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Estalagem Stallion

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Re: Estalagem Stallion

Mensagem por Gin em Qua 07 Dez 2011, 11:27 pm

A humana não respondeu ao demônio, preferindo chegar para trás quando o mesmo tentou aproximar-se dela. Estava totalmente apavorada. Os três, então, deram alguns passos para trás para analisarem o salão.

Nesse meio tempo ouviram passos no andar de cima e um par de botas pretas apareceu na escadaria. Em seguida um humano grande e de meia idade começou a descer as escadas. Seus cabelos grisalhos chegavam até a altura de seu ombro e tinha um rosto nobre, com traços bem definidos. Mesmo de longe, Gaboros conseguia ver que os olhos de homem traziam não só a sabedoria da idade, mas também um poder oculto muito grande.. algo com o qual não devia se meter. Usava roupas simples que salientavam seus músculos. O homem, vendo os três ali, aproximou-se com escárnio estampado em seu rosto.


Demônios.Disse.Pelo visto vocês não sabem nada do que está acontecendo na Península de Ruff e, por isso, não tenho nada contra vocês.Suas palavras não pareciam verdadeiras, pois o que o homem mais parecia querer fazer era atacá-los ali mesmo.Os guardas já foram chamados e logo estarão aqui. Saiam agora da Península de Ruff se não gostariam de serem presos em HIlydrus.

O homem estava sério e com os braços cruzados. A atendente tinha saído de trás do balcão e já tinha desaparecido por uma das portas laterais da Estalagem. Não havia mais ninguém ali a não ser os três companheiros e o misterioso homem que estava, ao que tudo indicava, desarmado. Mesmo assim Gaboros sentiu tamanha pressão espiritual vinda daquele homem que tinha certeza que não ganharia um combate nem mesmo com muitas armas ao seu dispor. Iria embora?

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Re: Estalagem Stallion

Mensagem por Ray Silent em Sab 10 Dez 2011, 12:02 am

Estava caminhado pela rua daquela pequena vila a beira da praia, um verdadeiro paraíso eu diria, se nao fosse pela aura escura que pairava por toda penísula. As ruas estavam vazias, muitas portas e janelas fechadas, para um local desses era um comportamento um tanto estranho.

Eu podia sentir aquela mesma sensaçao de insegurança que sentira na praia a poucos minutos atraz, algo realmente estranho estava para acontecer, ou ja estava acontecendo ali e eu nao podia ficar simplesmente admirando a paisagem. Aquela sensaçao estranha e a quietude excessiva da vila me faziam desconfiar tanto a ponto de olhar para os lados a cada 5 minutos para averiguar a situaçao.

Finalmente cheguei ao local da estalagem entao li na plaqueta em frente "Estalagem Stallion".

*realmente estou em Lodoss, ja ouvi falar deste lugar! ao menos uma parte de meus problemas foi resolvido, consegui chegar ao meu destino!*

Entrei na estalagem a procura de algum ser que pudesse me dar informaçoes, ja que na rua nao havia ninguem com coragem suficiente para isto. Ao chegar na recepçao vi 4 pessoas, 3 deles eram demonios que estavam de frente a escadaria que dava aos quartos proximos ao balcao, e um senhor que tinha muita de ser o dono do local, estava no pé da escada. Olhei mais atentamente e percebi que o clima entre os 4 nao era la muito bom.

*Isso nao vai prestar! acho melhor ficar longe até que isso acabe.*

Fui para um canto afastado onde eles nao pudessem me notar e decidi esperar, nao havia mais ninguem alem daqueles quatro entao nao podia me arriscar me meter nos assuntos deles, nao pareciam ser muito amistosos.
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Re: Estalagem Stallion

Mensagem por Gaboros Sillentall em Sab 10 Dez 2011, 3:41 pm

Obs.: Somos 4 '-' Eu, Zoltan, Ayli e Tales Razz
___________
- Queremos alugar um quarto! Podemos dar uma voltinha pela estalagem? Pode nos mostrar a estalagem? - Disse Zoltan
Aguardamos resposta durante uns 2 minutos e ele apenas nos encarava.
[color=olive] - Pode nos ajudar?[/olive] - Disse Ayli
Sem sucesso, Tales puxa seu martelo:
[color=olive] - Responde, seu velh![/olive] - Esbravejou Tales
- Calma, Tales! - Gaboros segurou o martelo de Tales
Gaboros andou até o velho e perguntou:
- Pode nos ajudar? - Gaboros terminou a frase e ouviu passos, de alguém entrando. Virou rapidamente para o barulho e viu um ser. Andou em sua direção e disse:
- Entrando de fininho?
- Meu bom senhor, deveria se preocupar mais com quem entra de fininho do que com demônios que querem alugar quartos, não achas? - Disse Ayli
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Re: Estalagem Stallion

Mensagem por Gin em Ter 13 Dez 2011, 12:28 am

@Todos

O homem continuava a olhá-los, sem responder a qualquer questão. Nem mesmo quando um martelo surgiu na sua frente ele pestanejou. Era realmente corajoso, ou talvez fosse um tanto despreocupado.

De qualquer modo olhou com indiferença para todos ali.

Vou repetir.Disse, com o mesmo desdém de antes.Demônios normalmente já não são bem vindos nessas terras, ainda mais com os acontecimentos recentes por toda Ruff.Completou, soltando uma suspirada.

Ignorou-os completamente e caminhou junto à porta, na direção de Ray.

Olá forasteiro.Disse de um modo muito mais caloroso do tom que tinha acabado de usar com os demônios.Você parece um tanto perdido, tem como eu ser de alguma ajuda?Estendeu a mão esperando que Ray apertasse-na.Meu nome é Kiur e sou o dono da Estalagem.

Kiur percebeu com o canto os olhos que os demônios não foram embora. Inclinou sua cabeça para o lado sutilmente e dirigiu-se a eles.

Os guardas estarão aqui em alguns minutos. Porém se não forem embora agora terão que lidar comigo.Sua voz era séria.Garanto que não sairão vivos daqui.

Os quatro conseguiam sentir uma aura poderosa vindo do homem, uma pressão que só eles ali sentiam. Era tamanha que quase foram embora só por causa dela. Enfrentar o homem era suicídio, disso tinham certeza. O que fariam?

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Re: Estalagem Stallion

Mensagem por Ray Silent em Ter 13 Dez 2011, 4:20 pm

Após perceber a pequena confusao que estava se passando por la me perguntei se era realmente ali que eu deveria estar, mas nao por medo, sim por falta de tempo. Ja havia enfrentado situaçoes bem piores e com certeza 4 demonios nao me assustariam, nao aquela altura.

Mas decidi por hora nao me intrometer, entrei e fiquei esperando que tudo acabasse para depois procurar pelo que queria, mas antes que pudesse o que eu queria acabou vindo até mim, embora estivesse acompanhado daqueles demonios, o dono da estalagem veio me cumprimentar. Ele parecia ser um bom senhor, mas deu pra notar que nao era um simples homem, pois estava sozinho conseguindo conter os 4 ademonios ali.

— Olá forasteiro. — Disse de um modo muito mais caloroso do tom que tinha acabado de usar com os demônios. — Você parece um tanto perdido, tem como eu ser de alguma ajuda? — Estendeu a mão esperando que Ray apertasse-na. — Meu nome é Kiur e sou o dono da Estalagem.

— Prazer, me chamo Ray Silent. — Disse enquanto retribuia o aperto de mao.

— Vim de uma terra muito longe daqui, preciso de algumas informaçoes. Se possivel um lugar para passar a noite e algo para comer, tive uma viagem bastante longa e cansativa até aqui.

Respondi a Kiur, mas sem perder o foco nos demonios logo a frente, nao me parecia que eles queriam apenas alugar quartos, pelo menos nao o grandalhao que quase martelou tudo com sua marreta.

Fiquei bastante atento aos movimentos deles pronto para qualquer situaçao, até mesmo para um ataque caso fosse necessario, nao sabia quanto tempo os guardas que Kiur citou estarem chegando levariam para aparecer, mas nao podia simplesmente deixa-lo lutar sozinho, era contra minha conduta, mas tambem estava torcendo para ser apenas impressao minha e que a tal batalha que estava imaginando nao viesse a acontecer.

