mais que em lugar algum do mundo pode jamais ter. As estrelas pareciam ser mais brilhantes e o céu mais enegrecido, e as estrelas cadentes, mais frequêntes e belas.

Mas por algum motivo aquela noite estava diferente: os cães pareciam latir com mais frequência — pareciam desconfiar do que estava por vir — e o céu estava sem núvens. A lua estava minguante e brilhava de uma forma diferente, dando a impressão de que qualquer núvem que passasse a levaria consigo quando fosse embora. Mas as pessoas não notavam o que acontecia, a não ser os mais velhos e uma certa bruxa. Em algum canto da Endless, o grupo estava reunido e os jogadores, sendo escolhidos.

Apesar deste ser um ano como qualquer outro, era especial. Algo estava para ser mudado, que poderia mudar o ponto de vista humano e seu modo de pensar e refletir sobre o mundo.

Tudo em uma única noite...



# Jogador 1: Zero Soul

Era tarde e Frozen estava cansado depois de um dia cheio de novidades, afinal, como todo viajante, era um novato na Ilha e não conhecia nada sobre sua nação e modo de viver. A Taberna Allnight estava quase vazia, restavam apenas os homens completamente bêbados, o grupo de jovens que se aventuravam na noite e os garçons que limpavam a taberna como se fosse um aviso para que os presentes dessem o fora.

O único lugar onde tinha sossego era em seu quarto, embaixo das cobertas ou lendo algum livro de seu interesse; ou simplesmente olhando para o teto sem pensamento algum vagando em sua mente.

Passadas longa e risadas baixas vinha dos corredores vez ou outra, tirando-o de seu afazer sem dó alguma. O tempo passou e com ele o sono, mas quando estava para dormir... Alguém bateu à porta.

Foram duas batidas suaves que serviam para chamar sua atenção para porta e ver o papel que corria para dentro de seu quarto. Se por acaso quisesse abrir a porta para ver quem tivesse lhe entregado tal carta, não veria ninguém além dele mesmo no corredor.

Era uma carta, e tinha nela tinha seu nome escrito com letras douradas e inclinadas, feitas à mão.



# Jogador 2: Rina Björn

A Torre de Magia branca conseguia ser tediosa às vezes. E não é porque os magos e aprendizes ficam com os rostos colados nos livros, trocando feitiços uns com os outros, fazendo missões nas salas especializadas, era porque durante à noite, nada se pode fazer além de ler mais livros e falar sozinho.

Poucas são as pessoas que arranjam algo para fazer em seus quartos durante à noite. Dormem, escutam música, tocam algum instrumento...Falam sozinhas ou simplesmente ficam a olhar para o horizonte pensando se algum dia sairia daquela prisão sem muros.

Com Rina era diferente. Adorava desenhar e isso tornava-a diferente de todos os outros, tinha um dom em especial que a fazia perder horas a fio em uma única folha de papel por quem sabe noites inteiras! E esta noite era uma delas. Poderia estar fazendo qualquer coisa em seu quarto, saber de qualquer coisa, mas não conseguia saber quem batia suavemente em sua porta. Foram três batidas.

As batidas a fizeram olhar para a porta a tempo de ver uma carta com seu nome gravado nela deslisando pelo chão. Se abrisse a porta, não encontraria ninguém no corredor. O nome estava escrito à mão e a letra era dourada e inclinada perfeitamente. Restava ela saber o que o papel tinha a dizer.



# Jogador 3: Knightmare

As áreas mais gélidas de toda Lodoss são as montanhas; e a segunda, o Vilarejo de Calm. E o único lugar onde tudo isso tornava-se quente, era no bar onde Knightmare parava para tomar alguma bebida quente para lhe aquecer o interior e pele.

O bar estava relativamente vazio. Os homens conversavam entre si com certa alegria apesar de ser tarde da noite, despreocupados com suas famílias por simplesmente serem solteiros, por isso a quantia de homens no local.

Knightmare era um desses. Não que ele fosse solteiro, mas estava ali com o mesmo objetivo que todos: se aquecer. Sentado em uma das cadeiras em uma mesa longe o suficiente das pessoas, bebia sozinho e despreocupado; não tinha ninguém que o esperasse e talvez não fizesse questão de tal espera.

Apesar de todo o barulho que estava na taverna, um som vindo da parede desperta sua atenção. Era como se alguém cutucasse a madeira com uma faca, e com força, para chamar a atenção de qualquer um. No entanto, ao escorregar os olhos até o chão, percebe que havia um buraco onde ratos passavam.

Mas outro barulho surge e é da outra direção. Como se alguém tivesse batido os nós dos dedos na mesa onde está. E quando vira-se para olhar na mesa, vê uma carta branca com seu nome escrito nela em dourado e de escrita à mão. Se olhar para os lados ajudasse a descobrir quem pudesse ter entregado, não conseguiria, pois todos estavam fazendo coisas distintas, como se nada tivesse entrado ou saído da taberna, muito menos se movimentado.

A única coisa que lhe restava era ler o conteúdo do papel.



# Jogador 4: Kalahan Darkstorm

Assim como todos na Torre, era um mago. Aprendiz, claro, e não tinha muito tempo que terminara um treimento de quase meio dia com Cobernick. Suas mãos e mente latejavam pelo esforço obtido e necessitava de um bom banho, comida e cama fofa.

A torre estava vazia no andar em que seu quarto ficava e este era no meio do corredor. Se não fosse mago e cuidasse de fantasmas vez ou outra, ficaria com medo de passear por estes corredores à noite. Ainda mais esta hora da noite.

Murmúrios e correntes ecoavam pelo andar debaixo, de cima, e, claro, do seu próprio andar; mas nada era visto. Logo pôde alcansar o quarto e se aventurar em sua cama.

Quando a luz foi acesa, notou que a janela estava aberta como de costume, precisava de ventilação afinal, senão os móveis poderiam apodrecer mesmo com toda magia do mundo para evitar tal efeito da natureza.

Com o reflexo da luz, Kalahan pode notar algo brilhando em cima de sua cama. Ao se aproximar, nota que é uma carta branca e que seu nome estava gravado em dourado e à mão numa linda caligrafia inclinada. O que poderia estar dentro dela? Só abrindo-a para saber.



# Jogador 5: Mago Azul

Mais um dia inteiro foi corroído por horas e mais horas preso na Biblioteca da torre à procura de respostas aos seus deveres. Apesar do rosto esperto de Cobernick, no fundo ele podia ser um mago bem severo às vezes, o que para sua diciplina era bom. Funcionava.

Sua mão ardia e pedia clemência, um pouco de descanso e uma água morna, ou simplesmente algo gelado para roçar-lhe e levar à sua boca. Não podia deixar de recusar um pedido das suas mãos, pois seu estômago também suplicava algo para digerir.

Os deveres tinham se acabado e tudo que faltava era a cama. Várias escadas o esperava para ter de subir para levá-lo até seu dormitório. O sono lhe pegou de surpresa um momento depois, que chegou a fazer seus olhos piscarem com tanta demora que deu a impressão de que ficou assim por horas. Mas quando os abriu, em cima de seu livro havia uma carta com seu nome gravado em dourado. Tinha sido escrito à mão e numa caligrafia bonita e tão suave que nem parecia estar escrita no papel.

Poderia ser algum recado de Cobernick, mandando-lhe dormir. Ou uma das magas que lhe estava paquerando, mas só poderia saber o que realmente era, se a abrisse.



# Jogador 6: Skym

Todos dormiam bem apesar de todo alerta que lhes era posto. Estavam em território inimigo naquele vulcão que qualquer hora poderia entrar em erupção ou seriam abordados pelos Anúbis.

