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Ficha de Funchuos

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Ficha de Funchuos

Mensagem por Camarão em Sex 15 Jun 2012, 2:44 am

Nome: Funchuos
Idade: 5 anos, aparência de um homem de 20 anos
Sexo: Masculino
Altura: 1,75m
Raça:Youkai
Nível:Exp: 0/1000
L$: 50
Profissão: ---
Salário: ---
Aparência: Olhos cor de gelo penetrantes, que parecem investigar a alma com curiosidade, cabelos longos e de cor vermelha, pele branca e corpo franzino, porém com músculos definidos.
Personalidade: Cauteloso e desconfiado são suas características mais marcante, gosta da emoção da aventura, da adrenalina do perigo e sente fome de conhecimento.
Terra Natal: ---
História:

No principio era uma floresta esquecida por tudo, abandonada no meio do que é conhecido por alguns como “Lodoss” e nesse recinto de pureza outrora inabitado nasceu um espírito. Sentado no meio de uma clareira, sobre uma pedra perfeitamente circular esse espírito existe pela eternidade dormindo e esperando pelo fim do universo, porém nada é imutável e aos poucos outros seres chegaram.

E a probabilidade fez seus joguinhos, e a probabilidade colocou naquela mesma floresta numa noite chuvosa uma caçada. Correndo por sua vida uma raposa jovem e tola, sendo perseguida por bem de perto por cães sedentos e logo atrás cavalos e seus cavaleiros, a chuva abafa os latidos e o som do galope, entretanto a raposa sabe que estão vindo e só para de correr quando a sua frente encontra um precipício.

Antes de conseguir pensar no que fazer um raio e um relâmpago mostraram cinco cães impedindo qualquer rota de fuga, logo em seguida a sombra de um caçador se destaca da sombra da floresta e o seu destino se tornou selado, quando ouviu o retesar do arco. Ou não? Indo contra todos seus instintos a raposa olhou para o precipício e... Pulou, porém ainda no ar uma flecha acertou.

O Vôo foi rápido e o encontro com a copa das árvores e com o chão violento, mas a raposa contra tudo que se é imaginável sobreviveu para pensar em lutar mais um pouco por sua vida, é interessante como nos apegamos a ela, principalmente quando a morte é tão óbvia. O tempo que decorreu a seguir é impreciso, a visão da raposa fica mais turva a cada passada e sua respiração mais profunda, seu corpo fica mais frio, as forças vão se esvaindo lentamente pelas feridas e seu ultimo suspiro vem em paz, quando deita numa clareira e percebe que a chuva parou.

O sono regrediu lentamente para o estado de alerta, passando por todos os níveis de meditação e lentamente o espírito abriu seus olhos para ver a presença que interrompeu seu descanso. Uma raposa com seus pelos vermelhos sujo de lama e sangue, com uma flecha presa em seu dorso, dorme serenamente a sua frente e pela primeira vez desde o principio o espírito se levantou e pisou na grama da clareira, caminhando até o recém chegado.

Quando o espírito tocou o corpo da raposa imagens vieram a sua mente, uma toca quentinha em uma planície distante, as estações passando e a primavera virando rapidamente inverno. Sentiu as angustias da raposa e a viu faminta desistir de sua casa a procura de um novo lugar para morar, a paisagem mudou e virou uma visão de um vale habitado por humanos, ali ela encontrou abrigo em uma casa abandonada e alimento da fazenda próxima.

E o medo veio dias seguintes, quando o fazendeiro decidiu por fim no ladrão que devorava seus animais, então o espírito entendeu como essa criaturinha se ligou tanto a sua vida mundana correndo uma distância incrível para vir até ali. Retirou a mão do animal e com um sentimento de clemência se curvou e soprou sobre a raposa, linhas de luz saíram de seus lábios cobrindo o corpo da raposa e o conectando a algo que flutua invisível sobre ela.

Como descrever o sentimento de ser aquecido por algo? De sentir com isso uma leve eletricidade que completa o ato e envolve todo o seu corpo, principalmente como fazer entender um animal com tão pouca compreensão do mundo ao seu redor, mas isso não importa, pois a raposa se entregou a aquele jorro de vida e não resistiu a todo o turbilhão de esclarecimento tanto do universo quanto próprio. No meio do caminho ela abriu os olhos e viu o universo de um modo que poucos foram capazes, em sua total infinitude.