Nao tinha tempo para lutas desnecessarias, algo muito errado estava acontecendo e eu nao podia simplesmente ficar parado.
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Re: Estalagem Stallion

Mensagem por Gaboros Sillentall em Ter 13 Dez 2011, 8:27 pm

- Senhor Kiur, pode nos dizer o que está acontecendo na Península de Ruff? - Disse Zoltan
Esperamos alguns segundos e sem resposta, voltamos à perguntar.
- Senhor, pode nos responder? - Disse Ayli
Parecia que o senhor ali, parado em nossa frente, não iria nos responder.
[color=olive - Então vamos embora! [/color]- Disse eu
Nos viramos e saimos da estalagem e da peninsula de Ruff
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Re: Estalagem Stallion

Mensagem por Gin em Qui 15 Dez 2011, 11:26 pm

@Todos

Kiur não deu a mínima atenção ao grupo de demônios em sua estalagem que, entendendo a deixa, finalmente se retiraram da estalagem. Se fossem espertos saíriam de Ruff o mais rápido possível, antes que algo muito pior do que serem simplesmente presos lhe ocorressem.

Depois que o quarteto saiu da Estalagem, Kiur pareceu muito mais aliviado. Sua tensão, no entanto, ainda estava muito grande, como Ray percebeu facilmente. Mesmo assim o homem sorriu calorosamente, levando Ray consigo até o grupo de mesas e sofás do salão de entrada. Lá, haviam inúmeras frutas, carnes secas e pães, além de uma água cristalina dentro de um jarro. O homem indicou que poderia se servir.


Bom..Disse Kiur, pegando uma macã para si.Não posso te dar estadia, mas posso saciar sua fome e responder o que estiver ao meu alcance.Disse com uma voz soturna, sorrindo. Em seguida deu uma grande mordida na fruta e só continuou quando tivesse engolida a mesma.Como posso lhe ser útil, Ray?


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Re: Estalagem Stallion

Mensagem por Ray Silent em Sex 16 Dez 2011, 11:55 am

Os demonios finalmente foram embora, me senti bem mais aliviado nesse momento, e pelo que percebi o senhor tambem parecia estar mais calmo, Kiur voltou-se para mim e me levou até o local que parecia ser o salao onde os hospedes tomavam o café da manhã. Havia uma grande mesa farta de frutas e alguns alimentos e tambem agua fresca.

— Bom.. — Disse Kiur, pegando uma macã para si. — Não posso te dar estadia, mas posso saciar sua fome e responder o que estiver ao meu alcance. — Disse com uma voz soturna, sorrindo. Em seguida deu uma grande mordida na fruta e só continuou quando tivesse engolida a mesma. — Como posso lhe ser útil, Ray?

Realmente eu nao esperava que um local tao luxuoso como este pudesse me oferecer estadia gratis, mas pelo menos minha fome eu poderia saciar.

— Bom senhor, notei que o clima por aqui nao ada muito... "agradavel" se é que posso dizer dessa forma.

— Posso saber o que esta havendo por aqui?


Entao me servi tambem de uma das frutas da mesa e de um copo dagua.
Esperava que Kiur pudesse me dar uma explicaçao do que estaria acontecendo e tambem uma direçao de para onde deveria ir, algo estava bem errado ali e era exatamente por isso que eu estava la, talvez fosse meu destino estar naquele lugar, naquela hora, mas nao podia enfrentar o que quer que fosse desarmado e sem nada, precisaria de equipamentos e suprimentos. Antes que ele pudesse responder falei novamente.

— Pode me dizer a direçao da cidade mais proxima daqui?

Dessa vez esperei pela resposta enquanto me servia do que havia na mesa.
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Re: Estalagem Stallion

Mensagem por Gin em Sex 16 Dez 2011, 9:09 pm

Kiur terminou de comer sua fruta, limpando a boca com um guardanapo. Também bebeu toda sua água, pousando a copo na pequena mesa de madeira. Em seguida encostou-se mais confortavelmente na cadeira, soltando um suspiro cansado.

— Bom senhor, notei que o clima por aqui nao ada muito... "agradavel" se é que posso dizer dessa forma.

— Posso saber o que esta havendo por aqui?

SIm.. a Península de Ruff está sofrendo um grave problema de invasão de piratas, lideradas por um capitão maléfico e extremamente poderoso.Disse, com o mesmo tom preguiçoso que seu corpo tinha assumido.De qualquer modo, você não devia estar aqui agora.Completou, sem cerimônias.A cidade mais próxima daqui é Hilydrus.. pegue a estrada na saída Sul da Península. Passará por Hirt antes de chegar lá.

Kiur pareceu um tomar um grande impulso para levantar-se. Pegou alguns lenços e começou a amarrá-los por cima de algumas frutas e carnes secas. Em seguida jogou dois desses lenços cheios de comida para Ray.

Creio que com essa quantidade consiga chegar lá tranquilamente. Existem muitos riachos pela estrada. Não passará sede alguma. — Apertou a mão de Ray mais uma vez.Volte daqui a alguns dias e me procure, Ray. Creio que até lá tudo estará resolvido.

Dito isso saiu do salão e subiu as escadas, depois de trocar breves palavras com a recepcionista. Ray entendeu bem: aquela não era o momento de estar ali e teria que sair dali a mais rápido possível. Talvez em Hirt ou até em Hilydrus poderia achar um novo rumo.


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Re: Estalagem Stallion

Mensagem por Ray Silent em Seg 19 Dez 2011, 12:41 pm

— SIm.. a Península de Ruff está sofrendo um grave problema de invasão de piratas, lideradas por um capitão maléfico e extremamente poderoso. — Disse, com o mesmo tom preguiçoso que seu corpo tinha assumido. — De qualquer modo, você não devia estar aqui agora. — Completou, sem cerimônias. — A cidade mais próxima daqui é Hilydrus.. pegue a estrada na saída Sul da Península. Passará por Hirt antes de chegar lá.

Após receber a noticia Ray ficou bastante apreensivo e pareceu nao notar o que o senhor dizia a seguir. Apenas voltou a prestar atençao no momento em que o senhor lhe entregou os mantimentos para viagem.

— Ahh... Muito obrigado! — Disse meio surpreso como se tivesse sido acordado de um devaneio, e realmente foi o que aconteceu.

Ray seguiu para a estrada que daria em Hirt, pelo que o senhor havia lhe dito era por onde deveria passar para chegar a cidade de Hilydrus. Caminhou bastante mas ainda pensando no que estava se passando na penisula, nao podia deixar de lado o que estava acontecendo, mas decidiu seguir seu caminho por enquanto.

[Minha póxima postagem vai ser na estrada de Hirt certo?]
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Re: Estalagem Stallion

Mensagem por Gin em Qua 11 Jan 2012, 4:10 pm

Off¹: Sim

(...)

Vazio

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Re: Estalagem Stallion

Mensagem por Alannia em Qua 07 Mar 2012, 10:42 pm

Durante a batalha na torre do mago Arestus, Alannia foi pega por um poderoso feitiço que a levou até Lodoss. Sem se lembrar de nada, ela despertou gravemente ferida em uma praia, era final de tarde e a maré estava subindo. Alannia certamente morreria afogada pois não conseguia se mover devido aos seus ferimentos se não fosse o aparecimento de um velho pescador chamado Baltus que a encontrou e resgatou.

- O que será que uma elfa faz aqui? Não posso deixa-la aqui ou acabara morrendo. - Falou Baltus ao ver Alannia estirada na praia.

Com um pouco de esforço, Baltus carregou Alannia até sua casa oferecendo a moça um leito para descançar e se recuperar de seus ferimentos.

- Quem é você? Aonde eu estou? - Questionou Alannia semi acordada.
- Se acalme moça, você está em minha cabana, meu nome é Baltus sou um pescador. - Respondeu com gentileza o velho homem.
- Como eu vim parar aqui? E oque você quer de mim? - Indagou a moça.

- Você estava desacordada na beira da praia por pouco as ondas nao te levam, a maré estava subindo rapido. - Respondeu Baltus sorrindo. - Se acalme eu não quero o seu mal, você tem um ferimento feio em sua cabeça, como isso aconteceu? - Perguntou o homem enquanto olhava para a testa de Alannia onde era possível ver um grande corte.

- Na verdade não me lembro de muita coisa, só me lembro de ter acordado na praia naquele momento que você me tirou dali. - Respondeu Alannia olhando intrigada para seu salvador.

- A pancada deve ter sido forte, bom vc precisa se recuperar, vou lhe trazer um pouco de alimento. - Falou o pescador distanciando-se de Alannia até sair do quarto.
Depois de alguns minutos o pescador retorna trazendo em suas mãos um prato fundo de madeira cheio de sopa de peixe com batatas cozidas.

- Coma essa sopa é minha especialidade. Ajeite-se, vou lhe servir a comida enquanto você ainda não conseguir se alimentar sozinha. - Falou Baltus servindo a sopa para Alannia, dando o alimento em sua boca.