A claridade era baixa e em tom vermelho por causa das paredes, dando um certo arrepio em sua espinha. Era sua vez de vigiar. Os homens, cansados e pouco famintos, dormiam tranquilamente apesar de que qualquer coisa que surgisse poderia acordá-los.

Olhava para os dois lados do corredor e nenhum sinal de criatura; na sua frente, apenas a sua sombra esticada por causa das chamas das tochas. No entanto, um barulho veio do lado esquerdo do túnel, chamando sua atenção. Olhando para este lado com atenção, não notou nada, nenhum movimento se quer.

Mas ao voltar seu olhar para o outro lado, percebe algo branco ao seu lado, no chão, e ao olhar melhor nota que é uma carta endereçada à você. Seu nome estava escrito à mão numa letra dourada chamativa que atiçou sua curiosidade em saber quem poderia ter escrito e ainda mais, achado onde estava para lhe entregar. E o mais curioso de tudo: ninguém estava à sua volta para lhe dizer quem a entregou.


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Re: O jogo

Mensagem por Knightmare em Seg 15 Fev 2010, 1:21 am

Knightmare sentia algo estranho naquela noite, como um homem solitário e sem lembranças passava seu tempo tentando achar memórias enquanto adimirava o firmamento em seu explendor noturno, mais algo estava errado, ele sentiu como se a magia da noite daquela terra que geralmente era motivo de célebre adimiração por sua parte enquanto vagava pelas ruas vazias de Calm tivesse diminuído ou até mesmo se extinguido e com isso o frio ouvesse aumentado imensamente, o que o levou ao bar da cidade.
Após se acomodar em uma das mesas mais distantes dos outros frequentadores do local o homem mantinha um brilho negro e frio em seus olhos que geralmente eram de um castanho mel realmente cativante para as outras pessoas, em contrapartida um sorriso um pouco rubro pelo frio e a bebida cobria sua face, até que estava gostando do lugar, quando o estranho fato ocorreu ficou um tanto intrigado e após examinar a carta um pouco com os olhos a pegou e com um rápido movimento abriu-a lendo o conteúdo.


- Parece que as coisas estão começando a ficar interessantes por aqui.
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Re: O jogo

Mensagem por Frozen em Seg 15 Fev 2010, 1:54 am

*Zero após ter passado o dia caminhando pela Praça Central de Hilydrus afim de conhecer e se familiarizar com o lugar. Ele precisava saber tudo que podia daquele lugar, pois estava em busca de um emprego, quanto mais conhecesse mais fácil seria descobrir onde arrumar um lugar para trabalhar. Com o passar do dia o cansaço o abateu e ele se viu forçado a voltar para a Taberna Allnight, mais cedo do que o esperado. O dono da mesma lhe emprestou um quarto onde ele esperava passar apenas uma noite, visto que tinha sido esse o combinado com com o senhor
Chegando lá viu que a Taberna ja estava quase fechando, passando pelos garçons olhando pra baixo com passos lentos e mãos nos bolsos lhes disse:

* -Boa Noite para cada um de vocês

*Chegando ele em seu quarto, já foi tirando a parte de cima de sua roupa e colokando encima de um bide que ficava do lado de sua cama, sentou na cama e foi tirando os calçados rapidamente para poder deitar e descançar tranquilamente....
Zero levantando as cobertas deitou tranquilamente apoiando a cabeça no travesseiro pelo qual colocou suas mãos embaixo ajudando a apoiar sua cabeça, começou a pensar.* -Nunca pensei que sentiria saudade do frio e do silêncio das montanhas geladas, será que algum dia vou voltar para lá?. Zero era de um tempo em outro interronpido por risadas e barulhos no corredor, ja estava a ponto de levantar e verificar qm estava fazendo isso para dar um bom sermão, mas o cansaço não permitia, então voltava a seus pensamentos.* -Caras chatos, se eu estivesse inteiro não deixava assim, vou dormir porque meus olhos não se sustentam mais abertos....
Zero fechando os olhos e ficando um tempo imovel sem pensar em nada, já estava pegando no sono, quando escutando duas batidas suaves na porta pensou...* - Só pode ser zueira, quem será agora a esta hora?Espero que não seja nenhuma piada...... *Abriu os olhos lentamente esfregando sua mão direita no olho direito, olhou para a porta e viu uma correspondência, lenvantou rapidamente e foi pegar a carta, após sentou-se na cama falando:

* - Uma carta?Sem remetente de quem será?E como sabem meu nome?....

*Abrindo aquela correspondência, cujo seu nome estava escrito com lindas letras douradas, sentado em sua cama ele ficou supreso e muito desconfiado após ler o conteúdo da carta......
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Re: O jogo

Mensagem por Rina em Seg 15 Fev 2010, 5:06 pm

E então ele pulou a ribanceira, sem nem fazer esforço. Aposto que ele tinha algum tipo de mola!

Dizia Rina para o seu próprio desenho, um polvo gigante com tentáculos multi-coloridos, quando foi interrompida por batidas a porta.

Haa? Quem em vis tempos ousa bater na porta de Rina Bjorn?

Saltou da cama, correndo até a porta, e abindo ela com toda a força, para dar um susto em quem quer que fosse do outro lado. Quem tomou susto, entretanto, foi ela, por não ter ninguém a porta, só um papel nos pés.

Acho que está na hora de limpar os ouvidos srta. Rina!

Pegou o papel e bateu a porta, curiosa com a bonita caligrafia que via. Passou os dedos, como se desenhasse por cima delas. Se jogou na cama, pulando algumas vezes, antes de rasgar o papel sem qualquer delicadeza e escancarendo o papel, curiosa com o que teria ali dentro.
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Re: O jogo

Mensagem por Mago Azul em Seg 15 Fev 2010, 5:28 pm

Já de noite Jace perceberá que não tinha feito sucesso algum procurando sozinho por respostas na biblioteca, esperava que a qualquer momento Cobernick entrasse e resolvesse tudo, como normalmente fazia, parecia tudo tão dificil. Sentiu seu estomago roncar, e depois suas mãos emplorarem, precisava de um descanço. Iria a cozinha, pediria seu prato (que magicamente apareceria), e então iria para seu quarto, porém não o fez, adentrou no sono profundo sobre o livro Poções e Runas, Volume IV e uma outra serie de mapas e pergaminhos.

Permaneceu no sono profundo por um tempo indeterminado, mas longo, previa.

- Droga, tenho que guardar tudo antes de ir me deitar. - Foi pegando os livros com o braço esquerdo e os colocando sobre o braço esquerdo fazendo uma pilha. Quando deu o primeiro passo em direção das estantes de livros percebeu algo cair, uma carta. Não pensou em quem poderia lhe enviar uma carta, não tinha mais contatos com seus parentes, e quem quer que o conhecesse veria pessoalmente. Meio desinterresado abrio-a, queria comer algo e ir dormir em uma confortavél cama que a torre proporcionava.
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Re: O jogo

Mensagem por Convidad em Seg 15 Fev 2010, 7:22 pm

Ele não conseguia dormir sabendo que havia algo ali perto, olhava atentamente ao redor em busca de qualquer movimento ou barulho com suas armas em mão para não ser pego de surpresa.

Pensava ver sombras passando bem rápidas pelas paredes avermelhadas e rapidamente apontava as armas, mas nada havia em sua mira. Era bom ele ver aquelas sombras, pois o deixava mais ágil para atirar no que aparecesse.