Quando o sol se levantou pela manhã iluminando a clareira e acordando a raposa, que do além-vida só lembra-se de um forte clarão e o calor no coração, grande foi a surpresa ao olhar para si e ver um corpo diferente do de antes, mãos humanas, pés humanos e “coisa” de humano, entretanto suas orelhas e sua cauda do qual sempre se gabou como a mais linda da floresta ainda continuavam ali, não entendeu o que ocorreu e olhou ao redor desesperado, estava sozinho. Lambeu-se e sentiu um arrepio com a textura de sua pele, que era muito diferente de seu pelo, procurou por feridas e não encontrou nada, porém ao tentar andar descobriu seu primeiro desafio.

A vida é um aprendizado e a nova vida dessa raposinha desde o inicio se mostra uma verdadeira escola, tentando imitar os humanos de sua memória começou a tropeçar e cair pela grama, demorando a manha inteira para aprender a se locomover sobre duas pernas. O próximo passo é satisfazer uma necessidade primordial, a sua fome e por simples instinto deu inicio a uma busca pela floresta.

Nada conseguiu encontrar e era noite avançada quando voltou para a clareira, sentia-se cansada de mais e com muito sono, andou até o centro de uma pedra que fica na clareira e deitou em posição fetal tentando entender o que tinha ocorrido com ela, tentando lembrar o que tinha se passado. A noite fez frio, mas a raposa não sentiu nada, pois uma onda de calor vinha da rocha aquecendo seu corpo e espírito, alimentando seus sonhos com respostas.

Chuva forte e incessante, um medo eletrizante, uma dor aguda em seu dorso, o vento fazendo barulho em suas orelhas, a agonia de uma caminhada para a escuridão, então um toque caloroso sobre seu peito e uma luz cobre tudo. A raposa anda pela vastidão de branco infinita, mas aos poucos seu corpo consegue sentir no chão a textura de folhas, no ar o cheiro de umidade, seus ouvidos percebem o murmúrio baixo e familiar de um rio, quando seus olhos piscam a raposa se da conta que não esta mais deitada na clareira e sim em pé de frente para uma nova paisagem.

A floresta termina a uma boa distância atrás da raposa, a sua frente encontra uma planície vasta e verdejante, cortada por um rio largo e caudaloso, que se encontra na sua frente, bem distante ela pode ver a silueta de uma cabana e fumaça saindo de uma chaminé, tudo ali é banhado pela luz da lua cheia. Algo a impele para ir até aquela moradia e confiando nesse instinto se põe a nadar e a correr pela grama como o vento deixando para traz sua sombra e seu passado.

O Espírito sorri levemente, pois já tinha encaminhado sua raposinha para um destino diferente do que o da morte, então ele senta mais uma vez sobre a pedra, lentamente suas pálpebras caem, calmamente sua mente flutua entre os estados de harmonia e entra em meditação profunda. Nesse exato momento a raposa se encontra de frente a cabana, uma construção de dois andares com várias janelas na fachada, três no segundo e duas no primeiro, a entrada fica numa varanda coberta onde é visível uma humana com uma xícara fumacenta balançando em sua cadeira de balanço.

A Raposa não respirava ou fazia som algum, principalmente por medo, mas quando a humana falou “não vai entrar não?”, não conseguiu evitar um ganido assustado e um salto para o lado. A mulher com dificuldade se levantou e reclamando da sua idade entrou em sua morada, com curiosidade a raposa se aproxima da escada que leva até a varanda, então antes que pudesse fazer qualquer coisa a porta se abriu com um estrondo a senhora de cabelos grisalhos vestida com varias camadas de roupas coloridas apareceu, trazia consigo uma cambucá de madeira com algo muito cheiroso e apetitoso, olhando pro horizonte falou “trouxe algo para você comer, espero que goste” e com isso pôs a comida no chão e entrou. A raposa se perguntou o por que da humana não ter olhado diretamente para ela, pois estava bem visível na para qualquer um, decidiu deixar isso de lado e partiu para a comida, estava faminta podendo comer um cavalo sem problema algum.