Alannia por sua vez reluta em comer daquela forma mas devido ao fato de não conseguir se mover e por estar com muita fome acaba se rendendo com certa relutância à situação. Após comer a garota adormece acordando apenas no amanhecer do dia seguinte.
Ao acordar Alannia chama por Baltus sem obter resposta alguma, desconfiada ela se esforça e consegue se por de pé percebendo então que está com diversos curativos em todo seu corpo incluindo o corte em suas cabeça que agora estava cuidadosamente costurado e enfaixado. Desconfiada Alannia vasculha a casa e pela janela vê Baltus sentado em uma grande pedra observando o mar. Curiosa ela sai indo até o encontro do pescador.

- Ei porque me ajudou? - Surgiu Alannia perguntando.

- Você! Não era para levantar tao cedo. Precisa descançar ainda esta ferida - Falou Baltus com ar de preocupação.

- Já estou melhor, apenas me responda. - Insistiu Alannia em sua pergunta.

- Se eu tivesse deixado você lá, acabaria morrendo - Respondeu o pescador com um ar gentil. - Sabe, não se vê muitas elfas por aqui.Ffiquei surpreso quando te vi. - Completou.

- Ah bom... Nao lembro como cheguei aqui... - Falou Alannia fazendo uma expressão como quem tentava forçar a memória.

- Volte para a cabana você precisa descançar. - Disse Baltus com ar de preocupação.
Com o fim da conversa, Baltus guiou Alannia devolta para seu leito e ali a confortou.

- "Ele acha que eu sou uma elfa, bom acho melhor nao contar nada agora pois ele não vai gostar quando descobrir a verdade alem do mais estou ferida e não posso me defender sozinha. " - Pensava Alannia enquanto se preparava para descançar.

Ao passar de uma semana, Alannia vai se recuperando lentamente com a ajuda de Baltus, sempre dando-lhe comida, cuidando de seus curativos e tratando de suas necessidades. Durante este tempo Alannia manteve-se sempre desconfiada achando que o homem queria algo com ela, talvez relações sexuais. Até que no começo da semana seguinte Baltus entrou na cabana de Alannia trazendo consigo duas varas de pescar.

- Parece que está melhor, venha vou te ensinar a pescar. - Falou o pescador com um grande sorriso no rosto.

- Porque está me ajudando tanto? Oque você quer de mim? - Questionou desconfiada a moça.

- Nada, você apenas estava ferida e eu lhe ajudei pois não gosto de ver ninguém mal. - Respondeu Baltus gentilmente.

- Mais você me ajudou sem mais nem menos e se eu fosse uma ladra ou assassina? - Indagou Alannia.

- Eu não sei, apenas te ajudei que, mal ha nisso? - Respondeu Baltus.

Enquanto conversavam, Baltus e Alannia saiam da cabana e iam caminhando pela praia até que um grupo de crianças correndo por ali avistam o casal. Agitadas, as crianças se aproximam gritando e brincando, Baltus as comprimenta enquanto Alannia as ignora. Sentindo-se desafiadas, as crianças começam a jogar areia em Alannia na intenção de brincar com ela, como o pescador havia dito não aparecem muitos elfos por lá e por isso as crianças sentiam-se atraídas pela jovem moça. Mesmo com todo o esforço das crianças em tentar conseguir a atenção de Alannia, esta continua a ignorá-las o que faz com que estas acabem por ir embora.

- Quem eram aquelas pestes? E de onde saíram? - Questionou Alannia irritada.

- Ah não fale assim, elas moram aqui perto, existem muitas famílias por essa praia. A minha cabana é a mais distante, pois assim como os peixes gosto de paz e silêncio, mas as crianças não me incomodam. - Respondeu Baltus com seu jeito gentil.

Ao cair da noite Alannia, sai da cabana de Baltus e segue a procura das crianças que a irritaram mais cedo, após um tempo correndo furiosa pela praia ela encontra um dos meninos dormindo em uma rede próxima a uma pequena cabana de palha. Ali Alannia se aproxima do menino e o acorda.

- Vamos ate a praia encontrei um tipo de criatura mais não sei se esta viva. - Falou a moça com um sorriso.

- Mas já esta tarde e meus pais não vão me deixar ir. - Falou o menino surpreso com o aparecimento de Alannia por ali.

- Não se preocupe, vamos escondido, não é muito longe. - Argumentou a moça.

- Ta! Mas não vamos demorar! - Falou o garoto já pulando da rede aonde dormia.

Alannia segue com o menino até um lugar mais deserto. Depois de algum tempo andando o garoto começa a estranhar a atitude de Alannia que estava muito calada e com um sorriso diabólico no rosto. Repentinamente ela para de andar e olha para o menino como se quisesse devorá-lo vivo.

- É aqui que você fica, faz tempo que não como algo que preste sabe? Alguns demônios preferem carne humana o que é o meu caso. - Falou Alannia desta vez com um sorriso diabólico no rosto que exibia todos os seus dentes incluindo seus caninos avantajados e grandes o suficiente para tornar sua mordida perigosa.

- Mas do que você esta falando? Aonde esta a criatura que você falou? E que historia é essa de carne humana? - Questionava o garoto já assustando-se com o comportamento da moça.

- Logo você vai entender. - Respondeu Alannia aproximando-se ameaçadoramente do jovem agora exibindo também suas garras.

Apavorado o garoto tenta correr, Alannia por sua vez o segue de perto divertindo-se com a situação, transformando aquilo tudo em uma espécie de jogo de gato e rato no qual ela era a gata e o garoto o rato que estava prestes a ser devorado.

- Pa-pa-pare com isso, me deixe ir embora. - Suplicou o garoto assustado enquanto corria.

- Ah mais você não acha mesmo que vou deixar uma refeição tão apetitosa ir embora? - Respondeu Alannia já pulando sobre o garoto e derrubando-o na areia atrás de alguns rochedos distantes de qualquer habitação. - Estou ha um bom tempo apenas tomando sopa de peixes, preciso varia um pouco meu cardápio. - Completou a moça enquanto sufocava o garoto com uma de suas mãos na intenção de impedir o mesmo de gritar.

Com o garoto imobilizado embaixo de si, Alannia abocanha seu pescoço cravando suas presas na jugular do garoto. Muito sangue é jorrado e em questão de segundos o menino já não demonstra mais sinais de vida. Com sua presa abatida a demônia se banqueteia devorando quase todos os músculos do corpo do menino deixando sobrar apenas as víceras, orgãos, pele e ossos com exceção do coração que também foi devorado.

Com a refeição terminada, Alannia jogou o corpo do garoto na maré que o levou rapidamente, o sangue do corpo eviscerado atraiu os sempre presentes tubarões que por sua vez terminaram de devorar o que uma vez fora um menino. Enquanto isso nas águas rasas Alannia se lavava limpando-se de todo o sangue, estava satisfeita e de estômago cheio.

- "Ah fazia tanto tempo que não me alimentava bem assim, acho que logo vou ir atrás das outras crianças." - Pensou consigo mesma enquanto se banhava.

Depois de completamente limpa do sangue do menino Alannia retorna para a cabana de Baltus que ao vê-la toda molhada de água do mar deduziu que a mesma havia ido tomar um banho noturno como muitos gostavam de fazer e por isso não a questionou.

Alguns dias depois,uma terrível tempestade começou a assolar Ruff deixando o mar muito agitado e destruindo parte das cabanas ao redor inclusive a de Baltus. Além da tempestade outras coisas estranhas vêm acontecendo em Ruff, peixes morrendo sem motivo aparentes, crianças adoecendo entre outros acontecimentos incomus. A tempestade negra e malígna estava repleta de energia negativa, essa energia por sua vez revigora as forças de Alannia fazendo com que ela se lembra-se de tudo.

Com a memória recuperada ela começa a ter muitos sonhos de seu passado mas dentre estes um sonho em particular chama a sua atenção, ela sonha com uma grande nevoa negra e nessa nevoa ela ve a imagem de Aldarion muito apagada e em flashs ela percebe que ele não esta sozinho, um homem alto e robusto vestindo-se como um mago está com ele, eles chegam em uma estalagem e lá ha varias pessoas que também têm os rostos coberto pela nevoa.

Nessa estalagem Aldarion se encontra com um grupo, quando Alannia tenta se aproximar do espadachim a nevoa toma conta da imagem em seguida o sonho acaba. Alannia desperta surpresa e curiosa sobre o sonho que acabara de ter que apesar de confuso era muito real. Decidida a investigar o acontecimento, ela olha para o céu com um leve sorriso e em seguida passa a lingua sobre seus labios. No dia seguinte ela arruma suas poucas coisas, mas antes de partir decide despedir-se de Baltus.