Virou a cabeça lentamente para o corredor e ficou observando sua sombra, houve um barulho, apontou a arma para o lado exato de onde vinha o barulho, observou com a máxima atenção para ver qualquer movimento... Sem resposta virou a cabeça para o outro lado achando que tinha sido sua imaginação, mas seu corpo travou e ficou gelado. Percebeu que havia algo branco na parte inferior de sua visão, viu que era apenas uma carta, o que o fez temer ainda mais.
Como... Não tem ninguém aqui...

Olhou ao redor ainda com mais atenção e confirmou que não tinha mais ninguém além deles, notou seu nome na carta escrito em dourado o que deixou extremamente curioso. Abriu a carta e leu o seu conteúdo, mas ainda assim atento ao mundo a sua volta.

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Re: O jogo

Mensagem por Kalahan em Qua 17 Fev 2010, 10:21 pm

Algo chamava Kalahan. Poderia ouvir, embora não fosse uma voz. Poderia sentir, certamente estava sendo chamado, mas ao invés de atender aquilo que o atraía, se arrastava para o salão de jantar da torre. Sabia muito bem o que era, mesmo que estivessem em um antro de magia, aquela sensação seria a mesma no mais simples dos lugares, e o que o chamava seria o mesmo. Sua cama.

As vezes se indagava se por trás das atitudes tranquilas de Cobernick não vivia um tirano manipulador e sádico, mas sua mente não tinha condições de trabalhar nessas teorias no momento, tinha de comer, se limpar e finalmente se entregar aos seus aposentos.

Comeu qualquer coisa enquanto Ifritah que não estava materializada aquecia o seu corpo para mantê-lo acordado até chegar ao quarto. Se não estivesse cansado demais para se preocupar com os corredores, poderia ter dado alguma atenção a eles, mas mesmo assim já estava acostumado. Parou na frente do banheiro e emitiu um som estranho, agudo, quase como um lamento. Meio que contra sua vontade, entrou e tomou um banho. A água morna ao mesmo tempo que o relaxava e dava maior vontade para dormir, trouxe um pouco mais de energia para o rapaz, que terminou seu banho e foi para o quarto um pouco mais revigorado.

Uma vez ali, caminhou até a janela e respirou profundamente o ar daquela noite, fechando os olhos enquanto deixava o vento bater em seu rosto. Se virou para sua cama e o brilho das letras no envelope ali deixado chamaram sua atenção. Sentou-se no colchão e pegou o envelope, curioso. Abriu e avaliou seu conteúdo, se aproximando novamente da janela para usar a luz do luar como auxílio em sua leitura.
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Re: O jogo

Mensagem por Shaorin em Qui 18 Fev 2010, 8:24 pm

@ Todos

Assim que abriram suas respectivas cartas, um vento forte e peculiar entrou pela porta ou janela mais próxima e alcançou todos. Numa primeira olhada as cartas estavam vazias, mas segundos depois, seus nomes na mesma cor e fonte começaram a surgir no centro da folha como se estivessem sendo escritas na frente de vocês. E logo abaixo estava escrito, deste modo:


Zero Soul
Jogador 1

Rina Björn
Jogador 2

Knightmare
Jogador 3

Kalahan Darkstorm
Jogador 4

Mago Azul
Jogador 5

Skym
Jogador 6



Assim que leem seus nomes e seus respectivos números, em algumas linhas mais embaixo surge a seguinte frase: Que o jogo comece.


No instante em que seus olhos passam pela última palavra, o vento torna-se mais forte e as cartas queima em suas mãos, fazendo-os jogarem-nas para longe afim de não se queimarem. Neste momento, o ambiente gira cada vez mais rápido até tudo ao redor se tornar irreconhecível e virar um buraco negro onde são engolidos. Mais nada se vê ou se toca, o que importava agora era para onde estavam indo.



A proposital viagem dura minutos que mais pareciam horas ou dias intermináveis. O buraco negro não parecia ter fim até surgir uma mancha roxa ao longe e seus pés forem sugados para baixo por causa da gravidade. Todos os seis caem no chão sentados, deitados, ou dando cambalhotas, totalmente desorientados.

Nada podia ser sentido ou visto nos minutos seguintes até que a tontura passasse completamente. E quando isso aconteceu por completo, percebiam que estavam em uma outra dimensão.

O teto — si é que poderia dizer que ali havia um — era negro. De alguma forma, o lugar era iluminado por seis tochas altas que iluminavam parcialmente todo o chão. Nele estava desenhado um retângulo com sangue animal no qual os seis estavam nas mesmas posições, vendo um ao outro pela primeira vez. Rina, Kalahan e Jace se conheciam, ao contrário dos demais que viam os rostos pela primeira vez.

Logo mais a frente, a quase dois metros, existe uma pedra de concreto moldada em forma retangular e um ser encapuzado estava folheando um livro sem pressa. Não parecia ter notado a presença dos seis ou estava procurando alguma coisa antes que pudesse dirigir-lhes a palavra.

Isso não demorou minutos. O silêncio incômodo foi quebrado com o bater de um lado do livro no outro com força e pouca sutileza. O indivíduo vagou para a frente da pedra com a capa arrastando no chão como se não tivesse pernas e logo chegou a uma distância razoável para ser visto por todos.

— Demoraram, mas não tardaram em chegar. Bem-vindos, jogadores. — A voz era masculina e rouca, e era alta suficiente para ecoar em todas as direções da dimensão. Assim que ele começa a falar, no lugar onde cada um está surge um círculo com a cor verde.

— Antes de mais nada, irei me apresentar. Sou Axel, o mais novo narrador deste jogo.

Jogo? Mas que jogo poderia ser este que todos estavam? O rosto do homem era revelado e mostrava uma criatura bela como um elfo e com a expressão tão esperta quanto a de um mago. Seus olhos eram castanho-escuro, quase negros, e sua boca fina era apenas uma linha com o final torto em um sorriso satisfeito por ver todos os seus pinos em posição. Mas antes que pudessem dizer qualquer coisa, protestar ou raiar, a fantástica criatura continuou:

— Devem estar lisongeados por participarem, todos vocês seis! Há séculos que são apenas três jogadores, mas desta vez fizemos algo que jamais pensaríamos em fazer: o dobro! — uma risada alegre.

— Porém, antes que possam levantar e sair andando por aí como se achassem que tivesse alguma saída visível ou não, pensem bem: morrerão automaticamente ao sairem destes círculos. Caso resolvam jogar, é simples, o prêmio para o vencedor será aquilo que ele mais deseja, e quando digo que é qualquer coisa, é porque sim, É qualquer coisa.

O sorriso transformou-se em uma linha perfeita novamente e seus olhos encaravam um por um demoradamente enquanto falava. Captando a atenção com maestria. De fato, o prêmio era alto e chamativo; qualquer um, independente de que raça fosse, quer algo em especial e daria tudo para tê-la. Esta era a oportunidade, restava saber se todos enfrentariam tudo até o final, ou morreriam ali mesmo.


— E então? Os que aceitarem me digam "sim" e na ordem numérica que continuarei a citar as regras do jogo.
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Re: O jogo

Mensagem por Frozen em Qui 18 Fev 2010, 9:09 pm

Zero retomando a consciência e sentando, percebeu que estava em um lugar extremamente diferente e enigmado doque seu simples quarto, dando uma olhada rapida percebeu queo lugar era iluminado apenas por 6 tochas e viu também 5 pessoas estranhas, logo lembrou da carta que receberá com seu nome cujo conteudo era apenas seu nome e em outra linha logo abaixo dizendo jogador 1. Rapidamente pensou: -Será que são outros jogadores?