Bayaga é uma velha maga que dedicou sua vida ao conhecimento de magias da natureza e sempre viajou por esse mundo sozinha, até que seus ossos pediram por descanso e ela fez a sua casa com algumas palavras mágicas. Sua vida tendia para uma tediosa velhice até que um visitante inesperado lhe trouxe uma mensagem certa noite, após uma tempestade das piores. “Um filho da terra pedira comida e abrigo, mas você pode lhe proporcionar mais que isso, pode lhe dar futuro”.

Os dias seguintes passaram rápidos e a raposa se demorava cada vez mais na casa de Bayaga, ele a ouvia cantar na cozinha, tricotando na varanda, aos poucos começou a perceber detalhes daquela senhora, que ela era cega e sozinha no mundo, essa deficiência não parecia atrapalhar de forma alguma a vida dela, que ela parecia ser muito confiável e que nunca repetira o mesmo prato de comida não importa quantas refeições fizesse.

Então foi uma decisão de risco para a raposa querer confiar naquela que lhe alimentava, numa noite após sua refeição sentou próximo da cadeira de balanço, onde Bayaga balançava cantarolando algo e sem motivo algum da parte dos dois, ela fez um leve afago em sua cabeça. As estações passaram e a rapoza ganhou nome “Funchuos” e aprendeu a falar a língua do homem, sua cultura e regras. No inverno lhe comprou roupas de um vendedor viajante e cada vez mais parecia com um humano, entretanto durante as noites ela lhe ensinava a como voltar a sua forma animal e um pouco de magia.

Dois anos se passaram e com o inicio da primavera Funchuos decidiu que deveria partir e viajar o mundo, conhecer novos lugares e fazer histórias iguais que Bayaga sempre lhe contava, com uma mochila nas costas saiu em direção a varanda com o coração jovem cheio de sonhos e expectativas, abraçando Bayaga com força deixou para trás um lugar para voltar e com o sol nascendo no horizonte encontrou um mundo para explorar.


Atributos:
Força Física: 1 (+1)
Força Mágica: 2
Velocidade de Ataque: 2 (+1)
Velocidade de Movimento: 5 (+1)
Precisão: 2
Vitalidade: 2

Habilidades:

Nome: Manipular a Luz
Nível: 1
Descrição: Funchuos controla a luz ao seu redor a redirecionando, mudando sua frenquência, recriando imagens ilusórias, dentre outros, é uma técnica bastante útil que aprendeu com Bayaga.
Efeitos: Neste primeiro nível Funchuos pode redirecionar a luz para criar escuridão ou mesmo luminosidade. Assim pode cegar seus adversários ou até mesmo se esconder na mais profunda penumbra da sombra de uma árvore.
Custos: 20% de MP para manipular da maneira que desejar a luz para os fins descritos
Duração: até 2 turnos
Tempo de conjuração: Instantâneo
Alcance: 10 metros
Área de efeito: Uma única sombra de um objeto de tamanho médio, uma árvore baixa no máximo.


Última edição por Camarão em Sex 20 Jul 2012, 1:03 pm, editado 2 vez(es)
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Re: Ficha de Funchuos

Mensagem por Buiu ! em Dom 17 Jun 2012, 11:26 am

Ficha aceita!

Adicione na sua assinatura, após ativá-la em seu perfil, os itens abaixo:

- L$;
- Atributos;
- Link deste tópico;
- Nome do personagem

No mais, crie sua ficha de personagem que está em seu perfil, atualize-a sempre que necessário. Não é preciso esperar que sua habilidade seja avaliada para que possa dar início ao seu jogo.

Bom jogo.

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Força Física:2+1
Força Mágica: 1
Velocidade de Ataque: 5+1
Velocidade de Movimento: 5+1
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Re: Ficha de Funchuos

Mensagem por Camarão em Dom 17 Jun 2012, 11:02 pm

Brigado Buiu por tudo e estou editando minha ficha para colocar a habilidade avaliada!
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Re: Ficha de Funchuos

Mensagem por Camarão em Sex 20 Jul 2012, 1:13 pm

Editando a ficha para acrescentar:

- 50 L$

Que ganhei depois de uma noite de trabalho na Taberna do Macaco Caolho!
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Re: Ficha de Funchuos

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