- Preciso ir tenho um novo objetivo. - Falou a moça decidida.

- Siga sua vida, e cuidado para não se ferir gravemente de novo. - Respondeu Baltus enquanto arrumava seus equipamentos de pesca.

- Tenho uma dívida com você e pode ter certeza que será paga, afinal você não me ajudou atoa. - Disse Alannia.

- Fique sossegada moça, você não pode apenas entender que existem pessoas boas que ajudam as coisas nas horas difíceis? - Indagou Baltus com seu jeito gentil e simples de ser.

- Não creio que isso seja possível mais agradeço pela a ajuda irei vê-lo em breve e pagar pelo favor - Respondeu Alannia dando um leve sorriso.

- Tudo bem! Boa sorte em sua jornada! - Finalizou Baltus acenando para Alannia enquanto esta começava a se distanciar.

Saindo da nova casa de Baltus, Alannia se dirige até a cidade e ali acaba descobrindo, através das indicações dos moradores locais, onde estava localizada a Estalagem Stallion com a qual havia sonhado. Uma vez encontrado a estalagem Alannia entra e se surpriende ao ver que ela é idêntica com a que havia sonhado o que confirmava suas suspeitas daquele sonho ser mais que um sonho e sim uma visão. Já dentro da estalagem Alannia se dirige ao balcão.

- Bom dia, você viu passar por aqui um jovem homem que atende pelo nome de Aldarion? - Questionou Alannia a quem quer que fosse atendê-la.






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Re: Estalagem Stallion

Mensagem por Gin em Sab 10 Mar 2012, 1:22 pm

Deixando tudo para trás, Alannia foi caminhando nas escaldantes areias da praia em direção à grande construção de mármore branco localizada no fim da praia. Era realmente impressionante, se fosse comparar com os casebres mais humildes dos pescadores locais. Apesar de estar calor o sol ainda era tapado pela nuvem negra que assolava a Península de Ruff já fazia algum tempo. Apesar disso, a nuvem só trazia benefícios para a garota, que sentia seus poderes se recuperando. Finalmente atravessou a porta dupla de madeira e foi caminhando para o balcão, ignorando os olhares dos homens e funcionários que estavam no Hall principal.

Apoiou-se no imenso balcão de madeira e olhou para baixo. Uma humana de olhos verdes e cabelos longos e pretos estava ocupada mexendo em uma pilha de papéis. Era jovem e muito bonita. A única coisa estranha da jovem atendente era que parecia muito branca para alguém que trabalha em uma praia.

Bom dia, você viu passar por aqui um jovem homem que atende pelo nome de Aldarion?


Oh, bom dia.Respondeu a garota. Sua voz era baixa e tranquila. O senhor Aldarion, correto?A garota parou de mexer nos papéis e encarou Alannia com seus grandes olhos verdes.Creio que o guerreiro chamado Aldarion já tenha passado por aqui, sim. Poderia perguntar do que se trata?Perguntou, ainda olhando diretamente nos olhos de Alannia.


< Por favor, ponha um link de sua ficha avaliada e aceita na sua assinatura. Desculpa, também, pela demora. >

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Re: Estalagem Stallion

Mensagem por Alannia em Qui 22 Mar 2012, 1:32 am

Alannia olha para a garota com um sorriso amigavel.

- Pode se dizer que sou uma amiga, acabamos seguindo caminhos diferentes.
- E agora estou a proucura dele.

Alannia se vira e olha a sua volta, vendo que ainda estão olhando para ela retorna o olhar para a garota.

- A quanto tempo ele passou por aqui?
- Se não for incomodar muito, Sabe me dizer que direçao ele foi?.








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Re: Estalagem Stallion

Mensagem por Gin em Dom 25 Mar 2012, 12:44 pm

Off: semana que em posts mais frequentes o/

On:

A atendente parecia não saber o que fazer, apesar de ainda permanecer calma. Seus olhos ainda estavam observando Alannia e seu sorriso era mais que amigável, porém sua expressão era de pura preocupação ou assim parecia dizer sua testa franzida. Estava a ponto de falar quando foi cortada por uma voz poderosa.

Aldarion?Veio a voz do topo da escadaria.Ora, um bom rapaz, realmente.

Alannia observou enquanto um homem alto e de meia idade descia as espetaculares escadas de mármore. Seus cabelos grisalhos estavam na altura de seus ombros largos e sustentava um bigode da mesma cor que só fazia seu rosto mais sereno. Tinha feições nobres e, apesar disso, era queimado pelo sol como se tivesse passado a vida trabalhando na praia ou em um navio. No último, provavelmente, pelo jeito que andava como se esperasse um balanço. Usava vestes simples e brancas com uma túnica por cima.

O homem veio para perto de Alannia, apoiando seu braço no balcão e inclinando sobre o mesmo.

Meu nome é Kiur, dono dessa Estalagem.Disse, sem sorrir. Não parecia ser por falta de cortesia e sim pelo motivo do homem realmente não sorrir muito.Aldarion, certo? — Continuou depois de Alannia se apresentar. — Ele está em uma missão para mim, juntamente com alguns outros companheiros. Creio não poder apontar a direção para a qual ele foi pois trata-se de uma missão sigilosa.Completou, observando com atenção os gestos que a garota fazia com seus olhos cinzas e sábios. Alannia via, ali, um homem que talvez não fosse prudente confrontar. Só de estar perto de Kiur sentia um poder latente descomunal emanando deste, algo que não sentia fazia algum tempo.

Kiur ficou a esperar a resposta de sua convidada enquanto a atendente ouvia atentamente a conversa entre os dois.

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Re: Estalagem Stallion

Mensagem por Bluesday em Qua 20 Jun 2012, 1:32 am

oFF: Verdade Gin, foi por esse motivo que postei o vídeo com a música, pois ela transmitia a sensação muito bem dramática para a situação.

On:

Tenkai estava envolvido em puro poder e concentração. Nada tiraria ela daquele momento de frenezi. Ele sentia o sangue e suor de seu corpo escorrerem e se mesclarem em um. Por mais que fosse doloroso, Tenkai resistia a todo aquele sofrimento, não estaria satisfeito se não consegui-se concluir o que começou, sua vida dependia daquilo, embora já estava morrendo, pois a magia que que desgastava seu corpo e consumia sua vida era tão forte e tão silenciosa, que o elfo mal podia notar.

No entanto, ele estava determinado, nada seria uma barreira, a única barreira para ele, seria ele mesmo, e foi exatamente o que aconteceu. No auge de sua concentração, eis que surge a tão sonhada e árdua espada de luz. Ficou tão inusitado e feliz com o que acabou de realizar, que aquela pequena brecha de sentimento de dever cumprido foi o bastante para trazer a mente do elfo a realidade.

Agora que Tenkai estava com a cabeça sã, viu toda sua espada reluzente se desfazer em suas mãos e virar apenas um pequeno pedaço de luz. Nesse momento o elfo sentiu o peso do esforço adquirido, e logo perdeu sua coordenação motora e toda sua força por completo, e foi caindo com tudo na madeira do navio.

Entretanto, enquanto caia, via a pequena esfera de energia e luz, sair voando para outro lugar. Tenkai que tentava se manter acordado com apenas um olho aberto, via Sérpico com a pequena esferas de luz, e começava a moldar a mesma em seu arco. O elfo sabia que havia algo de diferente naquele arco simples, porém não sabia o que era.

Enfim o aventureiro esgotado se deixou cair de vez, enquanto a rajada que Sérpico soltou contra o mago, ia de forma violenta. Tenkai mal pode ver o vulto passando, seus olhos cansados e sua vida se extinguindo já não mais deixavam o elfo ter qualquer reação. Apenas caiu finalmente e recitou em voz baixa.

É. A chave continuava a ser você Sérpico...

...
...
...

Tenkai por algum motivo começa a sentir sua consciência latejar. Era sua cabeça doendo mais do que o normal. Se sentia tonto, fraco, esgotado, sem força para mexer sequer um músculo, um dedo, um fio de cabelo. O elfo com um certo esforço começava a abrir suas pálpebras e ia abrindo os olhos novamente, não entendia o que estava acontecendo, mas sentia a presença de seus companheiros de longa data, se assim ele já podia dizer.