Dando mais uma olhada viu um ser estranho encapuzado que lia um livro., de repente o ser começa a falar com uma voz rouca que chega a arrepiar Zero. Atentamente escutou quieto e sem falar pensar nada as palavras do ser sem lhe desviar os olhos dele, até o momento que o Axel diz:

— Porém, antes que possam levantar e sair andando por aí como se achassem que tivesse alguma saída visível ou não, pensem bem: morrerão automaticamente ao sairem destes círculos. Caso resolvam jogar, é simples, o prêmio para o vencedor será aquilo que ele mais deseja, e quando digo que é qualquer coisa, é porque sim, É qualquer coisa.

Após ouvir isso, Zero olhou para baixo e notou o circulo e voltou a encarar o narrador pensando: - Muito bem, estou em outra dimensão com um ser muito sinistro na minha frente, estou preso a um circulo com um convite para um jogo que posso ganhar o que mais desejo...E será que se eu dizer não, não vou ser morte na hora? Pois, bem vou aceitar e vencer, já que não tenhu outra escolha, se é para jogar...eu jogo para vencer.

Após Zero decidir o que ia fazer olhou para o teto escuro calmamente curtindo a escuridão, levantou-se calmamente.
Após se levantar Zero apenas disse calmamente usando um tom decidido,a resposta para a proposta de Axel.

-SIm

E em um tom mais baixo segui falando:

-Eu aceito jogar.

Voltou a se sentar apoiando as mãos para trás e encarando o narrador aguardando as outras respostas.
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Re: O jogo

Mensagem por Mago Azul em Sex 19 Fev 2010, 10:27 am

Retomei a consciência no chão, seis tochas me cercavam, não conseguindo enxergar muito bem, então cossei os olhos demoradamente, e me espreguissando. Parecia melhor, consegui enxergar algumas figuras, outras pessoas, pareciam todos confusos como eu, não poderiam apresentar perigo por agora, baixei a guarda. Mas havia alguém mais ali, se aproximando sem dar passos, estava flutuando podia assim dizer.

Ele estava perto, perto demais, e um circulo verde cercou Jace, poderia não significar nada, mas como mago Jace ficou curioso, era magia, sim concerteza, não sabia o que fazia, mas não sairia do circulo até que soubesse o que fazia.

— Demoraram, mas não tardaram em chegar. Bem-vindos, jogadores.

Axel se apresentou, era o narrador do jogo, seja o que isso significasse, por traz da capa, Jace o viu, parecia um elfo, aparentava ser jovem, com um toque sutil, superior.

— Porém, antes que possam levantar e sair andando por aí como se achassem que tivesse alguma saída visível ou não, pensem bem: morrerão automaticamente ao sairem destes círculos. Caso resolvam jogar, é simples, o prêmio para o vencedor será aquilo que ele mais deseja, e quando digo que é qualquer coisa, é porque sim, É qualquer coisa.

Descobriu para que serveriam os circulos, mas isso não era o que mais lhe interresava, sentia o gosto de aventura, haveria um jogo ali, um jogo valendo qualquer coisa, não podia pensar em qualquer outro desafio tão animador.

— E então? Os que aceitarem me digam "sim" e na ordem numérica que continuarei a citar as regras do jogo.

Jace esperou sua vez, sabia era o quinto, então esperaria sua vez para aceitar a proposta. Olhando ao redor, trocou um olhar com Kalahan, seu companheiro de treino, e deu um sorriso, sem significado, mas poderia ter tido, talvez um sorriso desejando boa sorte, ou talvez com um ar competitivo, um sorriso trairá, uma falsa amizade interreseira para ajudar no jogo que estavam prestes a jogar, mas não era só um sorriso sem graça de um velho homem.
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Re: O jogo

Mensagem por Kalahan em Sex 19 Fev 2010, 7:06 pm

Curiosamente o envelope possuía apenas um papel em branco, que Kalahan retirou e começou a analisar com atenção. Subitamente, nomes e palavras começam a ser listados como se estivessem sendo escritos naquele instante, o que deixou o jovem mago muito curioso, pelo menos até ver o próprio nome. Que piada de mau gosto era aquela? Não havia se inscrito em nenhum tipo de jogo ou o que quer que fosse.

Que o jogo comece.

Após ler esta frase, o papel se incendiou, assustando levemente o rapaz de cabelos vermelhos, mas precisaria de mais do que isso para encomodar o homem que possuía um elemental de fogo ao seu lado, mas mesmo assim soltou o envelope. Não era prudente manter contato com fogo, pelo menos não quando ele mesmo não o criou, e principalmente quando ele se originou por meio de magia.

Não demorou muito e tudo à sua volta começou a girar, deixando-o desorientado, que somando ao seu cansaço o fez perder os sentidos enquanto era engolido pela distorção no espaço. A viagem inteira, Kalahan permanesceu inconsciente, e só recobrou os sentidos pouco antes de atingir o chão, tendo tempo para se encolher no ar e proteger as partes vitais de seu corpo. Após atingir o solo, se levantou retirando a poeira da roupa como que inconscientemente, enquanto focava sua visão no local em que estava e nas pessoas ali presentes.

O local era de fato peculiar, assim como os integrantes que formavam os prováveis "jogadores" da lista. Reconheceu Jace e Rina, apesar de ainda não ter tido tempo de falar com ela, ambos eram companheiros da torre de magia. Os outros eram desconhecidos, mas seus nomes ainda perambulavam pelos pensamentos de Kalahan enquanto tentava entender o que se passava ali. Jace sorriu para ele, que retribuiu com um mero aceno de cabeça. Sua expressão era de total alerta, não gostava de ser conjurado, sequestrado, ou seja lá a denominação do que estava acontecendo. Gostava de ter domínio dos acontecimentos de sua vida, e aquele dia começava a se mostrar como um obstáculo para essa sua característica.

Estava calado, introspectivo. Sua verdadeira personalidade parecia começar a aflorar, diferente do cortês e animado Kalahan, que fazia questão de interpretar perante todos na torre. Divagava a respeito dos acontecimentos e do que se seguiria apartir dali. Mal percebeu a presença do ser encapuzado, até que o som do livro se fechando o trouxe de volta à realidade, e observou silenciosamente a criatura se postar a frente de todos. Pensou em dar um passo em direção ao homem, mas ele mal começou suas "boas vindas" e um círculo verde se formou à sua volta. Os olhos vermelhos do rapaz reluziram enquanto observava aquela magia ser criada, detendo seu passo no mesmo instante.

Começou a explicar sobre a situação em que todos se encontravam, mas a princípio não deu muitas respostas, apenas uma escolha, que a resposta era óbvia.


- Jogar um jogo desconhecido em que o vencedor terá direito ao que quiser, independente do que seja, ou encarar a própria morte..... - Fez uma pequena pausa, deixando sua voz ecoar pelo local enquanto chamava a atenção para si, para encarar o aparente elfo. - Você não parece estar nos dando realmente alguma opção. Em algum momento no passado houve aquele que disse "não"? - Aguardou a sua vez de se decidir, e então continuou a falar. - De qualquer modo, jogarei seu estúpido jogo ou o que quer que seja. Minha resposta é "sim".

Realmente estava irritado, como deixava transparecer em suas palavras, mas a verdade era que não disse nem 1/3 do que verdadeiramente gostaria, mas tudo a seu tempo. Por hora tinha de tratar de se manter vivo. Aguardou as respostas dos outros em silêncio para poder ouvir as regras, embora tivesse certeza que ninguém ali ousaria recusar sob a ameaça de morrer por alguém que teve capacidade de trazê-los ali sem o menor esforço aparente.