Mas então o elfo tentou mover sua pupila para os lados. Foi o suficiente para confirma que estava junto de Aldarion e Sérpico. E que seus pertences também estavam presentes, todos reunidos em um local do comodo. Começou a imaginar se estava morto ou sonhando. Embora senti-se dores terríveis, aquilo parecia ser o tal paraíso na qual muitos adversários que cruzaram o caminho do elfo, mencionaram algumas vezes.

Mas de qualquer jeito seus amigos pareciam ainda desacordados. E se perguntava se eles também estavam como ele, completamente sem movimentos e qualquer pensamento que fosse de tentar se mover, era um resultado doloroso em seu corpo. Parecia que cada nervo estava ligado com seu desejo de se levantar e ver aonde realmente estava, pois nem falar ele tinha forças.

Mas logo o elfo percebia que seus companheiros estavam voltando a si. Afinal, o que realmente tinha ocorrido com eles, e aonde eles estavam de fato? Essa era a pergunta que martelava na cabeça do elfo.
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Re: Estalagem Stallion

Mensagem por Sérpico em Qua 20 Jun 2012, 5:15 pm

Um sonho. Certamente um sonho. Enorme e bem real, de um tipo inédito, mas não era nada além de um sonho.

Nele, Sépico era um aventureiro ainda verde, sem experiência. Pouco sabia o que fazer com as duas espadas que tinha, mas em compensação fez amizade com o arco e flecha. Fora que antes dava tiros pra lá e pra cá com uma pistola de pirata. Pareceu desenvolver jeito para mirar coisas perigosas nos outros, os matando a distancia.

Mas as coisas que matava também eram perigosas. Começou com piratas, aparentemente em uma ilha meio familiar. Depois foi à caça de ossadas; uma besta esquisita numa masmorra; draconianos numa cidade utópica; um minotauro noutra masmorra; um pirata caranguejo e um carinha feiticeiro num navio. Aparentemente matava todos eles. Ou ao menos não morria quando os enfrentava. Mas lembrava de ferimentos que poderiam ter lhe matado: uma estocada de outra versão de si e uma explosão. Havia outros, mas aquelas duas chances de morrer eram mais vivas na memória. Afinal, sonhos acabam se ofuscando quando a pessoa acorda.

Nesse sonho havia também alguns sujeitos que Sérpico tratava como colegas. Pareciam, vagamente, um grupo em busca de algo. Sim, procuravam por Kai. Certamente “Kai” era um artefato mágico, ou ainda uma arma poderosa. Não, sem dúvida que era o nome de um lugar que precisavam estar! Ou não. Ou não? Não sabia direito.

Mas o pior de tudo foi como o sonho terminou. Sérpico estava apressado e com espada na mão. Planejava cortar o feiticeiro. Só que de repente uma luz lhe abordou, algo que veio do nada. Não se lembrava como, mas já havia trocado de arma, segurando o arco no lugar da espada. Daí a luz fundiu-se com Sérpico. Não, fundiu-se com o arco. E de repente apareceu uma flecha de energia muito estranha, quente ao toque. Sérpico mal fez mira, apenas ergueu a arma e soltou o tiro. Um tiro suicida, gerando um recuou anormal, arremessando Sérpico pro mundo atrás de si. A última coisa que viu do sonho foi aquela flecha assassina pregada no tronco do inimigo. Depois bateu em algum lugar, e, como é de costume dos sonhos, acordou com o dano sofrido.

Muito real. Nunca sonhara algo tão incrível assim. Abriu os olhos, suando frio e respirando com violência. Ficou a fitar o teto do lugar onde estava, por alguns segundos, absorvendo a realidade. Era bom estar de volta. Estranhamente, sentia algumas dores no corpo,
“dormi de mal jeito”, pensou. Mas também sentia um calor semelhante ao que sentiu no sonho, provocado pela energia que manipulou.

“Você é um maldito preguiçoso Sérpico”, raciocinou, ainda olhando para o teto, “fica dormindo até tarde quando ainda tem de entregar duas cartas!”. Nessa, resolveu se erguer da cama.

Exceto que não conseguiu. As dores no corpo não eram só torcicolo de uma noite mal dormida. Eram dores profundas, em toda sorte de músculo. Eram bem semelhantes as dores do sonho. E o calor que sentia... O calor da energia era na verdade... Febre alta.


“O que aconteceu comigo?”, olhou para o lado e viu um elfo deitado, “Céus, estou ficando louco. Esse cara estava no meu sonho!”. E com mais um vislumbre rápido, seu coração saltou e seus olhos se arregalaram pois ali perto estava o arco que quase lhe matou. "O arco do sonho! Como?" Uma nova tentativa de se mover revelou outra dor aguda nas costas, então desistiu de tentar.

– Onde estou. O que aconteceu? – murmurou para qualquer um, em pânico.

Mas a sanidade resolveu que ainda não era o momento de ir embora, e Sérpico controlou a respiração quando concluiu:
“Não foi um sonho...”


Off: Gin, cara, parabéns pela aventura que narrou. Negocio absurdo, cotovelada no olho, pedrada no ouvido; uma das melhores que já joguei em minha época de fórum! E bem que o Aldarion suspeitou do arco ter algum lance mágico. Mais tarde vou procurar um ava novo, tipo um Hank do D&D, haha
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Re: Estalagem Stallion

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Qua 20 Jun 2012, 6:37 pm

"Então é isso?" — Pensou o guerreiro no momento em que caiu de joelhos. — "Eu perdi. Derrotado por este monstro. Sim eu perdi." — Pensava olhando Mormont se afastar dele dando-lhe as costas.

Não... eu... eu... eu não posso morrer assim. Não... para um monstro como este. — Balbuciou com extrema dificuldade, cuspindo uma enorme quantidade de sangue. Aldarion sentia seus pulmões se encherem de sangue, estava ficando impossível respirar. Sentiu então seu corpo tornar-se pesado e querer tombar, mas recusou-se a deitar usando a espada como apoio fincando-a no chão. Ele não aceitaria sua morte, faria de tudo para se agarrar a vida.

Usando de extrema força de vontade, Aldarion controlou seu chi fazendo com que este corresse por dentro do seu corpo anulando os sangramentos. O guerreiro não conseguiria mais andar ou sequer lutar, mas ao menos não morreria por causa da perda de sangue. Com a ameaça da morte brevemente afastada, Aldarion apenas se sentou apoiando o corpo com dificuldade no cercado do navio, Sentado ele fez a única coisa que poderia fazer, observar a cena que se desenrolava a sua frente pois nem falar ele era mais capaz, porque seus pulmões estavam pela metade cheios de sangue e o ar que ele respirava era suficiente apenas para mantê-lo vivo.

Aldarion viu com tristeza Tenkai cair morto, mas viu com esperança Sérpico surgir rapidamente e então toda a cena da luz e do ataque com o arco, de Sérpico voando na sequência e de todos os tremores parando dando lugar aos abalos naturais se de senrolaram na sua frente. Aldarion olhou mais uma vez para Sérpico, viu que este não se levantava, talvez estivesse morto. Enfim somente ele havia sobrevivido, mas do que adiantava? Ele não podia andar, levaria dias para se recuperar, mas sentia que não teria esse tempo pois o navio onde estava certamente seria afundado e ele morreria afogado.

Naquele momento em que Aldarion nada podia fazer, ele apenas agarrou sua espada e a colocou com extrema dificuldade entre seus braços, se era pra morrer, morreria com sua arma para que quando chegasse ao inferno tivesse uma chance de lutar por sua alma. Nos segundos seguintes a falta de oxigênio começou a afetar o guerreiro, sua visão ficou turva e seus sentidos começaram a falhar, com metade dos pulmões inundados de sangue, as únicas coisas que o corpo se preocupava em manter ativa eram o coração e o cérebro, todo o resto incluindo os sentidos eram desnecessários. Finalmente as trevas venceram, mas antes um ultimo brilho de esperança, o rosto de Perseu que havia acabado de se teletransportar para o navio. Aldarion então adormeceu com um sorriso nos lábios, viveria mais um dia para brandir sua espada e mostrar ao mundo o mito do Mestre da Lâmina.

A claridade agora o dispertava, abriu os olhos devagar, sentia seu corpo extremamente dolorido e ainda sentia sua respiração uma tarefa árdua, viu que estava em uma cama macia e notou a arquitetura do quarto, claro onde mais poderiam estar, Estalagem Estalion. Imediatamente o guerreiro olhou pro lado e encontrou feliz o que procurava, os leitos de Sérpico e Tenkai. Foi então que ouviu Sérpico, já acordado falar.

"Onde estou. O que aconteceu?" — Questionava Sérpico revelando um pouco de pânico.