Spoiler:
- Olhos Arcanos: Sem saber exatamente o porquê, Kalahan possui uma familiaridade nata com a Magia, com sua essência, e isso se reflete em seus olhos que são vermelhos, diferente do resto da raça humana. Quando diante de alguma magia (tanto sua quanto de outros) seus olhos brilham intensamente e ele consegue ver como ela é criada e utilizada, podendo até mesmo interferir em sua execução.
OBS: Essa habilidade não faz com que Kalahan possa aprender magias apenas olhando.
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Re: O jogo

Mensagem por Convidad em Sex 19 Fev 2010, 10:06 pm

Quando bateu os olhos na carta o vento o fez olhar para o corredor, voltou o olhar para a carta, não havia nada nela. Esta... Em branco... Naquele momento percebeu que seu nome novamente estava na carta, olhou ao redor, novamente algo apareceu na carta, ele leu calmamente: "Que o jogo comece".

Jogo...?

A carta pegou fogo, jogou-a no chão e olhou, sentiu como se tudo estivesse rodando, puxou suas armas e aguardou para ver onde estava indo. Aquilo parecia não ter fim, sentia-se tonto e queria que aquilo parecesse de rodar tanto. Quando surgiu a mancha sentiu seus pés tocarem o chão, mas estava tonto, acabou caindo para frente dando cambalhotas e parou de barriga para cima com as armas em punho, estava tudo escuro e sentia como se ainda rodava. Assim que voltou ao normal se levantou em um pulo e olhou ao redor.

Viu pessoas a sua frente, mas nunca os tinha visto, não sentiu que eles o ameaçavam, pois parecia que também não sabiam o que acontecia ali naquele lugar. Viu a pessoa da pedra e se preparou pra atacar se fosse preciso, mas esperou pra ver o que aconteceria.

Algo brilhou em seus pés, queria sair do circulo, mas antes de tentar ouviu que morreria se o fizesse, pensou duas vezes e continuou a esperar...
Narrador... Jogo... Notou o rosto do homem que falava, não era a aparência que esperava... Não entendia o porquê dessa vez teria seis participantes desse jogo que ele nem sabia o que era, o premio era qualquer coisa, não podia recusar, porque morreria, o preço era alto e enquanto refletia o que fazer notou Axel olhando para ele, sustentou o mesmo olhar e então decidiu.

Sim.

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Re: O jogo

Mensagem por Knightmare em Sab 20 Fev 2010, 1:02 pm

Off: Não era em orden numérica?Pularam a garota legal.



Knightmare observa a folha de papel em branco ao abrir a carta, subitamente junto com o vento forte que invade a taverna ele percebe o seu nome ser "escrito" em letras de um amarelo chamativo sobre seus olhos e sente uma magia forte naquelas letras. Com um leve movimento de mão o homem passa os dedos sobre o cabelo enquanto mantém um olhar atento sobre a carta.
Aparentemente parecia que ela ainda não havia acabado de ser escrita e uma última frase aparece bem sobre o olhar atento do homem, ao acabar de ler as palavras Knightmare sente uma sensação familiar, não dando importância aquilo leva a caneca aos lábios com uma última golada enquanto joga a carta que se incendeia sobre a messa.
Knightmare sente a bebida queimando sua garganta quando repentinamente tudo ao redor de onde estava começa a girar rapidamente o deixando tonto e mareado demais com o turbilhão de cores para gritar ou falar algo.
Tão rápido quanto começaram as cores se esvairam e se transformaram em um negrume instável onde Knightmare sentia-se sendo levado por uma correntesa invísivel, depois do que parecia uma boa quantia de tempo sentiu o enjôo se transformar em uma enorme sensação de tédio.
Quando Knightmare já estava a beira de ter um ataque de nervos cansado daquela sensação e de ver absolutamente a mesma coisa, algo diferente chamou sua atenção, e sendo atraído por uma mancha que parecia cada vez maior sentiu-se cair com força deitado de cara no chão.
Ainda abatido pela queda e tonto por toda aquela situação conseguiu balbucear algo enquanto se levantava com uma mão sobre a cabeça tentando se localizar.


- Ond...Onde?

Ao sentir que toda a tontura havia passado Knightmare passou os olhos pelo local onde se encontravam, um sorriso curioso surgiu em sua face ao perceber que se tratava de outra dimensão, mais logo se desfez ao ver os outros "companheiros" na mesma situação.
Knightmare reparou no ser que lia diante deles mais nada disse e ignorou sua presença, até que começou a falar, e foi retribuido com muinta atenção por parte do homem.
Ao ver a face do ser que se apresentou como Axel, Knightmare ficou desgostoso, esperava alguém com um ar experiente como talvez um mago de longa barba expressando ter passado por muintas coisas mas não um jovial elfo, porém havia se sentido lisongeado por receber uma saudação de um ser que pelo poder que expressou até agora poderia ser muinto convencido.


— Devem estar lisongeados por participarem, todos vocês seis! Há séculos que são apenas três jogadores, mas desta vez fizemos algo que jamais pensaríamos em fazer: o dobro! — uma risada alegre.

O jovem homem retribui a risada alegre de Axel, estava muinto entediado e participar de um jogo parecia muinto convidativo naquele momento.

— Porém, antes que possam levantar e sair andando por aí como se achassem que tivesse alguma saída visível ou não, pensem bem: morrerão automaticamente ao sairem destes círculos. Caso resolvam jogar, é simples, o prêmio para o vencedor será aquilo que ele mais deseja, e quando digo que é qualquer coisa, é porque sim, É qualquer coisa.

- O prêmio é tentador mas é realmente qualquer coisa? e se eu desejar que você morra?

Um soturno sorriso passou pela face do homem, participar era a única opção ainda mais com um prêmio tão interessante em jogo, disse aquelas palavras sem levar a sério, apenas queria ver a reação de Axel enquanto aguardava, afinal somente o primeiro já havia se pronunciado e a segunda ainda não havia dado resposta.
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Re: O jogo

Mensagem por Shaorin em Sab 06 Mar 2010, 9:24 pm

[ Bom, como a Rina não postou e não apareceu no fórum, muito menos me respondeu a PM que enviei, ela está fora. Daremos continuidade.]


O elfo ficou satisfeito com as respostas, principalmente pelos dois jovens que lhe confrontara com perguntas. Aguardou um momento para responder — apesar disso não demonstrar se ele estava ou não formulando alguma resposta —, e sorriu de canto, fitando Kalaham.

— Em todo jogo, caro jogador, sempre há alguém que não quer jogar. Os fracos, eu diria, o que não é o caso de vocês. E...Respondendo a pergunta de Knightmare... — Disse, e seus olhos se moveram para o garoto — Morrerei. — Um brilho surgiu nos olhos do narrador; não parecia demonstrar medo ou receio algum do que falara, pelo contrário, pareceu satisfeito.

— Muito bem. Antes de darmos início ao jogo, devo citar as regras. Primeira: Os círculos existentes abaixo de seus pés são passaportes para cada fase. Como podem ver, elas estão brilhando, isso quer dizer que podem passar por elas. Eles só surgirão quando terminarem por completo a fase; por isso, caso ela apareça e estiver escura, quer dizer que ainda não terminaram.

— Segunda: TODOS, sem exceção, devem participar. Se acaso notarmos que um de vocês não está fazendo nada, iremos voltá-lo para a tela anterior para que passe por ela novamente, sozinho.

— Terceiro e último. — O sorriso que havia desaparecido quando começara a citar as regras voltou a surgir quando um ponto de luz Azul e outro cor-de-rosa aparece em cada lado de sua cabeça.

— Estes são Zulu e Tohru. Eles vão acompanhá-los até o final. Além disso, são eles que irão lhes dizer o que deverão fazer na tela, os lugares onde devem se alimentar, dormir e cuidar de ferimentos. Se porventura precisarem se separar, cada grupo fica com um. Qualquer dúvida com relação ao jogo deverá ser tratada com eles e...um aviso: cuidado com o que falem, eles são temperamentais e podem até, quem sabe, lhes prejudicar se forem mal tratados. Mas acho que não o farão, afinal, precisam deles.

Assim que terminou de falar, duas figuras surgem por completo: Do lado esquerdo da cabeça de Axel surge o Azul*, e do direito o Rosa*.

— E o Axel me escolhe pirralhos novamente... — Disse o Tohru, o Rosa, cruzando os braços enquanto flutuava.

— Fica quieto, eles são tão fofinhos...! — Disse o Zulu, tossindo e coçando a bochecha em seguida quando Axel e Tohru olharam pra ele de canto.

O narrador deixou que o silêncio tomasse conta do ambiente por alguns instantes, esperando por alguma pergunta, mas quando ela possivelmente seria feita, disse antes:

— A hora chegou, jogadores. Vamos ao jogo. Lembro-lhes: Qualquer coisa, perguntem à Tohru ou Zulu. — Ambos fizeram um aceno quando seus nomes foram ditos e Axel ergueu uma das mãos. — Boa sorte.

Assim que o disse, os círculos brilharam intensamente e os cinco foram teleportados para a primeira fase. E assim, o jogo começou.



Fase um: Santa Vilage


Desta vez a chegada fora melhor, surgiram na entrada de uma cidade. Atrás tinha uma pequena trilha onde logo se inicia uma floresta densa e virgem. Um nevoeiro suave cobria alguma das árvores deixando o lugar totalmente sinistro. Os cinco surgem formando um círculo com Tohru e Zulu no meio. Eles flutuavam sempre.

Viraram-se os dois na direção da placa de entrada, era de madeira e tinha meio metro de altura, nela estava escrito bem-vindo à Santa Vilage. A primeira dedução sobre a cidade seria de que era abandonada, mas naquele momento transitavam na rua um garoto de dez anos e uma senhora que ele acompanhava. As casas eram antigas e escuras, boa parte sujas e de suas chaminés saía fumaça. Das poucas árvores que tinha na praça logo a frente caíam folhas marrons denunciando que era Outono.

Na praça tinha um chafariz com a estátua de uma mulher sem cabeça, parecia ser uma bailarina pela forma de suas mãos e de suas pernas. Alguns bancos quebrados e escuros estavam a sua volta e um cão dormia esparramado em cima de um deles.

As ruas eram feitas de paralelepípedo e eram espalhadas por todos os lados que olhassem fazendo muitas curvas. E uma carreira de casas da mesma forma alinhadas uma do lado da outra conforme seguia a rua. De onde estavam podiam sentir um cheiro não muito forte de podridão, ferrugem e enxofre. A primeira vinha da floresta, e as outras duas da vila.

Os dois ajudantes depois de dar tempo suficiente para que todos olhassem o ambiente, começaram a falar.

— Primeira fase. Seguinte pirralhos. — Disse Tohru, o rosa, virando-se para o grupo. — Aqui é Santa Vilage como podem ter notado. Nesta cidade pessoas específicas são visitadas e têm sua cabeça decapitada. Objetivo: Achar quem está por trás de tais mortes.

— Seja mais específico, Tohru! — Repreendeu-o Zulu, fazendo bico. — É simples: deverão procurar os parentes das vitimas para que elas lhe digam alguma coisa que ajude-os a solucionar e acabar com o mistério. Ali, entrando naquela segunda rua à esquerda no final, existe um albergue onde poderão ficar.

O boné de Zulu com seu tom característico e vira para a cidade e aponta para a primeira rua da direita. — Naquela rua está a casa da última vítima registrada na vila, devem começar por lá. É a quarta casa do lado esquerdo, a única com a porta pintada de vermelho, o que significa luto.




[ Onde houver o símbolo * (Asterísticos) quer dizer que devem clicar pois é uma foto.]
< Kalaham não perde MP ao usar sua habilidade, porém não consegue notar nenhuma magia no ambiente, só vinda do narrador que, consequentemente, não estava usando >
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Re: O jogo

Mensagem por Knightmare em Seg 08 Mar 2010, 5:30 pm

- Vemos nessa então.

Diz Knightmare se dirigindo calmamente a praça, o homem já havia descobrido algumas possíveis pistas simplismente de olhar o local mais resolveu guardar para si mesmo por enquanto pois duvidou que poderiam ser de verdade.
O que mais o chamou atenção foi a bailarina sem cabeça e o cheiro de podridão na floresta, ninguém decepa a cabeça de uma estátua em um lugar central e público da cidade como aquela praça sem chamar a atenção, e florestas costumam ter um ar puro sem odores deságradáveis como aquele.
Antes de se dirigir a casa Knightmare foi até a estátua e deu uma boa examinada no local.
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Re: O jogo

Mensagem por Mago Azul em Seg 08 Mar 2010, 5:46 pm

- E cortam as cabeças? - Jace parecia intrigado com a afirmação. - Que ato mais primitivo e barbáro! - Disse angustiado. - Vamos resolver isso logo para punir esses brutamontes.

Jace passou por três casas aparentemente vazias e parando na quarta cada da esquerda, logo em frente a porta vermelha. Iria bater, mas decidiu olhar pelas janelas antes, verificar o que havia ali dentro.
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Re: O jogo

Mensagem por Kalahan em Qua 10 Mar 2010, 4:43 pm

Não havia se manifestado. Ficou em silêncio enquanto o enredo prosseguia.
Não tardou muito e todos foram transportados para uma cidade, e as regras explicadas. A peculiaridade dos cheiros próximos chamavam a atenção, e mais do que o odor da podridão, o enxofre era o que mais lhe aguçava a curiosidade, principalmente pela proximidade com a ferrugem. Mas deixou suas suposições de lado por hora.
Ao passar os olhos pelo lugar, deteu-os momentaneamente na estátua.
Então decidiu se focar nos outros participantes. Um deles anda para a praça enquanto Jace ia para a rua com a casa a qual deveríam se dirigir primeiro, elevou a voz para que todos pudessem ouvir.


- Nosso ponto de partida é a casa com a porta vermelha, antes de mais nada deveríamos reunir informações lá para que possamos direcionar melhor nossas investigações.

Assim dito, começaria a seguir Jace, mantendo uma distância, deixando que outros passassem à sua frente, mas não ficando ao final do grupo. Conforme caminhava olhava em volta, procurava sinais de vida na cidade, pessoas na rua, nas janelas. Procurava observar suas expressões, como reagiam ao tê-los ali em sua cidade, e quaisquer outros sinais que considerasse relevantes. Procuraria também sinais de destruição, luta, ou algo incomum.
Após chegarem na casa, não tomaria nenhuma atitude inicial, deixaria que os mais entusiastas fizessem como bem entendessem, antes de fazer suas próprias ações e perguntas.
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Re: O jogo

Mensagem por Rina em Qua 10 Mar 2010, 10:28 pm

[desculpa pelo sumiço ^^'. Eu já discuti as razões com a Shao, e eu estou de volta \o]

Rina não sabia bem o que se passou. Quando ela estava terminando de ler a última frase da carta (já que não é lá tão habilidosa com leitura), o cenário mudou.

Pelos porcos roxos!!

Ela ficava tonta com tantas cambalhotas que deu dentro do buraco, até cair estatelada no chão. Soltou um gemido alto, enquanto se levantava, ou tentava. A tontura era tanta que tinha problemas em simplesmenter manter as forças nos braços. Resolveu ficar ali mesmo, deitada. Olhava meio hipnoticamente pro teto, surpresa pela peculiaridade.