Aquele monstro é muito forte. — Falou com certa dificuldade olhando para o teto. — Preciso de uma espada maior. — Completou, e no momento seguinte sem aviso nenhum gargalhou alto, uma gargalhada cheia de energia que contradizia o estado físico do guerreiro. No instante seguinte Aldarion tentou se levantar ignorando a dor, mas então lembrou-se de como Perseu odiava refazer pontos e curativos em pacientes teimosos, que acabou desistindo contentando-se relutante e com visivel descontentamento ficar ali, deitado, parado. Ha como ele odiava aquilo, como odiava ter que ficar parado, de se sentir fraco.

Preciso de uma espada maior! — Falou novamente desta vez com muito mais energia. — Essa arma é muito boa, boa demais. Mas é muito pequena, definitivamente preciso de uma espada maior! — E falou novamente, de forma confusa, quem conseguia escutá-lo não sabia dizer se falava para seus dois amigos que ele nem sequer tinha certeza se estavam lhe ouvindo ou se apenas pensava alto.

Perseu! — Gritou. — Me cure, quero sair logo desta cama. Não me venha com essa de cura natural sei que você pode me curar em um instante. Me tire daqui! — Exigiu em protesto. De fato ele odiava aquilo, fciar deitado sem fazer nada.
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Re: Estalagem Stallion

Mensagem por Gin em Sex 22 Jun 2012, 10:15 pm

Os três aventureiros despertaram, com seus pensamentos tão diferentes quanto a própria personalidade de cada um deles. A tranquilidade de Tenkai não era vista na confusão de Sérpico, muito menos na agitação de Aldarion que queria mais que tudo sair daquela cama. Contentava-se em gritar a plenos pulmões enquanto a razão lavava a confusão de Sérpico, substituindo-na pelos fatos que acabaram de acontecer.

Afinal, todos tinham sobrevivido, apesar do estado deplorável que encontravam-se. Mal conseguiam se mexer e falar alto era um sacrifício. A gritaria de Aldarion logo morreu justamente por esse desgaste. Sentiam como se tivessem sido drenados de toda sua energia e vontade, porém isso não era desesperador e sim relaxante: todos ali sentiam-se pacíficos em diferentes níveis.

O silêncio reinava no quarto e, por alguns minutos, o único som ouvido era o leve farfalhar dos coqueiros e árvores incomuns em volta da Estalagem e seus respectivos moradores, que cantavam suavemente. Mais alguns instantes se passaram, Aldarion ficando cada vez mais inquieto, até que ouviram passos vindos do corredor fora do quarto.


Ora, então a gritaria era proveniente de quem eu achava que seria.Disse Perseu, entrando atrás de Kiur e, surpreendentemente, de Kai que sorria.Como estão se recuperando?Completou, puxando uma cadeira para si e sentando no meio do quarto junto com os outros dois. Dessa forma mantinham contato visual com todos e eram vistos de igual forma.

Perseu, não precisa ser tão duro assim.Começou Kiur, que imaginavam que estava sorrindo, apesar de seu sorriso ser mais uma rearrumação dos músculos de seu rosto.Afinal, eles nos salvaram de um desastre muito grave.

Sim, obrigado por isso.Disse Kai, tranquilamente. Não parecia nada afetado pelos eventos passados. Ou talvez estivesse se contendo.

Os três inclinaram-se perto uns aos outros e conversaram baixo por alguns instantes. Normalmente Tenkai escutaria essa conversa tranquilamente, mas viu-se incapaz disso. Achava que poderia estar muito cansado quando percebeu um brilho no olhar de Perseu ao olhar para ele: não queriam que escutassem.

Bom.. Disse Kiur...Obviamente seus feitos foram heroicos, mas creio que devemos algumas explicações a vocês.. cuja qual vão ouvir.Completou, prevendo alguma objeção de Aldarion.Por isso peço que escutem com atenção.

Limpou a garganta antes de falar. Percebiam que não gostaria de falar duas vezes.Essa ameaça que enfrentaram não devia ter acontecido.Começou, olhando para os três demoradamente. Isso tudo foi um infortúnio ocorrido por um descuido do Conselho de Lodoss e de um de seus membros, que virou-se contra nós. Creio que conheceram Shor, o mago que enfrentaram e que aliou-se com o Capitão Mormont, um dos capitães piratas mais cruéis e antigos que rondam esse mundo.

Pois bem.Cortou Perseu, rapidamente.Esse mago caído era um dos membros mais poderosos do conselho e também o mais ganancioso. Ele não gostava das limitações que eram impostas a ele.. sempre querendo mais poder, Shor era assim. Quando descobrimos que seu plano era roubar essa pedra.Tirou a pedra de Kjeen do bolso.Já era tarde. Ele usou de seus poderes, juntamente com o conhecimento de Kai e a essência dessa pedra mágica para invocar para si um poder semelhante ao do Deus da natureza. O conselho viu-se incapaz de lidar com essa situação por motivos.. que são melhores não dizer .. e nos vimos em um impasse até vocês aparecerem.Completou, acenando positivamente com sua cabeça.

Levantou-se, abrindo sua mão. Nele haviam três amuletos com estranhas gravações. Parecia ser Lodoss, mas não somente a parte da Média Lodoss que conheciam e sim das outras partes, a Baixa e a Alta desenhadas por cima. Era realmente uma obra magnífica, julgando o pequeno espaço que tinham para o desenho. Parecia mais um pingente que um amuleto em si.

Esses amuletos mostram algum valor para com o conselho, dados individualmente. São títulos que vão carregar para o resto de sua história, escolhendo atuarem neles ou não. Para Aldarion..Disse Perseu, estendendo um desses amuletos. Todos tinham cordas para amarrar no pescoço, indicando onde deveriam ser usadas...fica o cargo de Representante oficial dos assuntos do conselho, mostrando sua honra a garra.Deixou um amuleto em sua mão e continuou andando.Para Sérpico fica o cargo de Protetor ao Conselho, remetendo sua sabedoria e lealdade.Andou até Tenkai e parou, pegando a pedra de Kjeen em sua outra mão.Finalmente, para o elfo Tenkai, fica o cargo de Intermediador de Raças ao Conselho, um dos representantes entre todas as classes que atualmente habitam Lodoss. Nessa questão..Estendeu a pedra de Kjeen e entregou-na a Tenkai, juntamente com o amuleto do conselho...sei de sua verdadeira missão e o motivo pelo qual foi nessa aventura. Entrego-na a pedra sabendo que impus um bloqueio em seus poderes. Nunca mais poderá seu usada em sua forma plena novamente.

Finalizando..Disse Kai, levantando-se junto com Kiur.Todas essas armas que adquiriram.. e que armas devo dizer, todas com propriedades mágicas surpreendentes.. são suas. Seus Corseletes e armas secundárias foram perdidas nas batalhas, mas para Aldarion ainda lhe resta a espada de Duas Mãos com propriedades que reconhecem somente um único dono, para Sérpico esse arco construído com algum material mágico e uma madeira que desconheço e para Tenkai essa linda espada élfica que enaltece as características do usuário.Sorriu e ainda distribuiu um saco de moedas para todos.Acho que essas moedas podem lhe ser úteis também.Quando entregou o pequeno saco para Sérpico, adicionou:Devo dizer que deve querer se aventurar por Lodoss agora e não o condeno.. mas quando tiver um tempo, venha me ver nas Ilhas Gêmeas. Gostaria de treiná-lo.Completou.

Nesse momento todos se despediram e deixaram-nos ali. Pouco tempo depois o cansaço tomou conta e todos adormeceram novamente, mesmo Aldarion que já estava quase se atirando da cama sucumbiu ao cansaço.

--//--

Um dia depois estavam todos planamente recuperados, graças aos cuidados de Kiur. Pegaram roupas novas, invocadas de acordo com a vontade de cada um por Perseu, e carregavam suas armas principais, com duas aljavas de flechas novas para Sérpico. Seus amuletos estavam pendurados em seus pescoços, escondidos na parte da frente de suas roupas pois, de acordo com Kiur, não era algo que mostravam por aí. Uma vez no pescoço era impossível retirá-los.. alguma mágica os mantinha ali.

Kai e Perseu já haviam partido, o último deixando uma mensagem para Aldarion que este ainda estava sob seu treinamento, mas que poderia explorar o mundo como parte do mesmo. Talvez o mestre conhecesse bem seu aluno, afinal. Reuniram-se no hall de entrada da Estalgem para o último adeus antes de irem.

Muito bem. Disse Kiur, olhando para os três no sol que entrava pelas portas abertas da Estalagem.Saibam que são bem vindos quando quiserem. Suas responsabilidades só serão cobradas de vocês no momento em que não houver mais nada a ser feito. Desejo uma boa sorte aos três.Completou, sacudindo a mão de todos eles por vez. Suas mãos eram tão surradas que pareciam cumprimentarem uma lixa.


< Cabo! 900 de EXP para cada um pela finalização da aventura e pelos bons posts. Também receberam L$ 5.000,00 cada. Peço que os títulos que conseguiram sejam adicionados na assinatura, juntamente com o ''Amuleto do Conselho''. Também conseguiram roupas novas, como quiserem que esta seja confeccionada e peço que atualizem sua assinatura, tirando as armas secundárias e tal que não tem mais (por exemplo, facas de arremesso, facão longo, etc).. se não tirarem eu vou tirar ;D..Podem postar direto na ''Estrada'' se não forem permanecerem na Península de Ruff. 100% de HP e MP >



Off: Obrigado Sérpico, essa também foi uma das aventuras mais longas e que mais gostei em todo meu tempo de Narrador. Quero agradecer aos três por permanecerem tanto tempo comigo o/ Ainda vou narrar pra vocês mais vezes, fiquem tranquilos Smile

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Re: Estalagem Stallion

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Sab 23 Jun 2012, 4:26 pm

Aldarion já estava inquieto, mal conseguia conter-se em seu próprio leito. Queria sair dali, queria se exercitar, queria azarar algumas raparigas, queria fazer tudo menos ficar deitado ali. Foi então que um trio de personalidades muito influentes e conhecidas adentrou o quarto, eram Kiur, Perseu e Kai.

Assim que os viu, Aldarion imediatamente estendeu uma das mãos para Perseu como se estivesse pedindo a ele para tirá-lo dali, mas desistiou de continuar tentando quando persebeu o olhar de seu mestre, Aldarion conhecia bem aquele olhar e o odiava. Derrotado o guerreiro apenas suspirou de forma a demonstrar toda a sua monotonia e desgosto. Foi quando o conselho começou a se pronunciar explicando toda a história sobre os perigos que os aventureiros haviam enfrentado. Por final, terminadas as explicações, o conselho decidiu por presentear o trio com recompensas e com um título, um título que seria dado a cada um deles até mesmo para Aldarion.

Representante oficial dos assuntos do Conselho? Vocês estão loucos de me darem esse título? — Questionou Aldarion, revelando surpresa. — Eu falhei miseravelmente em minha tarefa e mesmo assim vocês querem me recompensar? Eu não mereço nenhuma confiança por parte de vocês e de ninguém. — Completou.

Antes que me perguntem, quem realmente merece algo aqui é Sérpico e Tenkai, se não fosse a energia mágica de Tenkai aliada a habilidade e coragem de Sérpico Lodoss teria sido destruída. Eu por outro lado, fui incapaz de derrotar Mormont, vocês não entendem? — Questionava deslizando seus olhos pelos rostos do trio de conselheiros. — Se o destino de Lodoss tivesse dependido da derrota de Mormont pela minha espada, tudo estaria perdido. Eu sou um fracasso até mesmo para a Irmandade da Lâmina, imaginem o que meus companheiros vão pensar quando o pirata aparecer em Megallion dizendo que derrotou um dos 13 Mestres da Lâmina? Me desculpem, vocês estão sendo muito bons comigo, estão me dando uma grande honra, mas eu devo recusar, não me sinto a pessoa correta para ocupar este cargo. — Pausou um pouco sua fala para retomar fólego e então continuou. — Talvez... talvez quem sabe no futuro? Mas até lá eu prefiro viver meus dias sabendo que ao balançar minha espada, a única coisa que estarei pondo em risco é minha própria vida. Mas usarei esse amuleto para me lembrar da amizade que vocês têm por mim. — Finalizou, sua decisão era final, talvez com certeza se ele se aprimorase e se torna-se mais forte ele poderia aceitar o cargo que estavam querendo lhe dar, mas não agora.

Mesmo recusando, Aldarion via aquilo como uma grande honra, não queria deixar de retribuir sua gratidão e também obediência a Perseu que apesar de tudo ainda era seu mestre.

De qualquer forma, se um dia precisarem de mim, podem me chamar. — Falou, desta vez sorrindo. Depois ficou calando ouvindo o restante do que o conselho tinha a dizer e finalmente, ao final de tudo, permitiu-se dormir. Em seu sono Aldarion se via lutando contra Mormont em uma luta desigual, lutando e lutando, denovo e denovo, e sendo derrotado sempre. Ele via Mormont rindo dele com aquela cara monstruosa, tornando-se cada vez maior e mais forte até ter a altura de um gigante que finalmente, com um mero pisar aniquila o espadachim.

Um dia depois acordou revigorado levantando-se com um salto da cama, sem demora recolheu rapidamente sua espada, aquela arma estranha que parecia ter vontade própria e havia lhe escolhido como seu novo dono. Aldarion estava contente por isso, talvez aquela espada até pudesse ser aprimorada da mesma forma como ele próprio buscava se aprimorar. Sim talvez isso fosse possível.

Aldarion desceu rapidamente as escadas da estalagem abandonando os quartos e ganhando o salão principal, ali procurou por Perseu mas não o encontrou, foi informado do recado de seu mestre através da atendente da estalagem assim como também, recebeu sua recompensa em moedas e algumas roupas que por incrível que pareçam eram exatamente a seu gosto.

Perseu não para de me surpriender. — Falou sorrindo já voltando ao quarto para se trocar.

Quando terminou de se vestir, saiu a procura de Tenkai e Sérpico, queria se despedir deles, quando os encontrou agradeceu por tudo e avisou que se eles precisassem poderiam procurá-lo, antes de ir também aproveitou e avisou Sérpico que ele tinha um grande talento e muita coragem dentro dele, bastava buscar aprimorar-se. Depois de se despedir de seus amigos foi atrás de Kiur e assim que o encontrou despediu-se dele com um aperto firme de mão. As mãos de Kiur eram ásperas, mas as de Aldarion eram iguais o que fez com que esse pequeno detalhe não fosse notado pelo guerreiro, afinal é difícil ter um tato bom com uma mão de pele grossa cheia de calos. Quando finalmente estava as portas da estalagem Aldarion deu uma ultima olhada para trás e gritou para Kiur.

Vocês sabem onde me achar se precisarem, mas caso mesmo assim tenham dificuldades, basta seguirem o vento. — Falou sorrindo para logo em seguida cobrir-se com seu manto negro.

Aldarion pretendia sair da península, mas antes iria comprar alguns equipamentos e mantimentos, ele era um viajante estava acostumado a ter a estrada como seu lar mas para isso era bom estar bem preparado. Após conseguir comprar tudo o que queria ou pelo menos o que desse para ser comprado naquela região costeira, Aldarion dirigiu-se até a encruzilhada e ali encontrou uma placa indicando as direções. Não se deu por indeciso, nem ao menos leu as placas antes de se decidir para onde iria seguir, simplesmente sentiu o vento soprando e resolveu que iria naquela mesma direção, deu o primeiro passo e então olhou a placa que nomeava seu destino: Takaras. Normalmente qualquer um exitaria antes de seguir por aquela direção talvez até mesmo recusando-se a continuar, mas não Aldarion, não por desconhecer Takaras mas sim por simplesmente não temer desafios.




OFF 1: GM, eu fiz uma lista de itens que Aldarion vai comprar antes de sair da península, por favor diga quais itens eu consegui comprar e quanto me custou ao todo.

OFF 2: Continuarei postando na estrada, até mais.




Equipamentos

Pedra de amolar.
Facão (para cortar mato)
Faca (para preparar alimentos)
Panela de ferro
Pá Pequena
Martelo (Para pregar estacas ou uso geral)
Básico pessoal (um kite com garfo, colher, escova de dentes, sabão e etc)
Saco de dormir
Mochila de Viagem
Corda de Canhamo (15 metros)
Arpéu x2 (gancho de ferro para prendar a corda)
Odre x2 (5 litros de capacidade cada)
Pederneira e Isqueiro
Porta Mapas
Mapa
Algibeira (bolsa onde se guarda moedas)
Saco Vazio x2 (saco de algodão com 5 quilos de capacidade)
Comida Desidratada para 7 dias
Poção de Cura Leve x2 (poção de cura que recupera uma pequena quantidade de HP)
Poção Antídoto x2 (uma poção para neutralizar venenos e doenças)


Armas

Espada de Duas Mãos Encantada (item adquirido na aventura)
Espada curta
Besta Pesada (com 20 virotes separados em duas caixas de munição com 10 cada)
Faca de Combate
Faca de Arremesso x4


Armadura

Loriga de Escamas
Elmo de Metal
Manoplas de Ferro



Última edição por Goldsilver Ironsteel em Dom 24 Jun 2012, 12:46 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Estalagem Stallion

Mensagem por Bluesday em Dom 24 Jun 2012, 1:07 am

Tudo estava bem calmo, até Aldarion acorda e subitamente começar a fazer um tumulto de um homem só.