Rina só olhou mesmo em volta, quando ouviu uma voz.

— Demoraram, mas não tardaram em chegar. Bem-vindos, jogadores.

Dessa vez conseguiu se levantar, mas ficou só encarando o ser. Sua hiperatividade tinha ficado pela viagem. Rina parecia dopada quase. Ouviu o que o homem tinha a dizer, mas sem concatenar sobre a real situação. Nem resposta deu, apenas acenou com a mão, como se quisesse que ele continuasse logo.

Rina gosta de jogos... Ai minha cabeça...

Os outros se manisfestaram, e o encapuzado continuou. Finalmente as forças da Rina tinham voltado, e ela se levantou, se recompondo. Curiosa, cutucou o círculo aos seus pés, quando ouviu sobre sua função. Mas o que fez a hiperatividade da menina voltar, foram os dois seres. Pelas primeira vez, ela falou, aliás, gritou.

Porcos voadores!!!

Estava surpresa com as duas figuras, Zulu e Tohru. Ainda mais por terem aparecido de simples pontos de luz. Ouviu meio boquiaberta a discussão dos dois. E mesmo depois, com o silêncio, ela não tirava os olhos deles. O que não durou realmente muito...

— A hora chegou, jogadores. Vamos ao jogo. Lembro-lhes: Qualquer coisa, perguntem à Tohru ou Zulu. — Ambos fizeram um aceno quando seus nomes foram ditos e Axel ergueu uma das mãos. — Boa sorte.
E então, o jogo começou




Piscou, ao se ver num circulo. Reconheceu todos os integrantes, e entendeu que talvez aquela fosse a primeira etapa. Com seu olhar hiperativo, se virou para a entrada, e antes mesmo de alguém falar algo, Rina já tinha se aproximado.

Caramba, isso tá pior que...que...que...

Ela parou por um momento, tentando achar alguma comparação boa. Mas desistiu. Balançou as mãos e se aproximou do chafariz, olhando. Gostou da pose, e tentou imitar. Só que seu senso de equilíbrio era péssimo, e por pouco, não caiu. Depois desse quase desastre, resolveu voltar para o grupo, sem graça.

Objetivo: Achar quem está por trás de tais mortes.

Rina mordeu um lápis, como um cachimbo.

- Mas isso é óbvio meu caro amigo-voador..... Pena que eu não posso contar para estragar a surpresa *cofcof*

As instruções continuaram, e o grupo enfim começou a se mexer. Rina parecia a única totalmente fora do clima. Apesar do odor e a situação, ela continuava da sua maneira peculiar. Correu, querendo tomar a dianteira do grupo, mas acabou chegando quase junto com Jace. Encarou ele olhando pelas janelas.

Sabe, é bem mais fácil desse jeito...

Rina bateu vigorosamente na porta, quando o rapaz tivesse terminado.

Alôôôô, alguém? A grande detetive Rina Bjorn está aqui!
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Re: O jogo

Mensagem por Frozen em Qui 11 Mar 2010, 12:55 am

Ouvindo todas as intruções e olhando em volta, ficando surpreso com o cenário em volta, resolve se movimentar e tenta achar algumas pistas sobre os crimes.

- É, vamos fazer o que tem que fazer com muito cuidado para não cair em armadilhas.


Falando isso ao grupo resolve dar uns passos em direção a casa onde seria o ponto inicial da investigação, mas quando adentrou a vila ficou analizando aquela mulher que estava com o garoto e falou para os outros jogadores que estavam perto:

-Será que aquela mulher não pode nós ajudar com alguma pista?

Esperando a resposta se dirige até a casa que foi designada para o começo da investigação, ficando uns 5 passos da porta observa o unico jogador do sexo feminino e também o outro jogador que ali estava, e pensa. " Uma criança? Como é animada e barulhenta."
Dando um leve sorriso lhe diz:

-Vá com calma, talvez nem tenha ninguém ou podem ser muito hostis, mas prazer sou Zero e você?

Tirando o olhar da garota olha para o outro e diz:

- O qué será que nós espera nesse jogo? Como disse pra garota me chamo Zero e você? Você viu aquela mulhercom o garoto, será que ela tem alguma pista ou algo que não saibamos para nos dizer? Se ninguem responder essa espoleta ai vamos entrar?
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Re: O jogo

Mensagem por Mago Azul em Qui 11 Mar 2010, 3:33 pm

OFF: duplo post interpretativo, pode?

Alôôôô, alguém? A grande detetive Rina Bjorn está aqui!

Coloca as mãos sobre a boca de Rina com intenções de cala-lá, sem saber o que ela consiguirá pronunciar com certeza.

- Ta maluca? Pode ser uma armadilha desse jogo... Ninguém sabe o que está acontecendo aqui, ou se esses bonequinhos fluantes são confiaveis. - Analisou o que tinha acabado de acontecer, sem saber o que disser ao certo. - Pode haver qualquer coisa ali dentro.. quem sabe perigosa, você seria a primeira a correr perigo, vá com calma..
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Re: O jogo

Mensagem por Convidad em Qui 11 Mar 2010, 10:40 pm

Regras... Odeio elas... Ouviu atentamente cada uma, pois se não as seguisse era morte na certa. Olhou do bicho azul ao rosa, notando que um era o oposto do outro. O brilho do circulo mágico tomou seus olhos... E lá vamos nos...

Assim que tocou os pés o chão olhou em volta, tinha um ar estranho aquele lugar, voltou a olhar para as coisas flutuantes. Acompanhou o olhar deles para a placa de boas vindas, era uma cidade estranha parecia velha e triste, o cheiro do local o incomodava. Notou a estatua sem cabeça, ficou observando-a até Tohru e Zulu falar sobre a primeira missão.

Acompanhou todos até a tal casa, colocou a mão direita em uma das armas que carregava a parte de trás da cintura e em baixo da capa preta e longa...
Espero que o grito da garota não denuncie que estamos aqui, senão teremos graves problemas... Aguardou para ver onde daria toda aquela confusão. Estamos muito desunidos... Precisamos pensar antes de fazer qualquer coisa...

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Re: O jogo

Mensagem por Shaorin em Dom 14 Mar 2010, 4:35 pm

[ Não tem problema, Jace, achei até interessante, mas é bom me avisar antes pois evita q todos postem várias ações em posts seguidos e isso pode confundir um pouco...Terá momentos em que deixarei que falem a vontade, relaxe. ^^ ]


@ Knightmare

Ao chegar na estátua, Knightmare pode notar que ela foi realmente criada sem cabeça mostrando o quão peculiar era seu artesão. As mãos dela estavam viradas para uma direção distinta e tinha movimentos suaves e delicados dando a impressão de que a qualquer momento ela poderia se mexer. Perto de seus ombros tinham algumas manchas secas avermelhadas que terminavam em seu cotovelo.

Algo mais que chama a atenção do rapaz é o estado da água da fonte. Parece mal-cuidada, com o fundo esverdeado coberto por musgos e, rente aos pés da bailarina, mais manchas avermelhadas. Pelo canto dos olhos era possível ver o resto do grupo se dirigindo à casa que Zulu havia recomendado.

— Hey, não se separe do grupo, pirralho... — Uma voz forte apareceu no pé do ouvido de Knightmare, era Tohru. O guardião rosado bateu em seu ombro e com a cabeça mostrou-lhe o caminho.


@ Todos menos Knightmare

Rina veio correndo para alcançar Jace acompanhada do restante do grupo que vinha devagar. Zulu tentava manter o ritmo acelerado da garota mas desistiu no meio do caminho e manteve-se entre o grupo. Enquanto Kalaham e Skym andavam pacientes pela rua, podiam perceber que em algumas janelas olhos e cabeças de homens e mulheres se destacavam, mas que logo sumiam ao ser descobertos e fechavam suas janelas com um baque baixo ou baixavam suas cortinas.