" Por Deus, esse cara não fica quieto nunca. "

Mas não se demorou para ele se calar e apenas a música da natureza passar por seus ouvidos. Tenkai se sentia relaxado assim, apenas escutando a natureza, era revigorante.

Algum tempo depois a porta rangia e Kiur entrava na frente de Perseu e Kai. Agora ele notava que realmente tudo aquilo era real. Principalmente por Perseu sem saber, concordava com o elfo em questão de Aldarion ser barulhento.

Os três se reuniram para conversar algo em particular, e nesse momento Perseu olhou para o elfo que descansava, parecia que conhecia bem os dotes de Tenkai. Porém o guerreiro aquela altura não estava interessado em conversas alheias e apenas moveu sua cabeça para o lado, piscando os olhos, demonstrando que não iria bisbilhotar nada.

Em seguida eles nos agradeceram por nossos feitos e explicaram algumas coisas. Comentaram sobre o mago e Mormont. Foi algo interessante de se saber.

Enfim Perseu finalizou revelando alguns amuletos para os demais abatidos em suas camas. Explicou os títulos de cada um, e quando chegou a vez de Tenkai, o mesmo ficou intrigado.

" Intermediador de Raças ao Concelho? "

Nesse momento veio a mente do elfo, todo seu trajeto até aqui. Ele saindo do templo, a chegada a desconhecida Lodoss, a entrada de maus olhares no exercito de Takaras, o desprezo do superior de la, enviando o elfo para adquirir mais poder, o gole d'gua na taverna, os mortos vivos no cemitério, a aparição de Kjeen, a missão dada pelo mesmo, a chegada a Ruff, a recepção de Kiur, a espada que recebestes, os companheiros que conhecestes, a aventura na qual embarcaram junto, a separação de um dos companheiros, o encontro com o Minotauro, a suposta vitória, a revelação do capitão Mormont, a luta entre eles, o mago poderoso, as cicatrizes que foram abertas do corpo de Tenkai ao realizar um feito as pressas, a luz se formando e se apagando, a luz sendo atirada do arco de Sérpico e o flash que a mesma fez após acerta o mago, seus olhos fechando, e finalmente os abrindo novamente para sua surpresa.

" Eu vim apenas com um desejo no peito, vingança contra meu tutor. Agora fui nomeado como um membro do concelho dessa terra, assim como meus companheiros. Isso foi realmente inesperado, mas foi muito bom esses acontecimentos. Me mostra que eu preciso de mais experiencia e força para derrotar o general e... "

Com esses breves pensamento, logo interrompido por Perseu, lhe entregando o amuleto e a Pedra de Kjeen, o motivo dele estar nessa jornada. Tenkai nem imaginava que aquela pedra ainda estaria com eles, acreditava que tinha sido destruída na própria ilha, mas agora ele sabia o que fazer após se recuperar. Principalmente por terem bloqueado os poderes da mesma, se não fosse por isso, o elfo talvez não entregaria a pedra de volta, afinal sua missão era recuperar a pedra, não necessariamente devolve-la para Kjeen. Embora houve-se a maldição, ao completar a recuperação da pedra, o elfo estaria livre dela.

Foi então que Kai tomou a palavra, comentando sobre as perdas que sofremos em nossos equipamentos, quase que em um todo, porém ainda tinha suas armas na qual foi o motivo de muitas vitórias. Tenkai olhou para sua lâmina novamente, e deu um breve sozinho que logo se foi com o cansaço. Mas isso não foi tudo que receberam, alguma quantia em moedas foram dadas aos rapazes, embora o elfo não sabia exatamente para o que serviam, iria tratar de usar-las beneficamente.

Depois de toda social que os guerreiros tiveram com Kiur, Kai e Perseu, o cansaço voltou e logo dormiram. No outro dia estava completamente diferente de antes. Estavam mais dispostos e recuperados. Mas mesmo recuperados, Tenkai ainda estava com suas faixas enroladas por seu corpo, ele havia sangrado muito e não queria correr o risco de suas feridas abrirem novamente. Então se vestiu rapidamente, prendeu sua espada em sua cintura, deu uma olhada em seu amuleto que já estava em seu pescoço e logo o ocultou atrás de suas roupas, deixando apenas o fio do colar que prendia ao pescoço a amostra, e guardou a pedra de Kjeen enrolada a um pano e segura em um bolso escondido por dentro da roupa.

Todos se reuniram no Hall da estalagem para as despedidas. Mas antes Tenkai foi discretamente até Kiur e perguntou.

Senhor Kiur, o que houve com Victor? Teve alguma notícia dele? Acabamos nós separando em nossa jornada, não sei o que houve com ele após isso.

Kiur respondeu a pergunta do elfo, que logo veio com mais outra pergunta.

O senhor poderia me dizer algum lugar aonde eu poderia treinar meu poder magico? Receio que eu precise melhorar mais minhas habilidades.

Sem delongas o mesmo mencionou sobre uma academia de magia em outras terras. Isso confortou os ouvidos do elfo, que logo foi se despedindo de todos e agradecendo por tudo. Apertou mão de cada um, e assim como Kiur e Aldarion, o elfo também não tinha mãos delicadas. Estavam entre iguais ali.

Tenn' enyomenielva! Quando precisarem, podem contar comigo. (Até nosso reencontro

Se virou e saiu da estalagem um pouco atrás de Aldarion, que logo mudou seu curso para a cidade atrás de bugigangas. Tenkai diferente de seu companheiro, era um filho da natureza, e conseguia se virar sem problemas com ela. Porém o aventureiro precisava de um mapa para ir para a tal academia de magia, depois de resolver seus assuntos com Kjeen, então tratou de adquirir um. Logo seguiu para fora da Península de Ruff, na qual enquanto caminhava, via uma encruzilhada já conhecida pelo elfo e nela estava Aldarion, indo para o mesmo rumo que o do elfo.

" Então também está indo para Takaras, hu... ? "

O elfo se apressou e alcançou Aldarion.

Então está indo para Takaras também. Parece que poderemos ser companhia um para o outro, até os limites de nossos destinos naquela terra.

E assim os dois guerreiros seguiram para seus objetivos.

oFF - Desconte a grana do mapa. E excelente aventura, esperei até a conclusão geral dela para parabenizar. Gostei muito, foi 1 ano e 4 meses de muita diversão. Espero que mais para frente o trio se reúna novamente.
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Re: Estalagem Stallion

Mensagem por Sérpico em Seg 25 Jun 2012, 1:41 pm

A cura instantânea clareou sua mente, e, não mais confuso, Sérpico compreendeu a história.

As informações vieram em um turbilhão, despejadas pelos três homens do conselho. Ao fim da prosa, o grupo de aventureiros recebeu títulos e uma boa quantia de moedas. Estavam restaurados em todos os sentidos possíveis e agora, livres para seguirem rumos próprios. Inclusive, o grupo parecia estar junto há anos. Quando se cumprimentaram em despedida, foi estranho imaginar que dificilmente voltariam a se encontrar. A causa os tornou irmãos e uma vez concluída, eram agora meros conhecidos. Sérpico se perguntou se daqui a dez anos conseguiria lembrar seus nomes e personalidades. Era um pensamento melancólico demais, e o jovem resolveu deixar de lado. Agora, tinha de pensar em si.

Mas o que faria mesmo? Mal lembrava seu objetivo inicial. Estava tão cheio da aventura que vivera que todo o resto de sua vida parecia uma região de fundo, preto e branco. Por um instante sentiu-se sem propósito. Medo: agora, voltaria a ser um camponês qualquer? Mas não seria isso algo bom? Voltaria a ter uma vida normal, e isso sem dúvida seria bom. Ou será possível que gostara tanto de uma vida agitada, de confrontar inimigos, de quase morrer, de salvar o mundo?

Deixou a estalagem, todo pensativo.

Num raio nostálgico, acabou lembrando-se do pai. E então recordou o que tinha de fazer agora.
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Re: Estalagem Stallion

Mensagem por Gin em Seg 25 Jun 2012, 4:02 pm

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Re: Estalagem Stallion

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