A velha e o menino no qual Frozen falara nota a presença dos seis e cochicha algo para o menino que começa a correr desesperado para uma das ruas e ela, da mesma forma, corre para dentro de uma casa qualquer, em choque.

As casas eram velhas como de se esperar, e a rua era longa e tinha uma casa grande e velha transformando a rua sem saída. Ninguém se atreveu à sair para falar alguma coisa, nem mesmo dar alguma informação sobre como estava a cidade.

As batidas e gritos de Rina ecoaram pela rua e demoraram a sumir mesmo depois de Jace silencia-la. Ninguém os atende, nem mesmo um vizinho aparece para dizer se a casa estava ou não abandonada, e uma certa tensão caiu sobre o grupo.

— Grr...! Eu ouvi isso garoto! Se não fossemos confiáveis não teríamos os nomes de guardiões e... — Disse a pequena figura com irritação ao que Jace dissera. Mantinha as mãos na pequena cintura e os olhos fechados só com a boca movimentando de forma rápida, mas parou estático assim que o trinco da porta vermelha se abriu e revelou-lhes uma figura.


@ Todos

Neste instante Knightmare se aproximava com Tohru e puderam ver uma figura abrir um pouco da porta. Zulu leva um susto e se esconde atrás do ombro de Rina por alguns instantes, tremendo.

— O que querem em minha casa? Trazer mais agouros? — A voz era rouca e baixa, briguenta. A pessoa botou a cabeça para fora da casa e observou os seis por um momento e abriu mais a porta, falando um pouco mais alto.

— Entrem rápido antes que alguém os veja. — Disse depois de um tempo. Era uma mulher quase nos seus cinquenta anos. Seu cabelo já era um pouco grisalho e as primeiras rugas apareciam em seu rosto que por sinal era muito mais pálido que o normal e tinha os olhos fundos e a boca pouco enrugada.

Assim que todos entraram a mulher fechou a porta atrás de si às pressas e voltou-se para dentro, acendendo mais algumas velas. A casa era mais sinistra vista por dentro: a escuridão que era combatida por várias velas em dois grandes castiçais era de dar arrepios. A luz que as velas proporcionavam dava um ar grotesco à mobilha antiga e nas paredes formavam figuras distorcidas.

A casa era pequena, tinha apenas dois cômodos embaixo e o resto em cima eram quartos. A escada era acompanhada por alguns quadros que enfeitavam a parede e todos eram de pessoas sem expressão tiradas muitas vezes na frente da própria casa. E o mais interessante era que algumas das pessoas dos quadros tinham suas cabeças cortadas, sem rosto.

— Não deveria trazer viajantes na minha casa... Já não basta o que aconteceu dias atrás... — Apesar de a mulher aparentar nervosismo quando os avistou, agora que estava protegida em sua casa, transmitia um ar choroso e tristonho.

— Sentem-se e fiquem à vontade... — Ela disse, mostrando dois sofás de dois lugares e três poltronas. Ela mesma sentou em uma delas que tinha por perto uma caixa cheia de linhas para crochê e uma estante cheia de fotos. Os castiçais tinham sido postos juntos e traziam mais luminosidade áquela parte da casa, deixando os demais lugares em completa escuridão.

Os guardiões nada falaram, apenas mantinham-se perto das paredes flutuando e observando todos; Tohru com um ar preocupado e sério, enquanto que Zulu, com um olhar cheio de medo e angústia.
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Re: O jogo

Mensagem por Mago Azul em Dom 14 Mar 2010, 8:03 pm

[Recado anotado, obrigado Shaorin]

— Grr...! Eu ouvi isso garoto! Se não fossemos confiáveis não teríamos os nomes de guardiões e...

Ao ouvir isso Jace realmente ficou p*** da vida, segurava a bainha de sua espada com força, a mesma espada que poderia liberar Shiva, seu espirito guardião.


"Deixa eu te mostrar o que é um guardião!"
, pensou, mas respirando profundamente desistiu da ideia, não seria nada conviniente chamar Shiva agora. Essa mesma também tentava o acalmar, passando mensagens de tranquilidade para sua mente.

A porta se abriu, e Jace não sentiu mais necessidade de segurar a boca de Rina, a soltando e se afastando um pouco, olhando para a figura que abrirá a porta.


— Entrem rápido antes que alguém os veja.

Jace foi o primeiro do grupo a entrar, a cidade lá fora fedia. Aproveitando-se para sentar em uma das poltronas. Escolheu a que melhor desse visão para olhar os outros jogadores, começava a reparar que aquilo era um jogo, e que iria jogar para vencer.
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Re: O jogo

Mensagem por Knightmare em Ter 16 Mar 2010, 5:12 pm

O homem olhou com muinta atenção os detalhes do local, guardando em sua mente algumas pistas claramente evidenciadas naquela praça.
Havia algo estranho e peculiar naquele lugar e Knightmare já formulava algumas hipóteses em sua cabeça quando foi chamado a se dirigir para casa pelo pequeno ser rosa.


- Ok, já estou indo.

Disse enquanto andava rapidamente na direção do resto do grupo.
Ao chegar observou a cena que se seguiu até que a velha começou a falar enquanto os colocava pra dentro e com um sorriso retrucou.


— Entrem rápido antes que alguém os veja.

- A senhora deve estar querendo dizer "mais" alguém os veja, esses caras já conseguiram alertar metade da cidade de nossa presença.

Ao entrar na casa o homem de cabelos castanhos se sentiu bastante confortável com o ar de mistério e a aparência rústica do local, prestando bastante atenção em tudo ali dentro ouviu as palavras da mulher e algo chamou sua atenção.

— Não deveria trazer viajantes na minha casa... Já não basta o que aconteceu dias atrás...

- Isso quer dizer que quem fez "isso" com seu parente senhora foi um viajante?

Disse Knightmare tentando manter um tom respeitoso com a dor da mulher, o homem não se sentou ao ser convidado, parecia ou deixava parecer estar inquieto.
Enquanto falava caminhou calmamente até os quadros na parede da escada e olhou os atentamente principalmente os que não tinham cabeça.
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Re: O jogo

Mensagem por Rina em Qui 18 Mar 2010, 7:28 am

A garota espernou nas mãos do rapaz, e tentou até mordê-lo, para soltar-se.

Rina não tem medo! Muito menos deles
- apontou para os dois guardiões, enquanto dava um sorriso bobo.

Virada de costas, ela ouviu um barulho metálico e instantaneamente virou, parando numa pose meio robótica. Mas relaxou com a voz da mulher. Aproximou a cabeça, olhando para os lados, e disse também em voz baixa.

- Pss, Rina não é agouro, é detetive... Mas esse aqui do meu lado.... - Se referindo a Jace, num gesto de vingança infantil.

A porta foi aberta, e Rina foi logo entrando. Rina olhou em volta, e bateu uma mão na outra, animada.

- Adorei esse clima, as velas realmente dão um toque extra a qualquer ambiente...

Rina preferiu se sentar no braço de um sofá, balançando as pernas, apoiando as mãos também. Pigarreou,e já começou a verborréia.

- "Cara vossa madame", somos..... detetives peregrinos, do Sul, e estamos aqui para resolver esse caso das cabeças! - Ela se inclinou para frente, num tom de segredo - Mas não conte para ninguém, é um segredo!!

Inventar histórias era com Rina mesmo, se bem que segredo era meio duvidoso, após seu próprio grito, na frente da casa...
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